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<title>Manuel da Mota Coqueiro</title>
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<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Manuel da Mota Coqueiro" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Manuel da Mota Coqueiro</h1>

<wx:template id="wx_t1" pagename="Predefinição:Wikificação" page_id="72391"/>
<table class="caixa infodestaque" id="wx2">
<tr id="wx3">
<td width="30px" id="wx4">
<div style="position: relative; width: 45px; height: 45px; overflow: hidden" id="wx5">
<div style="position: absolute; top: 0px; left: 0px; font-size: 100px; overflow: hidden; line-height: 100px; z-index: 3" id="wx6"><a href="/wpt/Wikipedia:Wikifica%C3%A7%C3%A3o" title="Wikipedia:Wikificação" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Wikificação" id="wx7">   </a></div>

<div style="position: absolute; top: 0px; left: 0px; z-index: 2" id="wx8"><a href="/wpt/Imagem:Wiki_puzzle.svg" title="Wikipedia:Wikificação " wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Wiki_puzzle.svg" id="wx9"><img src="/wpt/Imagem:Wiki_puzzle.svg" alt="Wikipedia:Wikificação " width="45" id="wx10"/></a></div>
</div>
</td>
<td id="wx11"><b id="wx12">Este artigo ou seção precisa ser <i id="wx13"><a href="/wpt/Wikipedia:Wikifica%C3%A7%C3%A3o" title="Wikipedia:Wikificação" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Wikificação" id="wx14">wikificado</a></i>.</b><br id="wx15"/>
<p id="wx16">Por favor ajude a <a href="/wpt/Ajuda:Guia_de_edi%C3%A7%C3%A3o/Formata%C3%A7%C3%A3o" title="Ajuda:Guia de edição/Formatação" wx:linktype="known" wx:pagename="Ajuda:Guia_de_edição/Formatação" id="wx17">formatar</a> este artigo de acordo com as diretrizes estabelecidas no <a href="/wpt/Wikipedia:Livro_de_estilo" title="Wikipedia:Livro de estilo" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Livro_de_estilo" id="wx18">livro de estilo</a>. <small id="wx19">(Fevereiro de 2008)</small></p>
</td>
</tr>
</table>

<wx:templateend start="wx_t1"/>
<p id="wx20"><b id="wx21">Manuel da Mota Coqueiro</b>, apelidado de <b id="wx22">"A Fera de Macabu"</b>, foi um rico fazendeiro da região Norte Fluminense executado por enforcamento por ter mandado matar toda uma família de colonos residente em suas terras. O caso é um dos crimes mais famosos do <a href="/wpt/Brasil" title="Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Brasil" wx:page_id="404" id="wx23">Brasil</a>, pois foi enforcado um fazendeiro rico e poderoso, foram cometidos vários erros processuais durante o julgamento e há uma grande possibilidade de ter sido executada uma pessoa inocente.</p>

<div id="wx_toc"/>

<a id="Fatos_Hist.C3.B3ricos" name="Fatos_Hist.C3.B3ricos"/>
<wx:section level="2" title="Fatos Históricos" id="wxsec2"><h2 id="wx24">Fatos Históricos</h2>

<a id="Precedentes" name="Precedentes"/>
<wx:section level="4" title="Precedentes" id="wxsec6"><h4 id="wx25">Precedentes</h4>

<p id="wx26">Mota Coqueiro era natural da fazenda do Coqueiro em <a href="/wpt/Campos_dos_Goitacazes" title="Campos dos Goitacazes" wx:linktype="known" wx:pagename="Campos_dos_Goitacazes" wx:page_id="1346724" id="wx27">Campos dos Goitacazes</a>. Possuía cinco vastas e ricas propriedades rurais, entre as quais, a <a href="/wpt/Fazenda_do_Bananal" class="new" title="Fazenda do Bananal" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Fazenda_do_Bananal" id="wx28">Fazenda do Bananal</a> no atual município de <a href="/wpt/Concei%C3%A7%C3%A3o_de_Macabu" title="Conceição de Macabu" wx:linktype="known" wx:pagename="Conceição_de_Macabu" wx:page_id="10145" id="wx29">Conceição de Macabu</a> (na época, uma freguesia do município de <a href="/wpt/Maca%C3%A9" title="Macaé" wx:linktype="known" wx:pagename="Macaé" wx:page_id="10146" id="wx30">Macaé</a>). Quando o Imperador <a href="/wpt/Dom_Pedro_II" title="Dom Pedro II" wx:linktype="known" wx:pagename="Dom_Pedro_II" wx:page_id="66215" id="wx31">Dom Pedro II</a> visitou a região em 1847, Mota Coqueiro e sua esposa, Úrsula das Virgens, fizeram parte da comitiva oficial que o recebeu. Apenas cinco anos depois ocorrerão os eventos que levarão Mota Coqueiro ao patíbulo.</p>

<p id="wx32">Em suas terras residia o <a href="/wpt/Meeiro" class="new" title="Meeiro" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Meeiro" id="wx33">meeiro</a> Francisco Bennedito da Silva juntamente sua família. Mota Coqueiro teve vários conflitos com Francisco Benedito e chegou até a ameaçá-lo de expulsão das terras que ocupava. Francisca, uma das filhas de filhas de Francisco Bennedito, ficou grávida ao ter um caso amoroso com Mota Coqueiro, que não tinha filhos e já era avançado de idade. O pai ao saber do caso passou a pressionar Mota Coqueiro pedindo vantagens econômicas devido à gravidez de sua filha.</p>

<p id="wx34">Mota Coqueiro tinha vários inimigos pessoais e na política local. Um dos que mais incentivaram a sua condenação foi um primo, Julião Baptista, talvez por algum sentimento de vingança. Vários anos antes, enquanto o primo Julião Baptista estava estudando longe de Macaé, Mota Coqueiro aproveitou a sua ausência, cortejou e casou com sua antiga noiva. Esta morreu algum tempo depois e Mota Coqueiro casou novamente com Úrsula das Virgens.</p>

<p id="wx35">Também era mal visto na região, pois tinha tomado posse de várias extensões de terras, entre as quais, antigas propriedades dos Jesuítas que ficaram desocupadas quando estes foram expulsos do Brasil.</p>

<a id="Crime_e_Investiga.C3.A7.C3.A3o" name="Crime_e_Investiga.C3.A7.C3.A3o"/>
</wx:section><wx:section level="4" title="Crime e Investigação" id="wxsec7"><h4 id="wx36">Crime e Investigação</h4>

<p id="wx37">Em uma noite chuvosa de <a href="/wpt/1852" title="1852" wx:linktype="known" wx:pagename="1852" wx:page_id="24040" id="wx38">1852</a>, enquanto Mota Coqueiro recebia convidados, Francisco Bennedito e toda sua familia foram mortos a golpe de facões por um grupo de negros, escapando somente Francisca, a filha grávida. A casa foi incendiada, mas a chuva não permitiu que os corpos fossem queimados totalmente. Pereceram, Franciso Bennedito, sua esposa, três filhos adolescentes e três crianças, uma delas com três anos de idade.</p>

<p id="wx39">A filha sobrevivente fugiu durante dois dias pelas matas até que pediu auxílio em uma fazenda distante. O caso foi levado às autoridades que fizeram uma busca na fazenda de Mota Coqueiro. Encontraram roupas ensangüentadas na senzala, embaixo do catre de Balbina, uma velha escrava africana da nação Cabinda, líder religiosa dos escravos e que tinha sido adquirida recentemente.</p>

<p id="wx40">Ao ser acusado, Mota Coqueiro fugiu, mas foi detido um mês depois.</p>

<a id="Julgamento_e_Execu.C3.A7.C3.A3o" name="Julgamento_e_Execu.C3.A7.C3.A3o"/>
</wx:section><wx:section level="4" title="Julgamento e Execução" id="wxsec8"><h4 id="wx41">Julgamento e Execução</h4>

<p id="wx42">O Código de Processo Criminal de <a href="/wpt/1832" title="1832" wx:linktype="known" wx:pagename="1832" wx:page_id="24762" id="wx43">1832</a>, revisado em <a href="/wpt/1841" title="1841" wx:linktype="known" wx:pagename="1841" wx:page_id="24286" id="wx44">1841</a>, não permitia que um escravo testemunhasse contra seu senhor. Mas os escravos poderiam depor em juízo na qualidade de informantes, não prestando juramento. Como informante, a escrava Balbina disse que dois agregados livres, Florentino da Silva e Faustino Pereira, e o escravo Domingos teriam cometido o crime por ordem do seu senhor, Mota Coqueiro.</p>

<p id="wx45">O fato foi muito comentado na imprensa pois implicava um abastado fazendeiro de uma das mais prósperas regiões do <a href="/wpt/Brasil" title="Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Brasil" wx:page_id="404" id="wx46">Brasil</a> naquela época. A impressa comentava as notícias referindo-se a Mota Coqueiro como <i id="wx47">A Fera de Macabu</i>. Toda a população da região ficou revoltada com os fatos e apareceram testemunhos improváveis.</p>

<p id="wx48">No seu julgamento não foram apresentadas provas de que ordenara a chacina, a não ser evidências, informações de escravos e testemunhos de antigos desafetos. Além da escrava Balbina, depuseram contra Mota Coqueiro vários funcionários públicos de menor escalão e pequenos proprietários rurais, pessoas que anteriormente tinham tido atritos com o poderoso e arrogante fazendeiro (geralmente por posse de terras). A maior parte das testemunhas confirmou apenas que "ouviu dizerem".</p>

<p id="wx49">Foi julgado duas vezes e condenado à morte. Os tribunais superiores ratificaram a condenação.</p>

<p id="wx50">Pela Constituição vigente na época, o Imperador tinha o poder de conceder a graça imperial, isto é, de comutar as sentenças de morte em penas perpétuas - galés ou <a href="/wpt/Pris%C3%A3o" title="Prisão" wx:linktype="known" wx:pagename="Prisão" wx:page_id="218469" id="wx51">prisão</a>. Como o caso tinha tido muita repercussão, <a href="/wpt/D._Pedro_II" title="D. Pedro II" wx:linktype="known" wx:pagename="D._Pedro_II" wx:page_id="18431" id="wx52">D. Pedro II</a> negou-lhe a graça imperial apesar de ser rara a execução de um homem branco e rico.</p>

<p id="wx53">Até o final, Mota Coqueiro negou a autoria do crime. Embora se possa duvidar de sua inocência, é certo que não recebeu um julgamento justo. Foi executado na forca três anos depois do massacre, a <a href="/wpt/6_de_mar%C3%A7o" title="6 de março" wx:linktype="known" wx:pagename="6_de_março" wx:page_id="41108" id="wx54">6 de março</a> de <a href="/wpt/1855" title="1855" wx:linktype="known" wx:pagename="1855" wx:page_id="24041" id="wx55">1855</a>. Os cúmplices foram enforcados no dia 23 de junho do mesmo ano.</p>

<p id="wx56">O "caso Mota Coqueiro" entrou para a história como um dos maiores erros judiciários do <a href="/wpt/Brasil" title="Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Brasil" wx:page_id="404" id="wx57">Brasil</a>.</p>

<a id="Fatos_Controversos" name="Fatos_Controversos"/>
</wx:section></wx:section><wx:section level="2" title="Fatos Controversos" id="wxsec3"><h2 id="wx58">Fatos Controversos</h2>

<p id="wx59">A barbaridade do crime, o fato de um homem branco e rico ter sido enforcado, e a revelação de vários erros processuais e evidências descobertos após sua execução, levaram diversas lendas e fatos não comprovados serem tomados como fatos históricos.</p>

<a id="O_Verdadeiro_Culpado" name="O_Verdadeiro_Culpado"/>
<wx:section level="4" title="O Verdadeiro Culpado" id="wxsec9"><h4 id="wx60">O Verdadeiro Culpado</h4>

<p id="wx61">Uma das <a href="/wpt/Lenda" title="Lenda" wx:linktype="known" wx:pagename="Lenda" wx:page_id="40302" id="wx62">lendas</a> mais divulgadas é a de que a inocência de Mota Coqueiro teria sido comprovada posteriormente. Conta-se que Mota Coqueiro revelou ao padre na última confissão, um dia antes de ser enforcado, quem fora o verdadeiro mandante do crime, mas tal fato não deveria ser revelado a outras pessoas. Segundo esta versão, enquanto estava preso, um escravo o visitou e contou que o mandante fora sua própria esposa, pois esta ficara transtornada de ciúmes com a gravidez de Francisca e de ódio com as manobras interesseiras de Francisco Benedito. Sabe-se apenas que Ùrsula das Virgens morreu louca um ano depois do enforcamento de Mota Coqueiro.</p>

<p id="wx63">O livro de <a href="/wpt/Jos%C3%A9_do_Patroc%C3%ADnio" title="José do Patrocínio" wx:linktype="known" wx:pagename="José_do_Patrocínio" wx:page_id="12933" id="wx64">José do Patrocínio</a>, <i id="wx65"><a href="/wpt/Mota_Coqueiro_ou_a_Pena_de_Morte" title="Mota Coqueiro ou a Pena de Morte" wx:linktype="known" wx:pagename="Mota_Coqueiro_ou_a_Pena_de_Morte" wx:page_id="869693" id="wx66">Mota Coqueiro ou a Pena de Morte</a></i>, publicado 22 anos depois do enforcamento, inventou um personagem, o criminoso verdadeiro, que nunca existiu. Esta obra de ficção, baseada em fatos reais, iludiu muitos historiadores. É mais um libelo contra a pena de morte do que uma narração histórica confiável.</p>

<p id="wx67">Devido aos fatos tumultuados do julgamento, é impossível afirmar a culpabilidade ou inocência de Mota Coqueiro. Muito menos se tem informação confiável sobre uma outra pessoa que foi o verdadeiro culpado. Ao mesmo tempo, foi praticamente esquecido que dois agregados livres e um escravo também foram enforcados por terem sido os executores do crime.</p>

<a id="A_.C3.9Altima_Execu.C3.A7.C3.A3o_no_Brasil" name="A_.C3.9Altima_Execu.C3.A7.C3.A3o_no_Brasil"/>
</wx:section><wx:section level="4" title="A Última Execução no Brasil" id="wxsec10"><h4 id="wx68">A Última Execução no Brasil</h4>

<p id="wx69">Um renitente erro historiográfico insiste em afirmar que a execução de Mota Coqueiro foi a última no Brasil Imperial, em decorrência de o imperador <a href="/wpt/Pedro_II_do_Brasil" title="Pedro II do Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Pedro_II_do_Brasil" wx:page_id="6209" id="wx70">D. Pedro II</a> ter ficado abalado por mandar executar "um inocente". Desde então, não teria mais permitido a aplicação da <a href="/wpt/Pena_de_morte" title="Pena de morte" wx:linktype="known" wx:pagename="Pena_de_morte" wx:page_id="44509" id="wx71">pena de morte</a> no país. Esta versão veio ao encontro do gosto de monarquistas insatisfeitos com a <a href="/wpt/Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica" title="Proclamação da República" wx:linktype="known" wx:pagename="Proclamação_da_República" wx:page_id="69405" id="wx72">Proclamação da República</a> e assustados com a carnificina no governo de <a href="/wpt/Floriano_Peixoto" title="Floriano Peixoto" wx:linktype="known" wx:pagename="Floriano_Peixoto" wx:page_id="17438" id="wx73">Floriano Peixoto</a>.</p>

<p id="wx74">Mota Coqueiro não foi o último executado, nem mesmo o último homem livre executado no Brasil. Depois de sua execução, o Imperador mandou executar pelo menos dezesseis homens livres: entre <a href="/wpt/1855" title="1855" wx:linktype="known" wx:pagename="1855" wx:page_id="24041" id="wx75">1855</a> e <a href="/wpt/1865" title="1865" wx:linktype="known" wx:pagename="1865" wx:page_id="19581" id="wx76">1865</a>, oito réus foram efetivamente executados; sobre cinco faltam informações, e três tiveram a sua pena comutada posteriormente. Entre 1855 e 1876 no mínimo 30 escravos foram executados por <a href="/wpt/Forca" title="Forca" wx:linktype="known" wx:pagename="Forca" wx:page_id="128417" id="wx77">enforcamento</a>. Quanto à justiça militar, há registros de várias execuções entre 1855 e 1860. Durante a Guerra do Paraguai, o Imperador mandou executar cinco militares, dentre trinta e cinco condenados à morte. O último homem livre condenado à morte pela justiça civil e executado foi - provavelmente, pois não há notícias de que alguém o tenha sido posteriormente -, José Pereira de Souza, condenado pelo júri de Santa Luzia, em Goiás, enforcado na dita vila no dia 30 de outubro de 1861. O último condenado à morte pela justiça civil e executado foi o escravo Francisco, enforcado em <a href="/wpt/1876" title="1876" wx:linktype="known" wx:pagename="1876" wx:page_id="23903" id="wx78">1876</a>, em Pilar das Alagoas. Aconteceu que, à medida em que envelhecia, o imperador <a href="/wpt/Pedro_II_do_Brasil" title="Pedro II do Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Pedro_II_do_Brasil" wx:page_id="6209" id="wx79">D. Pedro II</a> se tornava cada vez mais avesso a negar pedidos de graça. Primeiramente, não mais permitiu a execução de sentenças capitais de homens livres; por fim, beneficiou os escravos. Portanto, tornaram-se cada vez mais raras à medida em que se aproxima o fim do Império, até que não foram mais aplicadas depois de <a href="/wpt/1876" title="1876" wx:linktype="known" wx:pagename="1876" wx:page_id="23903" id="wx80">1876</a>, apesar do júri continuar a condenar à morte. A <a href="/wpt/Pena_de_morte_no_Brasil" title="Pena de morte no Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Pena_de_morte_no_Brasil" wx:page_id="1523737" id="wx81">pena de morte</a> para crimes civis foi abolida apenas com a vigência da <a href="/wpt/Constitui%C3%A7%C3%A3o_brasileira_de_1891" title="Constituição brasileira de 1891" wx:linktype="known" wx:pagename="Constituição_brasileira_de_1891" wx:page_id="119874" id="wx82">Constituição brasileira de 1891</a>. A República aboliu de direito a pena de morte para crimes civis, mas continuou a ser admitida a punição de crimes militares, que ainda vige com a atual constituição. Houve várias execuções de revoltosos durante o governo <a href="/wpt/Floriano_Peixoto" title="Floriano Peixoto" wx:linktype="known" wx:pagename="Floriano_Peixoto" wx:page_id="17438" id="wx83">Floriano Peixoto</a>, mas há que se comprovar a sua legalidade.</p>

<a id="A_Maldi.C3.A7.C3.A3o_do_Coqueiro" name="A_Maldi.C3.A7.C3.A3o_do_Coqueiro"/>
</wx:section><wx:section level="4" title="A Maldição do Coqueiro" id="wxsec11"><h4 id="wx84">A Maldição do Coqueiro</h4>

<p id="wx85">Segundo a tradição, baseada na obra <a href="/wpt/Crimes_C%C3%A9lebres_de_Maca%C3%A9" title="Crimes Célebres de Macaé" wx:linktype="known" wx:pagename="Crimes_Célebres_de_Macaé" wx:page_id="1641322" id="wx86">Crimes Célebres de Macaé</a>, Mota Coqueiro teria lançado uma <a href="/wpt/Maldi%C3%A7%C3%A3o" title="Maldição" wx:linktype="known" wx:pagename="Maldição" wx:page_id="324817" id="wx87">maldição</a> sobre <a href="/wpt/Maca%C3%A9" title="Macaé" wx:linktype="known" wx:pagename="Macaé" wx:page_id="10146" id="wx88">Macaé</a>, onde ocorrera o seu julgamento e execução, dizendo que a cidade <i id="wx89">"...teria 100 anos de atraso pela injustiça que estava sendo feita a ele"</i>. A partir de então, afirma-se que a região mergulhou em grande marasmo econômico.</p>

<p id="wx90">O porto de Imbetiba (<a href="/wpt/Maca%C3%A9" title="Macaé" wx:linktype="known" wx:pagename="Macaé" wx:page_id="10146" id="wx91">Macaé</a>) era, naquela época, o quinto mais movimentado do país, pois servia para embarque dos produtos agrícolas da região para o <a href="/wpt/Rio_de_Janeiro_%28cidade%29" title="Rio de Janeiro (cidade)" wx:linktype="known" wx:pagename="Rio_de_Janeiro_(cidade)" wx:page_id="395679" id="wx92">Rio de Janeiro</a> de onde eram exportados. Com a inauguração da <a href="/wpt/Estrada_de_Ferro_Maca%C3%A9_e_Campos" title="Estrada de Ferro Macaé e Campos" wx:linktype="known" wx:pagename="Estrada_de_Ferro_Macaé_e_Campos" wx:page_id="1750976" id="wx93">Estrada de Ferro Macaé e Campos</a>, o porto perdeu importância. Entretanto, a expansão econômica da região Norte Fluminense prosseguirá, baseada na cultura da <a href="/wpt/Cana-de-a%C3%A7%C3%BAcar" title="Cana-de-açúcar" wx:linktype="known" wx:pagename="Cana-de-açúcar" wx:page_id="35779" id="wx94">cana-de-açúcar</a> até ao seu apogeu, por volta de <a href="/wpt/1870" title="1870" wx:linktype="known" wx:pagename="1870" wx:page_id="23899" id="wx95">1870</a>, estabilizando-se a partir de então. A decadência econômica só ocorreu, efetivamente, no início do <a href="/wpt/S%C3%A9culo_XX" title="Século XX" wx:linktype="known" wx:pagename="Século_XX" wx:page_id="11194" id="wx96">século XX</a>, mais de cinqüenta anos depois dos eventos relatados. Surpreendentemente, na <a href="/wpt/D%C3%A9cada_de_1970" title="Década de 1970" wx:linktype="known" wx:pagename="Década_de_1970" wx:page_id="11355" id="wx97">década de 1970</a>, quase 120 anos depois da execução de Mota Coqueiro, foi descoberto <a href="/wpt/Petr%C3%B3leo" title="Petróleo" wx:linktype="known" wx:pagename="Petróleo" wx:page_id="14512" id="wx98">petróleo</a> na <a href="/wpt/Bacia_de_Campos" title="Bacia de Campos" wx:linktype="known" wx:pagename="Bacia_de_Campos" wx:page_id="359739" id="wx99">Bacia de Campos</a>, registrando-se, a partir de então, um novo e expressivo surto de desenvolvimento econômico em <a href="/wpt/Maca%C3%A9" title="Macaé" wx:linktype="known" wx:pagename="Macaé" wx:page_id="10146" id="wx100">Macaé</a>.</p>

<a id="O_Perd.C3.A3o" name="O_Perd.C3.A3o"/>
</wx:section><wx:section level="4" title="O Perdão" id="wxsec12"><h4 id="wx101">O Perdão</h4>

<p id="wx102">Um outro fato controverso, totalmente contrário à "maldição do Coqueiro", conta que este perdoou a todos antes de subir no patíbulo, comportando-se, portanto, como um mártir cristão. Suas últimas palavras,segundo relato do médico que o assistiu, José Manuel Velho da Silva, foram: "O crime fez-se, porém eu sou inocente; peço perdão ao povo e à justiça, assim como eu perdôo de todo o meu coração". Como contraste, segundo o então juiz de direito da comarca de <a href="/wpt/Cabo_Frio" title="Cabo Frio" wx:linktype="known" wx:pagename="Cabo_Frio" wx:page_id="33767" id="wx103">Cabo Frio</a>, os cúmplices, dois agregados livres e um escravo, foram enforcados "sem que nada de extraordinário ocorresse, além da pertinácia dos referidos réus em não quererem receber os socorros espirituais".</p>

<p id="wx104">Deve notar-se que, posteriormente, várias pessoas sentiram que o equilíbrio social esteve ameaçado, pois um membro das classes dominantes foi acusado por escravos e outras pessoas socialmente inferiores. Portanto, este fato ressalta a "nobreza cavalheiresca" das classes dominantes diante da morte injusta, algo que certamente não condiz com o autoritário e ousado fazendeiro.</p>

<a id="Bibliografia" name="Bibliografia"/>
</wx:section></wx:section><wx:section level="2" title="Bibliografia" id="wxsec4"><h2 id="wx105"><wx:template id="wx_t2" pagename="Predefinição:Bibliografia" page_id="377386"/>Bibliografia<wx:templateend start="wx_t2"/></h2>

<ul id="wx106">
<li id="wx107">
<p id="wx108">CARVALHO FILHO, Luís Francisco. Mota Coqueiro: o erro em torno do erro. in: <i id="wx109">Revista Brasileira de Ciências Criminais</i>. v. 33, 2001.</p>
</li>

<li id="wx110"><a href="http://www.poshistoria.ufpr.br/documentos/2005/Iltoncesarmartins.pdf" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx111">MARTINS, Ilton César. Veredicto Culpado: a pena de morte enquanto instrumento de regulação social em Castro - PR (1853-1888); Dissertação de Mestrado; Universidade Federal do Paraná, 2005</a></li>

<li id="wx112">
<p id="wx113">MARCHI, Carlos. <i id="wx114">Fera de Macabu, a história e o romance de um condenado à morte</i>. Rio de Janeiro: Editora Record, 1998.</p>
</li>

<li id="wx115"><a href="/wpt/Jos%C3%A9_do_Patroc%C3%ADnio" title="José do Patrocínio" wx:linktype="known" wx:pagename="José_do_Patrocínio" wx:page_id="12933" id="wx116">PATROCÍNIO, José do</a>
<p id="wx117">. <i id="wx118"><a href="/wpt/Mota_Coqueiro_ou_a_Pena_de_Morte" title="Mota Coqueiro ou a Pena de Morte" wx:linktype="known" wx:pagename="Mota_Coqueiro_ou_a_Pena_de_Morte" wx:page_id="869693" id="wx119">Mota Coqueiro ou a Pena de Morte</a></i>. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves/SEEC, 1977. (1ª ed: 1878);</p>
</li>

<li id="wx120">
<p id="wx121">RIBEIRO, João Luiz. "No Meio das Galinhas as baratas não têm razão - A Lei de 10 de junho de 1835 - Os escravos e a pena de morte no Império do Brasil (1822-1889)". Rio de Janeiro: Editora Renovar,2005.</p>
</li>

<li id="wx122">
<p id="wx123">RIBEIRO, João Luiz. "A Violência Homicida diante do Tribunal do Júri da Corte do Rio de Janeiro", Tese de Doutorado, UFRJ, 2008.</p>
</li>

<li id="wx124">
<p id="wx125">TINOCO, Godofredo. <i id="wx126">Mota Coqueiro, a grande incógnita</i>. Rio de Janeiro: Livraria São José, 1966.</p>
</li>

<li id="wx127">
<p id="wx128">VASCONCELOS, Antonio Antão. <i id="wx129">Crimes Célebres de Macaé</i>. Macaé (RJ): 1901.</p>
</li>
</ul>

<a id="Ver_tamb.C3.A9m" name="Ver_tamb.C3.A9m"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Ver também" id="wxsec5"><h2 id="wx130"><wx:template id="wx_t3" pagename="Predefinição:Ver_também" page_id="62492"/>Ver também<wx:templateend start="wx_t3"/></h2>

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<li id="wx132"><a href="/wpt/Concei%C3%A7%C3%A3o_de_Macabu" title="Conceição de Macabu" wx:linktype="known" wx:pagename="Conceição_de_Macabu" wx:page_id="10145" id="wx133">Conceição de Macabu</a></li>

<li id="wx134"><a href="/wpt/Pena_de_morte" title="Pena de morte" wx:linktype="known" wx:pagename="Pena_de_morte" wx:page_id="44509" id="wx135">Pena de morte</a></li>

<li id="wx136"><a href="/wpt/Pena_de_morte_no_Brasil" title="Pena de morte no Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Pena_de_morte_no_Brasil" wx:page_id="1523737" id="wx137">Pena de morte no Brasil</a></li>
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<p id="wx144">  <i id="wx145">Este artigo é um <a href="/wpt/Wikipedia:Esbo%C3%A7o" title="Wikipedia:Esboço" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Esboço" id="wx146">esboço</a> sobre <b id="wx147"><a href="/wpt/Biografia" title="Biografia" wx:linktype="known" wx:pagename="Biografia" wx:page_id="20464" id="wx148">Biografias</a></b>. Pode ajudar a Wikipédia <span class="plainlinks" id="wx149"><a href="http://wpt/wpt/index.php?title=Manuel_da_Mota_Coqueiro&amp;action=edit" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx150">expandindo-o</a></span>.</i></p>
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