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<title>Fada</title>
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<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Fada" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Fada</h1>

<p id="wx2"><wx:template id="wx_t1" pagename="Predefinição:Minidesambig" page_id="63422"/></p>

<dl id="wx3">
<dd id="wx4"><font color="#000000" face="Verdana" id="wx5"><b id="wx6">Nota:</b></font> <i id="wx7">Se procura pela personagem da Marvel Comics, consulte <a href="/wpt/Fada_%28Marvel_Comics%29" title="Fada (Marvel Comics)" wx:linktype="known" wx:pagename="Fada_(Marvel_Comics)" wx:page_id="910381" id="wx8">Fada (Marvel Comics)</a></i>
<p id="wx9">.<wx:templateend start="wx_t1"/></p>
</dd>
</dl>

<div class="wx_image" wx:align="right" wx:thumb="thumb" id="wx10"><a href="/wpt/Imagem:Cinderella_-_Project_Gutenberg_etext_19993.jpg" title="A Fada-Madrinha e Cinderela." wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Cinderella_-_Project_Gutenberg_etext_19993.jpg" id="wx11"><img src="/wpt/Imagem:Cinderella_-_Project_Gutenberg_etext_19993.jpg" alt="A Fada-Madrinha e Cinderela." width="300" id="wx12"/></a> 

<div class="thumbcaption" id="wx13">
<p id="wx14">A Fada-Madrinha e <a href="/wpt/Cinderela" title="Cinderela" wx:linktype="known" wx:pagename="Cinderela" wx:page_id="67074" id="wx15">Cinderela</a>.</p>
</div>
</div>

<p id="wx16">A <b id="wx17">fada</b> é um ser <a href="/wpt/Mitologia" title="Mitologia" wx:linktype="known" wx:pagename="Mitologia" wx:page_id="1265" id="wx18">mitológico</a>, característico dos mitos <a href="/wpt/Celtas" title="Celtas" wx:linktype="known" wx:pagename="Celtas" wx:page_id="13870" id="wx19">célticos</a>, <a href="/wpt/Anglo-sax%C3%A3o" title="Anglo-saxão" wx:linktype="known" wx:pagename="Anglo-saxão" wx:page_id="227315" id="wx20">anglo-saxões</a>, <a href="/wpt/Germ%C3%A2nicos" title="Germânicos" wx:linktype="known" wx:pagename="Germânicos" wx:page_id="168877" id="wx21">germânicos</a> e <a href="/wpt/N%C3%B3rdicos" title="Nórdicos" wx:linktype="known" wx:pagename="Nórdicos" wx:page_id="314878" id="wx22">nórdicos</a>.</p>

<p id="wx23">As fadas também são conhecidas como sendo as fêmeas dos <a href="/wpt/Elfo" title="Elfo" wx:linktype="known" wx:pagename="Elfo" wx:page_id="42527" id="wx24">elfos</a>. O termo incorporou-se a cultura ocidental a partir dos assim chamados "<a href="/wpt/Contos_de_fadas" title="Contos de fadas" wx:linktype="known" wx:pagename="Contos_de_fadas" wx:page_id="305461" id="wx25">contos de fadas</a>". Nesse tipo de história, a fada é representada de forma semelhante a versão clássica dos elfos de <a href="/wpt/J.R.R._Tolkien" title="J.R.R. Tolkien" wx:linktype="known" wx:pagename="J.R.R._Tolkien" wx:page_id="35619" id="wx26">J.R.R. Tolkien</a>, porém apresentando "asas de libélula" as costas e utilizando-se de uma "<a href="/wpt/Varinha_de_cond%C3%A3o" title="Varinha de condão" wx:linktype="known" wx:pagename="Varinha_de_condão" wx:page_id="202818" id="wx27">varinha de condão</a>" para realizar encantamentos.</p>

<p id="wx28">Dependendo da obra em que aparece, a fada pode ser retratada em estatura de uma mulher normal ou diminuta. No primeiro caso, temos a fada de <a href="/wpt/Cinderela" title="Cinderela" wx:linktype="known" wx:pagename="Cinderela" wx:page_id="67074" id="wx29">Cinderela</a>. Como exemplo da segunda representação podemos citar "<a href="/wpt/Sininho" title="Sininho" wx:linktype="known" wx:pagename="Sininho" wx:page_id="564765" id="wx30">Sininho</a>", do <a href="/wpt/Literatura_infantil" title="Literatura infantil" wx:linktype="known" wx:pagename="Literatura_infantil" wx:page_id="81790" id="wx31">clássico infantil</a> "<a href="/wpt/Peter_Pan" title="Peter Pan" wx:linktype="known" wx:pagename="Peter_Pan" wx:page_id="68456" id="wx32">Peter Pan</a>", de <a href="/wpt/J._M._Barrie" title="J. M. Barrie" wx:linktype="known" wx:pagename="J._M._Barrie" wx:page_id="70417" id="wx33">J. M. Barrie</a>.</p>

<div id="wx_toc"/>

<a id="Etimologia" name="Etimologia"/>
<wx:section level="2" title="Etimologia" id="wxsec2"><h2 id="wx34">Etimologia</h2>

<p id="wx35">Segundo Schoereder (s/d., p. 66), o nome <b id="wx36">fada</b> "vem do <a href="/wpt/Latim" title="Latim" wx:linktype="known" wx:pagename="Latim" wx:page_id="1146" id="wx37">latim</a> <i id="wx38">fatum</i>, que significa fado, destino. Dessa forma, acredita-se que elas intervêm de forma mágica no destino das pessoas."</p>

<a id="As_fadas_de_Cottingley" name="As_fadas_de_Cottingley"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="As fadas de Cottingley" id="wxsec3"><h2 id="wx39">As fadas de Cottingley</h2>

<div class="wx_image" wx:align="right" wx:thumb="thumb" id="wx40"><a href="/wpt/Imagem:Cottingley_Fairies_1.jpg" title="As fadas de Cottingley." wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Cottingley_Fairies_1.jpg" id="wx41"><img src="/wpt/Imagem:Cottingley_Fairies_1.jpg" alt="As fadas de Cottingley." width="250" id="wx42"/></a> 

<div class="thumbcaption" id="wx43">
<p id="wx44">As fadas de Cottingley.</p>
</div>
</div>

<p id="wx45">Embora além da percepção das pessoas comuns, as fadas continuariam a existir em nosso mundo. Tal afirmação é feita à luz de diversos testemunhos de <a href="/wpt/Clarivid%C3%AAncia" title="Clarividência" wx:linktype="known" wx:pagename="Clarividência" wx:page_id="72237" id="wx46">clarividência</a>, de fenômenos <a href="/wpt/Paranormal" title="Paranormal" wx:linktype="known" wx:pagename="Paranormal" wx:page_id="213800" id="wx47">paranormais</a> e <a href="/wpt/Parapsicologia" title="Parapsicologia" wx:linktype="known" wx:pagename="Parapsicologia" wx:page_id="14291" id="wx48">parapsicológicos</a> que atestariam a realidade do "mundo invisível" onde supostamente vivem fadas e outros "espíritos mágicos da Natureza" (Coelho, 1987, pp. 36-7). Nas palavras de Schoereder (s/d., p. 21):</p>

<wx:template id="wx_t2" pagename="Predefinição:Cquote" page_id="1359390"/>
<table style="margin:auto; border-collapse:collapse; border-style:none; background-color:transparent;" class="cquote" id="wx49">
<tr id="wx50">
<td width="20" valign="top" style="color:#B2B7F2;font-size:35px;font-family:'Times New Roman',serif;font-weight:bold;text-align:left;padding:10px 10px;" id="wx51">
<p id="wx52">“</p>
</td>
<td valign="top" style="padding:4px 10px;" id="wx53">
<p id="wx54">São numerosos os relatos de pessoas que dizem ter observado seres estranhos, supostamente vindos de planos paralelos de existência.</p>
</td>
<td width="20" valign="bottom" style="color:#B2B7F2;font-size:36px;font-family:'Times New Roman',serif;font-weight:bold;text-align:right;padding:10px 10px;" id="wx55">
<p id="wx56">”</p>
</td>
</tr>
</table>

<wx:templateend start="wx_t2"/>
<p id="wx57">Um dos mais estranhos destes relatos citados por Schoereder em seu livro (e que ficou conhecido como <i id="wx58">as fadas de Cottingley</i>), é o que envolve duas primas, as adolescentes <a href="/wpt/Inglaterra" title="Inglaterra" wx:linktype="known" wx:pagename="Inglaterra" wx:page_id="1023" id="wx59">inglesas</a> Elsie Wright e Frances Griffiths, que em <a href="/wpt/1917" title="1917" wx:linktype="known" wx:pagename="1917" wx:page_id="13074" id="wx60">1917</a>, ao se fotografarem mutuamente num jardim, acabaram revelando também imagens de pequenas criaturas aladas, apontadas como fadas e duendes. O caso foi parar nos jornais e as fotos, publicadas no <i id="wx61">Strand Magazine</i> em <a href="/wpt/1920" title="1920" wx:linktype="known" wx:pagename="1920" wx:page_id="9798" id="wx62">1920</a>, despertaram a atenção até mesmo de <a href="/wpt/Sir" title="Sir" wx:linktype="known" wx:pagename="Sir" wx:page_id="124672" id="wx63">Sir</a> <a href="/wpt/Arthur_Conan_Doyle" title="Arthur Conan Doyle" wx:linktype="known" wx:pagename="Arthur_Conan_Doyle" wx:page_id="23596" id="wx64">Arthur Conan Doyle</a>, o criador de <a href="/wpt/Sherlock_Holmes" title="Sherlock Holmes" wx:linktype="known" wx:pagename="Sherlock_Holmes" wx:page_id="23608" id="wx65">Sherlock Holmes</a>.</p>

<p id="wx66">Doyle, que era um seguidor do <a href="/wpt/Espiritualismo" title="Espiritualismo" wx:linktype="known" wx:pagename="Espiritualismo" wx:page_id="4699" id="wx67">espiritualismo</a>, acreditou na veracidade das fotos e chegou mesmo a escrever um livro onde defende suas convicções, <i id="wx68">The Coming of the Fairies</i> ("A Vinda das Fadas"). Na época (ou posteriormente), não foi verificada nenhuma evidência de <a href="/wpt/Fraude" title="Fraude" wx:linktype="known" wx:pagename="Fraude" wx:page_id="108771" id="wx69">montagem fotográfica</a> nas imagens, e a autenticidade das mesmas tornou-se assunto de discussão, com adversários e defensores das mesmas digladiando-se nos jornais.</p>

<p id="wx70">Interrogadas, Elsie e Frances afirmaram que apenas elas podiam fotografar as fadas, e que mais ninguém poderia estar presente em tais momentos. Houve apenas uma testemunha independente das cenas visualizadas pelas adolescentes, o escritor <a href="/wpt/Teosofia" title="Teosofia" wx:linktype="known" wx:pagename="Teosofia" wx:page_id="47263" id="wx71">teosofista</a> Geoffrey L. Hodson, que confirmou o relato das duas.</p>

<p id="wx72">No início dos anos 1970, Elsie e Frances, agora senhoras idosas, foram entrevistadas pela <a href="/wpt/BBC" title="BBC" wx:linktype="known" wx:pagename="BBC" wx:page_id="1426747" id="wx73">BBC</a> e insistiram na autenticidade das fotos. Elsie afirmou que "se você pensar seriamente em alguma coisa ela se tornará sólida, real. Acredito que as fadas eram invenção da nossa imaginação" (Schoereder, s/d., p. 27). Embora isso possa soar como uma confissão de fraude, Schoereder defendeu Elsie e Frances com um argumento retirado da <a href="/wpt/Parapsicologia" title="Parapsicologia" wx:linktype="known" wx:pagename="Parapsicologia" wx:page_id="14291" id="wx74">parapsicologia</a>: elas poderiam ter a capacidade de registrar numa película fotográfica, imagens vistas em seus pensamentos.</p>

<p id="wx75">Mas finalmente em <a href="/wpt/1982" title="1982" wx:linktype="known" wx:pagename="1982" wx:page_id="11390" id="wx76">1982</a>, numa entrevista à Joe Cooper, Elsie e Frances admitiram que haviam forjado as quatro primeiras fotografias, sem precisar usar qualquer habilidade fotográfica: as fadas e duendes eram simplesmente recortes de papel, presos no matagal com alfinetes de chapéu. A evidência para isto fora encontrada anos antes, em <a href="/wpt/1977" title="1977" wx:linktype="known" wx:pagename="1977" wx:page_id="11426" id="wx77">1977</a>, por Fred Gettings. Ele havia descoberto num livro infantil, <i id="wx78">Princess Mary's Gift Book</i>, publicado por volta de <a href="/wpt/1914" title="1914" wx:linktype="known" wx:pagename="1914" wx:page_id="2003" id="wx79">1914</a> e que as duas meninas podem ter visto, um poema de Alfred Noyes intitulado "A Spell for a Fairy" ("Um feitiço para uma fada") ilustrado por Claude Shepperson. As fadas que aparecem na ilustração, embora com vestidos diferentes, são obviamente a origem das poses de três das quatro fadas que surgem na primeira foto de Frances tirada por Elsie, em julho de 1917.</p>

<p id="wx80">Conforme citado por Kronzek (2003, p. 131), "Frances lembrou-se de ter ficado chocada ao ver como algumas pessoas acreditavam nas suas histórias. Afinal, sublinhou ela, os alfinetes estavam bem visíveis em algumas fotos — mas, ainda assim, ninguém os notou."</p>

<a id="A_hierarquia_do_mundo_invis.C3.ADvel" name="A_hierarquia_do_mundo_invis.C3.ADvel"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="A hierarquia do mundo invisível" id="wxsec4"><h2 id="wx81">A hierarquia do mundo invisível</h2>

<div class="wx_image" wx:thumb="thumb" id="wx82"><a href="/wpt/Imagem:%C3%84ngs%C3%A4lvor_-_Nils_Blomm%C3%A9r_1850.jpg" title="Fadas do prado por Nils Blommér em 1850." wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Ängsälvor_-_Nils_Blommér_1850.jpg" id="wx83"><img src="/wpt/Imagem:%C3%84ngs%C3%A4lvor_-_Nils_Blomm%C3%A9r_1850.jpg" alt="Fadas do prado por Nils Blommér em 1850." width="250" id="wx84"/></a> 

<div class="thumbcaption" id="wx85">
<p id="wx86">Fadas do <a href="/wpt/Prado" title="Prado" wx:linktype="known" wx:pagename="Prado" wx:page_id="16520" id="wx87">prado</a> por Nils Blommér em <a href="/wpt/1850" title="1850" wx:linktype="known" wx:pagename="1850" wx:page_id="20700" id="wx88">1850</a>.</p>
</div>
</div>

<p id="wx89">Segundo a <a href="/wpt/Teosofia" title="Teosofia" wx:linktype="known" wx:pagename="Teosofia" wx:page_id="47263" id="wx90">teosofia</a>, os espíritos da natureza podem ser categorizados hierarquicamente, na forma como se segue (Gelder, 1986):</p>

<ul id="wx91">
<li id="wx92"><i id="wx93"><a href="/wpt/Anjo" title="Anjo" wx:linktype="known" wx:pagename="Anjo" wx:page_id="40891" id="wx94">Anjos</a></i>
<p id="wx95">ou <i id="wx96"><a href="/wpt/Deva" title="Deva" wx:linktype="known" wx:pagename="Deva" wx:page_id="49736" id="wx97">Devas</a></i>: seres luminosos de grande inteligência que agem como orientadores da Natureza e supervisores dos espíritos de menor importância.</p>
</li>
</ul>

<ul id="wx98">
<li id="wx99"><i id="wx100">Elementais</i>
<p id="wx101">, <i id="wx102">Espíritos da Natureza</i> ou <i id="wx103">Fadas</i>: espíritos dos quatro elementos (<a href="/wpt/Ar" title="Ar" wx:linktype="known" wx:pagename="Ar" wx:page_id="16608" id="wx104">ar</a>, <a href="/wpt/%C3%81gua" title="Água" wx:linktype="known" wx:pagename="Água" wx:page_id="5313" id="wx105">água</a>, <a href="/wpt/Terra" title="Terra" wx:linktype="known" wx:pagename="Terra" wx:page_id="1800" id="wx106">terra</a> e <a href="/wpt/Fogo" title="Fogo" wx:linktype="known" wx:pagename="Fogo" wx:page_id="2626" id="wx107">fogo</a>).</p>
</li>
</ul>

<ul id="wx108">
<li id="wx109">
<ul id="wx110">
<li id="wx111"><b id="wx112">Elementais do ar</b>
<p id="wx113">: divididos em <i id="wx114">sílfides</i> ou <i id="wx115">fadas das nuvens</i> e <i id="wx116">fadas das tempestades</i>. As primeiras vivem nas nuvens, são dotadas de elevada inteligência e sua principal atividade é transferir luz para as plantas; interessam-se muito também por animais e por pessoas, para as quais podem agir como protetoras e guias. As fadas das tempestades possuem grande energia e circulam sobre as florestas e ao redor dos picos das montanhas; costumam ser vistas em grupos pelas alturas e só descem à superfície quando o vento está forte.</p>
</li>
</ul>
</li>
</ul>

<ul id="wx117">
<li id="wx118">
<ul id="wx119">
<li id="wx120"><b id="wx121">Elementais da terra</b>
<p id="wx122">: seus principais representantes são os <i id="wx123">gnomos</i>, criaturas de cerca de um metro de altura que vivem no interior da terra (embora existam gnomos da floresta, que cuidam basicamente das raízes das plantas). Os <i id="wx124">kobolds</i>, menores que os gnomos, são mais amigáveis e prestativos para os humanos que seus parentes, embora sejam igualmente cautelosos. Os <i id="wx125">gigantes</i> são entidades enormes que costumam estar ligados à montanhas, embora também possam viver em florestas antigas. Finalmente, os <i id="wx126">Devas da Montanha</i>, são os elementais da terra mais evoluídos, entidades que permeiam e trabalham com uma montanha ou uma cadeia inteira de montanhas, com sua consciência tão profundamente imersa na Terra que mal tomam conhecimento da existência de criaturas de vida breve, como os homens.</p>
</li>
</ul>
</li>
</ul>

<ul id="wx127">
<li id="wx128">
<ul id="wx129">
<li id="wx130"><b id="wx131">Elementais do fogo</b>
<p id="wx132">: as <i id="wx133">salamandras</i> ou <i id="wx134">espíritos do fogo</i>, habitam o subsolo vulcânico, os relâmpagos e as fogueiras. São mais poderosas que as fadas dos jardins, mas estão mais distantes da humanidade também. São espíritos de transformação, responsáveis pela conversão de matéria em decomposição em solo fértil. Podem agir também como espíritos de inspiração, mediadores entre o mundo angélico e os níveis físicos de criação (ou seja, agem como <a href="/wpt/Musa" title="Musa" wx:linktype="known" wx:pagename="Musa" wx:page_id="55292" id="wx135">musas</a>).</p>
</li>
</ul>
</li>
</ul>

<ul id="wx136">
<li id="wx137">
<ul id="wx138">
<li id="wx139"><b id="wx140">Elementais das águas</b>
<p id="wx141">: representados pelas <i id="wx142">ninfas</i>, <i id="wx143">ondinas</i>, <i id="wx144">espíritos das águas</i> e <i id="wx145">náiades</i>, são responsáveis por retirar energia do sol para transmití-la à água. As <i id="wx146">ninfas</i> estão ligadas às águas, mas também à montanhas e florestas. Regulam o fluxo da água na crosta terrestre e dão personalidade e individualidade a locais aquáticos, tais como poços, lagos e fontes. Podem assumir a forma de peixes, os quais protegem. As <i id="wx147">ondinas</i> parecem estar restritas a determinadas localidades, sendo responsáveis pelas quedas d'água e a vegetação circundante. Os <i id="wx148">espíritos das águas</i> vivem em rios, fontes, lagos e pântanos. Assemelham-se a belas donzelas, muitas vezes com caudas de peixe; gostam de música e dança, e têm o dom da profecia. Embora possam ajudar eventualmente os seres humanos, estes têm de se acautelar com tais espíritos, que podem ser traiçoeiros e afogar pessoas. Da mesma forma que os espíritos das águas, as <i id="wx149">náiades</i> presidem os rios, correntezas, ribeiros, fontes, lagos, lagoas, poços e pântanos.</p>
</li>
</ul>
</li>
</ul>

<a id="As_fadas_em_Harry_Potter" name="As_fadas_em_Harry_Potter"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="As fadas em Harry Potter" id="wxsec5"><h2 id="wx150">As fadas em <a href="/wpt/Harry_Potter" title="Harry Potter" wx:linktype="known" wx:pagename="Harry_Potter" wx:page_id="7271" id="wx151">Harry Potter</a></h2>

<p id="wx152">No <a href="/wpt/Universo" title="Universo" wx:linktype="known" wx:pagename="Universo" wx:page_id="13228" id="wx153">universo</a> ficcional de <a href="/wpt/Harry_Potter" title="Harry Potter" wx:linktype="known" wx:pagename="Harry_Potter" wx:page_id="7271" id="wx154">Harry Potter</a>, as fadas são pequenos animais <a href="/wpt/Human%C3%B3ide" title="Humanóide" wx:linktype="known" wx:pagename="Humanóide" wx:page_id="73579" id="wx155">humanóides</a> de baixa inteligência e fraco poder mágico. Dotadas de asas de inseto multicoloridas, são utilizadas pelos <a href="/wpt/Bruxo" title="Bruxo" wx:linktype="known" wx:pagename="Bruxo" wx:page_id="174685" id="wx156">bruxos</a> para compôr decorações vivas. Habitantes de matas e <a href="/wpt/P%C3%A2ntano" title="Pântano" wx:linktype="known" wx:pagename="Pântano" wx:page_id="26656" id="wx157">alagadiços</a>, são criaturas mudas que comunicam-se através de zumbidos. Reproduzem-se pondo ovos na parte de baixo de folhas.</p>

<a id="A_Fada_do_Dente" name="A_Fada_do_Dente"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="A Fada do Dente" id="wxsec6"><h2 id="wx158">A Fada do Dente</h2>

<p id="wx159">Há uma <a href="/wpt/Tradi%C3%A7%C3%A3o" title="Tradição" wx:linktype="known" wx:pagename="Tradição" wx:page_id="129583" id="wx160">tradição</a> nos <a href="/wpt/Estados_Unidos" title="Estados Unidos" wx:linktype="known" wx:pagename="Estados_Unidos" wx:page_id="222590" id="wx161">Estados Unidos</a>, <a href="/wpt/Canad%C3%A1" title="Canadá" wx:linktype="known" wx:pagename="Canadá" wx:page_id="497" id="wx162">Canadá</a>, <a href="/wpt/Espanha" title="Espanha" wx:linktype="known" wx:pagename="Espanha" wx:page_id="785" id="wx163">Espanha</a> e em parte do <a href="/wpt/Reino_Unido" title="Reino Unido" wx:linktype="known" wx:pagename="Reino_Unido" wx:page_id="1661" id="wx164">Reino Unido</a>, segundo a qual a "Fada do Dente" viria à noite para trocar o "<a href="/wpt/Dente" title="Dente" wx:linktype="known" wx:pagename="Dente" wx:page_id="42357" id="wx165">dente de leite</a>", colocado sob o travesseiro de uma criança, por uma moeda ou um pequeno presente.</p>

<p id="wx166">Histórias sobre a Fada do Dente circulam desde o início do <a href="/wpt/S%C3%A9culo_XX" title="Século XX" wx:linktype="known" wx:pagename="Século_XX" wx:page_id="11194" id="wx167">século XX</a>, embora ninguém saiba sua origem exata. Todavia, trocar "dentes de leite" por presentes é algo que remonta aos <a href="/wpt/Viking" title="Viking" wx:linktype="known" wx:pagename="Viking" wx:page_id="1616218" id="wx168">vikings</a>, mais de mil anos atrás.</p>

<a id="Fadas_na_cultura_popular" name="Fadas_na_cultura_popular"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Fadas na cultura popular" id="wxsec7"><h2 id="wx169">Fadas na cultura popular</h2>

<ul id="wx170">
<li id="wx171"><a href="/wpt/Lorelei" title="Lorelei" wx:linktype="known" wx:pagename="Lorelei" wx:page_id="870498" id="wx172">Lorelei</a>
<p id="wx173">, a fada alemã, de longos cabelos louros, que canta para atrair os homens e afogá-los.</p>
</li>

<li id="wx174"><a href="/wpt/Melusina" title="Melusina" wx:linktype="known" wx:pagename="Melusina" wx:page_id="793259" id="wx175">Melusina</a>
<p id="wx176">, a mulher-serpente, fugiu no dia em que o marido, Raymond de Poitou, demasiado curioso, surpreendeu-a no banho em seu aspecto encantado.</p>
</li>

<li id="wx177"><a href="/wpt/Morgana_Le_Fay" title="Morgana Le Fay" wx:linktype="known" wx:pagename="Morgana_Le_Fay" wx:page_id="1619794" id="wx178">Morgana Le Fay</a>
<p id="wx179">, a protetora do <a href="/wpt/Rei_Artur" title="Rei Artur" wx:linktype="known" wx:pagename="Rei_Artur" wx:page_id="394" id="wx180">rei Artur</a> em <a href="/wpt/Avalon" title="Avalon" wx:linktype="known" wx:pagename="Avalon" wx:page_id="150932" id="wx181">Avalon</a>.</p>
</li>

<li id="wx182"><a href="/wpt/Dama_do_Lago" title="Dama do Lago" wx:linktype="known" wx:pagename="Dama_do_Lago" wx:page_id="481893" id="wx183">Viviane</a>
<p id="wx184">, a amante de <a href="/wpt/Merlin" title="Merlin" wx:linktype="known" wx:pagename="Merlin" wx:page_id="73940" id="wx185">Merlin</a>.</p>
</li>
</ul>

<a id="Ver_tamb.C3.A9m" name="Ver_tamb.C3.A9m"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Ver também" id="wxsec8"><h2 id="wx186"><wx:template id="wx_t3" pagename="Predefinição:Ver_também" page_id="62492"/>Ver também<wx:templateend start="wx_t3"/></h2>

<ul id="wx187">
<li id="wx188"><a href="/wpt/S%C3%ADdhe" title="Sídhe" wx:linktype="known" wx:pagename="Sídhe" wx:page_id="1083964" id="wx189">Sídhe</a></li>
</ul>

<a id="Bibliografia" name="Bibliografia"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Bibliografia" id="wxsec9"><h2 id="wx190"><wx:template id="wx_t4" pagename="Predefinição:Bibliografia" page_id="377386"/>Bibliografia<wx:templateend start="wx_t4"/></h2>

<ul id="wx191">
<li id="wx192">
<p id="wx193">COELHO, Nelly Novaes. <i id="wx194">O Conto de Fadas</i>. São Paulo: Ática, 1987. <a href="/wpt/index.php?title=Especial:Booksources&amp;isbn=8508015240" class="internal" id="wx195">ISBN 8508015240</a></p>
</li>

<li id="wx196">
<p id="wx197">GELDER, Dora Van. <i id="wx198">O mundo real das fadas</i>. São Paulo: Pensamento, 1986.</p>
</li>

<li id="wx199">
<p id="wx200">KRONZEK, Allan Zola. <i id="wx201">O Manual do Bruxo – um dicionário do mundo mágico de Harry Potter</i>. Rio de Janeiro: Sextante, 2003. <a href="/wpt/index.php?title=Especial:Booksources&amp;isbn=8575420690" class="internal" id="wx202">ISBN 85-7542-069-0</a></p>
</li>

<li id="wx203">
<p id="wx204">SCAMANDER, Newt. <i id="wx205">Animais Fantásticos e Onde Habitam</i>. Rio de Janeiro: Rocco, 2001. <a href="/wpt/index.php?title=Especial:Booksources&amp;isbn=8532513298" class="internal" id="wx206">ISBN 85-325-1329-8</a></p>
</li>

<li id="wx207">
<p id="wx208">SCHOEREDER, Gilberto. <i id="wx209">Fadas, duendes e gnomos. O mundo invisível</i>. São Paulo: Hemus, s/d. <a href="/wpt/index.php?title=Especial:Booksources&amp;isbn=8528903664" class="internal" id="wx210">ISBN 8528903664</a></p>
</li>
</ul>
</wx:section></wx:section></div>
<div id="wx_categorylinks">
<a href="/wpt/index.php?title=Especial:Categories&amp;article=Fada" title="Especial:Categories" wx:linktype="known" wx:pagename="Especial:Categories" id="wx211">Categorias de páginas</a>: <span dir="ltr" id="wx212"><a href="/wpt/Categoria:Fadas" title="Categoria:Fadas" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Fadas" wx:page_id="1477534" id="wx213">Fadas</a></span></div>
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<p id="wx237">Fada (Marvel Comics)</p>
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<wx:templatearguments for="wx_t2"><wx:argument name="1">
<p id="wx238">São numerosos os relatos de pessoas que dizem ter observado seres estranhos, supostamente vindos de planos paralelos de existência.</p>
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<p id="wx239">São numerosos os relatos de pessoas que dizem ter observado seres estranhos, supostamente vindos de planos paralelos de existência.</p>
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<wx:templatearguments for="wx_t4"><wx:argument name="1">
<p id="wx240">São numerosos os relatos de pessoas que dizem ter observado seres estranhos, supostamente vindos de planos paralelos de existência.</p>
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