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<title>Companhia Paulista de Estradas de Ferro</title>
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<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Companhia Paulista de Estradas de Ferro" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Companhia Paulista de Estradas de Ferro</h1>

<div class="wx_image" wx:align="right" wx:thumb="thumb" id="wx2"><a href="/wpt/Imagem:Esta%C3%A7%C3%A3o_ferrovi%C3%A1ria_-_centro_cultural_de_Campinas_001.jpg" title="A Estação de Campinas, uma das mais importantes da Companhia Paulista." wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Estação_ferroviária_-_centro_cultural_de_Campinas_001.jpg" id="wx3"><img src="/wpt/Imagem:Esta%C3%A7%C3%A3o_ferrovi%C3%A1ria_-_centro_cultural_de_Campinas_001.jpg" alt="A Estação de Campinas, uma das mais importantes da Companhia Paulista." width="350" id="wx4"/></a> 

<div class="thumbcaption" id="wx5">
<p id="wx6">A Estação de <a href="/wpt/Campinas" title="Campinas" wx:linktype="known" wx:pagename="Campinas" wx:page_id="29868" id="wx7">Campinas</a>, uma das mais importantes da <i id="wx8">Companhia Paulista</i>.</p>
</div>
</div>

<p id="wx9">A <b id="wx10">Companhia Paulista de Estradas de Ferro</b> foi uma <a href="/wpt/Ferrovia" title="Ferrovia" wx:linktype="known" wx:pagename="Ferrovia" wx:page_id="38347" id="wx11">ferrovia</a> <a href="/wpt/Brasil" title="Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Brasil" wx:page_id="404" id="wx12">brasileira</a> situada no estado de <a href="/wpt/S%C3%A3o_Paulo" title="São Paulo" wx:linktype="known" wx:pagename="São_Paulo" wx:page_id="1719" id="wx13">São Paulo</a>. Ela ficou conhecida pelo seu alto padrão de qualidade no atendimento ao público. A preocupação com a pontualidade era tão grande que as pessoas diziam que acertavam os relógios na chegada dos trens.</p>

<div id="wx_toc"/>

<a id="Hist.C3.B3ria" name="Hist.C3.B3ria"/>
<wx:section level="2" title="História" id="wxsec2"><h2 id="wx14">História</h2>

<a id="Funda.C3.A7.C3.A3o" name="Funda.C3.A7.C3.A3o"/>
<wx:section level="3" title="Fundação" id="wxsec7"><h3 id="wx15">Fundação</h3>

<p id="wx16">A <a href="/wpt/Ferrovia" title="Ferrovia" wx:linktype="known" wx:pagename="Ferrovia" wx:page_id="38347" id="wx17">ferrovia</a> foi idealizada, em <a href="/wpt/1864" title="1864" wx:linktype="known" wx:pagename="1864" wx:page_id="23999" id="wx18">1864</a>, por um grupo de <a href="/wpt/Fazendeiro" title="Fazendeiro" wx:linktype="known" wx:pagename="Fazendeiro" wx:page_id="180776" id="wx19">fazendeiros</a>, negociantes e <a href="/wpt/Capitalista" title="Capitalista" wx:linktype="known" wx:pagename="Capitalista" wx:page_id="46887" id="wx20">capitalistas</a> que necessitavam de um meio de escoar o <a href="/wpt/Caf%C3%A9" title="Café" wx:linktype="known" wx:pagename="Café" wx:page_id="91449" id="wx21">café</a> cultivado no interior do estado de São Paulo. Estes pretendiam que a <a href="/wpt/S%C3%A3o_Paulo_Railway" title="São Paulo Railway" wx:linktype="known" wx:pagename="São_Paulo_Railway" wx:page_id="24134" id="wx22">São Paulo Railway</a>, a "Inglesa" ou "<a href="/wpt/Santos" title="Santos" wx:linktype="known" wx:pagename="Santos" wx:page_id="7266" id="wx23">Santos</a>-<a href="/wpt/Jundia%C3%AD" title="Jundiaí" wx:linktype="known" wx:pagename="Jundiaí" wx:page_id="23171" id="wx24">Jundiaí</a>", levasse seus <a href="/wpt/Trilho" title="Trilho" wx:linktype="known" wx:pagename="Trilho" wx:page_id="156383" id="wx25">trilhos</a> até a então São João do Rio Claro (atual <a href="/wpt/Rio_Claro_%28S%C3%A3o_Paulo%29" title="Rio Claro (São Paulo)" wx:linktype="known" wx:pagename="Rio_Claro_(São_Paulo)" wx:page_id="36116" id="wx26">Rio Claro</a>), já que detinha a concessão para tal.</p>

<p id="wx27">A decisão de fundar a "Companhia Paulista" surgiu após a São Paulo Railway declarar que não seria possível prolongar a ferrovia adiante, nem sequer até a cidade de <a href="/wpt/Campinas" title="Campinas" wx:linktype="known" wx:pagename="Campinas" wx:page_id="29868" id="wx28">Campinas</a>, devido às perdas com a <a href="/wpt/Guerra_do_Paraguai" title="Guerra do Paraguai" wx:linktype="known" wx:pagename="Guerra_do_Paraguai" wx:page_id="10206" id="wx29">Guerra do Paraguai</a>. Os trilhos da São Paulo Railway chegaram só até Jundiaí. Nesta <a href="/wpt/Cidade" title="Cidade" wx:linktype="known" wx:pagename="Cidade" wx:page_id="8997" id="wx30">cidade</a> começou-se a construir os trilhos da Companhia Paulista rumo ao interior de São Paulo.</p>

<p id="wx31">O presidente da <a href="/wpt/Prov%C3%ADncia" title="Província" wx:linktype="known" wx:pagename="Província" wx:page_id="14810" id="wx32">província</a> de São Paulo na época, <a href="/wpt/Joaquim_Saldanha_Marinho" title="Joaquim Saldanha Marinho" wx:linktype="known" wx:pagename="Joaquim_Saldanha_Marinho" wx:page_id="484364" id="wx33">Joaquim Saldanha Marinho</a>, teve atuação fundamental na fundação da Companhia Paulista, aglutinando no mesmo ideal os capitalistas e fazendeiros que se digladiavam por interesses políticos naquele momento.<sup id="_ref-0" class="reference"><a href="#_note-0" title="" wx:fragment="_note-0" wx:linktype="note" id="wx34"/></sup></p>

<p id="wx35">A Companhia Paulista foi então fundada no dia <a href="/wpt/30_de_janeiro" title="30 de janeiro" wx:linktype="known" wx:pagename="30_de_janeiro" wx:page_id="24871" id="wx36">30 de janeiro</a> de <a href="/wpt/1868" title="1868" wx:linktype="known" wx:pagename="1868" wx:page_id="13299" id="wx37">1868</a>, sob a presidência de <a href="/wpt/Clemente_Falc%C3%A3o_de_Sousa_Filho" class="new" title="Clemente Falcão de Sousa Filho" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Clemente_Falcão_de_Sousa_Filho" id="wx38">Clemente Falcão de Sousa Filho</a>, porém as obras de construção da linha iniciaram-se mais de um ano após essa data, após as aprovações dos estatutos da Companhia Paulista pelo <a href="/wpt/Brasil_Imp%C3%A9rio" title="Brasil Império" wx:linktype="known" wx:pagename="Brasil_Império" wx:page_id="1564283" id="wx39">Governo Imperial</a>. Finalmente, no dia <a href="/wpt/11_de_agosto" title="11 de agosto" wx:linktype="known" wx:pagename="11_de_agosto" wx:page_id="22900" id="wx40">11 de agosto</a> de <a href="/wpt/1872" title="1872" wx:linktype="known" wx:pagename="1872" wx:page_id="23901" id="wx41">1872</a>, com uma <a href="/wpt/Bitola" title="Bitola" wx:linktype="known" wx:pagename="Bitola" wx:page_id="345809" id="wx42">bitola</a> de 1,60 <a href="/wpt/Metro" title="Metro" wx:linktype="known" wx:pagename="Metro" wx:page_id="6990" id="wx43">metros</a>, chamada "bitola larga", foi inaugurado o primeiro trecho, entre Jundiaí e Campinas.</p>

<a id="Expans.C3.A3o" name="Expans.C3.A3o"/>
</wx:section><wx:section level="3" title="Expansão" id="wxsec8"><h3 id="wx44">Expansão</h3>

<p id="wx45">Seus trilhos foram avançando pelo interior adentro, chegando a Rio Claro em <a href="/wpt/1875" title="1875" wx:linktype="known" wx:pagename="1875" wx:page_id="23902" id="wx46">1875</a> e a <a href="/wpt/Descalvado" title="Descalvado" wx:linktype="known" wx:pagename="Descalvado" wx:page_id="34859" id="wx47">Descalvado</a> em <a href="/wpt/1876" title="1876" wx:linktype="known" wx:pagename="1876" wx:page_id="23903" id="wx48">1876</a>. Porém, seu crescimento foi posto em xeque quando a Companhia Paulista não aceitou dobrar-se a interesses políticos que impunham que o traçado do prolongamento a <a href="/wpt/S%C3%A3o_Carlos_%28S%C3%A3o_Paulo%29" title="São Carlos (São Paulo)" wx:linktype="known" wx:pagename="São_Carlos_(São_Paulo)" wx:page_id="18357" id="wx49">São Carlos</a> passasse pelo <i id="wx50">Morro Pelado</i> (atual <a href="/wpt/Anal%C3%A2ndia" title="Analândia" wx:linktype="known" wx:pagename="Analândia" wx:page_id="30648" id="wx51">Analândia</a>) para atender a <a href="/wpt/Fazendeiro" title="Fazendeiro" wx:linktype="known" wx:pagename="Fazendeiro" wx:page_id="180776" id="wx52">fazendeiros</a> influentes.</p>

<p id="wx53">Da mesma forma, por critérios políticos, na gestão de <a href="/wpt/Laurindo_Abelardo_de_Brito" title="Laurindo Abelardo de Brito" wx:linktype="known" wx:pagename="Laurindo_Abelardo_de_Brito" wx:page_id="1302502" id="wx54">Laurindo Abelardo de Brito</a> como presidente da <a href="/wpt/Prov%C3%ADncia" title="Província" wx:linktype="known" wx:pagename="Província" wx:page_id="14810" id="wx55">província</a> de São Paulo, a Companhia Paulista ficou impedida de prolongar suas linhas até <a href="/wpt/Ribeir%C3%A3o_Preto" title="Ribeirão Preto" wx:linktype="known" wx:pagename="Ribeirão_Preto" wx:page_id="18355" id="wx56">Ribeirão Preto</a>, diretriz natural da então linha tronco, que acabou findando em Descalvado.</p>

<p id="wx57">Tal prolongamento foi concedido à <a href="/wpt/Companhia_Mogiana_de_Estradas_de_Ferro" title="Companhia Mogiana de Estradas de Ferro" wx:linktype="known" wx:pagename="Companhia_Mogiana_de_Estradas_de_Ferro" wx:page_id="76248" id="wx58">Companhia Mogiana</a>, numa evidente "quebra" de seu traçado original. Foi, então, fundada a <a href="/wpt/Companhia_Rio_Claro" class="new" title="Companhia Rio Claro" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Companhia_Rio_Claro" id="wx59">Companhia Rio Claro</a>, que levou a concessão do prolongamento a <a href="/wpt/S%C3%A3o_Carlos_%28S%C3%A3o_Paulo%29" title="São Carlos (São Paulo)" wx:linktype="known" wx:pagename="São_Carlos_(São_Paulo)" wx:page_id="18357" id="wx60">São Carlos</a> e <a href="/wpt/Araraquara" title="Araraquara" wx:linktype="known" wx:pagename="Araraquara" wx:page_id="26706" id="wx61">Araraquara</a>, com um ramal para <a href="/wpt/Ja%C3%BA" title="Jaú" wx:linktype="known" wx:pagename="Jaú" wx:page_id="34964" id="wx62">Jaú</a> partindo de <a href="/wpt/Itirapina" title="Itirapina" wx:linktype="known" wx:pagename="Itirapina" wx:page_id="34951" id="wx63">Itirapina</a>.</p>

<p id="wx64">Alguns anos após, foi proposta, pela Companhia Rio Claro, a fusão desta com a Companhia Paulista, porém as bases propostas para tal transação não foram aceitas pela Companhia Paulista, através de seu então presidente <a href="/wpt/Fid%C3%AAncio_Nepomuceno_Prates" class="new" title="Fidêncio Nepomuceno Prates" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Fidêncio_Nepomuceno_Prates" id="wx65">Fidêncio Nepomuceno Prates</a>, apesar de ter havido recomendação de membros do seu corpo técnico que vistoriaram as instalações da Companhia Rio Claro, para que a fusão se concretizasse.</p>

<p id="wx66">Logo após este fato, a Companhia Rio Claro foi vendida para a "<a href="/wpt/The_Rio_Claro_S%C3%A3o_Paulo_Railway_Company" class="new" title="The Rio Claro São Paulo Railway Company" wx:linktype="unknown" wx:pagename="The_Rio_Claro_São_Paulo_Railway_Company" id="wx67">The Rio Claro São Paulo Railway Company</a>", com sede em <a href="/wpt/Londres" title="Londres" wx:linktype="known" wx:pagename="Londres" wx:page_id="1197" id="wx68">Londres</a>, que dotou a linha de várias melhorias e construiu novos ramais.</p>

<p id="wx69">Devido a rumores de uma possível fusão da "The Rio Claro" com a Companhia Mogiana, a diretoria da Companhia Paulista, através de seu presidente Conselheiro <a href="/wpt/Ant%C3%B4nio_da_Silva_Prado" title="Antônio da Silva Prado" wx:linktype="known" wx:pagename="Antônio_da_Silva_Prado" wx:page_id="317298" id="wx70">Antônio da Silva Prado</a> autorizou a compra da "The Rio Claro" no ano de <a href="/wpt/1892" title="1892" wx:linktype="known" wx:pagename="1892" wx:page_id="19268" id="wx71">1892</a>, pela quantia de 2.775.000 <a href="/wpt/Libra" title="Libra" wx:linktype="known" wx:pagename="Libra" wx:page_id="17331" id="wx72">libras</a> esterlinas, com um <a href="/wpt/Empr%C3%A9stimo" title="Empréstimo" wx:linktype="known" wx:pagename="Empréstimo" wx:page_id="184085" id="wx73">empréstimo</a> de 2.750.000 libras obtido em <a href="/wpt/Londres" title="Londres" wx:linktype="known" wx:pagename="Londres" wx:page_id="1197" id="wx74">Londres</a> e 25.000 libras no ato da compra.<sup id="_ref-adolfo_0" class="reference"><a href="#_note-adolfo" title="" wx:fragment="_note-adolfo" wx:linktype="note" id="wx75"/></sup><sup id="_ref-1" class="reference"><a href="#_note-1" title="" wx:fragment="_note-1" wx:linktype="note" id="wx76"/></sup></p>

<p id="wx77">Nesta mesma época, a Companhia Paulista adquiriu três pequenas ferrovias: a <a href="/wpt/Companhia_Itatibense_de_Estradas_de_Ferro" class="new" title="Companhia Itatibense de Estradas de Ferro" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Companhia_Itatibense_de_Estradas_de_Ferro" id="wx78">Companhia Itatibense de Estradas de Ferro</a>, em <a href="/wpt/1890" title="1890" wx:linktype="known" wx:pagename="1890" wx:page_id="19270" id="wx79">1890</a>, e a <a href="/wpt/E._F._de_Santa_Rita" class="new" title="E. F. de Santa Rita" wx:linktype="unknown" wx:pagename="E._F._de_Santa_Rita" id="wx80">E. F. de Santa Rita</a> e a <a href="/wpt/Companhia_Descalvadense" title="Companhia Descalvadense" wx:linktype="known" wx:pagename="Companhia_Descalvadense" wx:page_id="1685793" id="wx81">Companhia Descalvadense</a>, em <a href="/wpt/1892" title="1892" wx:linktype="known" wx:pagename="1892" wx:page_id="19268" id="wx82">1892</a>.<sup id="_ref-2" class="reference"><a href="#_note-2" title="" wx:fragment="_note-2" wx:linktype="note" id="wx83"/></sup><sup id="_ref-3" class="reference"><a href="#_note-3" title="" wx:fragment="_note-3" wx:linktype="note" id="wx84"/></sup></p>

<p id="wx85">A partir daí, a Companhia Paulista pôde estender suas linhas interior afora, ficando tributárias de um riquíssimo setor do estado limitado entre os rios <a href="/wpt/Rio_Moji-Gua%C3%A7u" title="Rio Moji-Guaçu" wx:linktype="known" wx:pagename="Rio_Moji-Guaçu" wx:page_id="73307" id="wx86">Moji-Guaçu</a> e <a href="/wpt/Rio_do_Peixe_%28S%C3%A3o_Paulo%29" title="Rio do Peixe (São Paulo)" wx:linktype="known" wx:pagename="Rio_do_Peixe_(São_Paulo)" wx:page_id="73704" id="wx87">do Peixe</a>, tendo também como tributárias ferrovias como a Companhia Douradense, <a href="/wpt/Noroeste_do_Brasil" title="Noroeste do Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Noroeste_do_Brasil" wx:page_id="355095" id="wx88">Noroeste do Brasil</a>, <a href="/wpt/Estrada_de_Ferro_Araraquara" title="Estrada de Ferro Araraquara" wx:linktype="known" wx:pagename="Estrada_de_Ferro_Araraquara" wx:page_id="76264" id="wx89">Estrada de Ferro Araraquara</a>, São Paulo-Goiás, Mogiana, Funilense e Ramal Férreo Campineiro.</p>

<p id="wx90">A Companhia Paulista, após a compra da "The Rio Claro", derrubou a <a href="/wpt/Esta%C3%A7%C3%A3o_de_S%C3%A3o_Carlos" title="Estação de São Carlos" wx:linktype="known" wx:pagename="Estação_de_São_Carlos" wx:page_id="1135748" id="wx91">Estação de São Carlos</a> e construiu uma nova e enorme <a href="/wpt/Esta%C3%A7%C3%A3o" title="Estação" wx:linktype="known" wx:pagename="Estação" wx:page_id="52438" id="wx92">estação</a>, que foi inaugurada em <a href="/wpt/1912" title="1912" wx:linktype="known" wx:pagename="1912" wx:page_id="2002" id="wx93">1912</a>, para poder receber o grande movimento com a construção de dois ramais: o ramal de <a href="/wpt/Ribeir%C3%A3o_Bonito" title="Ribeirão Bonito" wx:linktype="known" wx:pagename="Ribeirão_Bonito" wx:page_id="35120" id="wx94">Ribeirão Bonito</a> de (São Carlos a <a href="/wpt/Novo_Horizonte" title="Novo Horizonte" wx:linktype="known" wx:pagename="Novo_Horizonte" wx:page_id="37934" id="wx95">Novo Horizonte</a>)<sup id="_ref-Ramal_de_Ribeir.C3.A3o_Bonito_0" class="reference"><a href="#_note-Ramal_de_Ribeir.C3.A3o_Bonito" title="" wx:fragment="_note-Ramal_de_Ribeir.C3.A3o_Bonito" wx:linktype="note" id="wx96"/></sup> e o ramal de <a href="/wpt/%C3%81gua_Vermelha" title="Água Vermelha" wx:linktype="known" wx:pagename="Água_Vermelha" wx:page_id="625424" id="wx97">Água Vermelha</a> de (São Carlos a <a href="/wpt/Santa_Eud%C3%B3xia" title="Santa Eudóxia" wx:linktype="known" wx:pagename="Santa_Eudóxia" wx:page_id="625416" id="wx98">Santa Eudóxia</a>),<sup id="_ref-Ramal_de_.C3.81gua_Vermelha_0" class="reference"><a href="#_note-Ramal_de_.C3.81gua_Vermelha" title="" wx:fragment="_note-Ramal_de_.C3.81gua_Vermelha" wx:linktype="note" id="wx99"/></sup> faziam "baldeações" na estação de São Carlos com a linha tronco.</p>

<p id="wx100">Durante o <a href="/wpt/S%C3%A9culo_XX" title="Século XX" wx:linktype="known" wx:pagename="Século_XX" wx:page_id="11194" id="wx101">século XX</a>, a ferrovia foi prolongada à divisa com o estado do <a href="/wpt/Mato_Grosso_do_Sul" title="Mato Grosso do Sul" wx:linktype="known" wx:pagename="Mato_Grosso_do_Sul" wx:page_id="1256" id="wx102">Mato Grosso do Sul</a>, na região chamada <a href="/wpt/Alta_Paulista" title="Alta Paulista" wx:linktype="known" wx:pagename="Alta_Paulista" wx:page_id="392853" id="wx103">Alta Paulista</a> até <a href="/wpt/Panorama" title="Panorama" wx:linktype="known" wx:pagename="Panorama" wx:page_id="263064" id="wx104">Panorama</a>, região colonizada pela própria Companhia Paulista e até o <a href="/wpt/Rio_Grande" title="Rio Grande" wx:linktype="known" wx:pagename="Rio_Grande" wx:page_id="12239" id="wx105">Rio Grande</a>, divisa com <a href="/wpt/Minas_Gerais" title="Minas Gerais" wx:linktype="known" wx:pagename="Minas_Gerais" wx:page_id="1257" id="wx106">Minas Gerais</a>, até <a href="/wpt/Col%C3%B4mbia" title="Colômbia" wx:linktype="known" wx:pagename="Colômbia" wx:page_id="2632" id="wx107">Colômbia</a>. Neste ramal, em <a href="/wpt/Barretos" title="Barretos" wx:linktype="known" wx:pagename="Barretos" wx:page_id="34793" id="wx108">Barretos</a>, a Companhia Paulista possuia um <a href="/wpt/Frigor%C3%ADfico" title="Frigorífico" wx:linktype="known" wx:pagename="Frigorífico" wx:page_id="157481" id="wx109">frigorífico</a>.</p>

<p id="wx110">Por volta do ínicio da <a href="/wpt/D%C3%A9cada_de_1950" title="Década de 1950" wx:linktype="known" wx:pagename="Década_de_1950" wx:page_id="11357" id="wx111">década de 1950</a>, a companhia adquiriu o controle das ferrovias <a href="/wpt/Companhia_Estrada_de_Ferro_do_Dourado" class="new" title="Companhia Estrada de Ferro do Dourado" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Companhia_Estrada_de_Ferro_do_Dourado" id="wx112">Companhia Estrada de Ferro do Dourado</a>,<sup id="_ref-4" class="reference"><a href="#_note-4" title="" wx:fragment="_note-4" wx:linktype="note" id="wx113"/></sup> em <a href="/wpt/1949" title="1949" wx:linktype="known" wx:pagename="1949" wx:page_id="11611" id="wx114">1949</a>, e <a href="/wpt/Estrada_de_Ferro_Barra_Bonita" class="new" title="Estrada de Ferro Barra Bonita" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Estrada_de_Ferro_Barra_Bonita" id="wx115">Estrada de Ferro Barra Bonita</a>, em <a href="/wpt/1951" title="1951" wx:linktype="known" wx:pagename="1951" wx:page_id="11609" id="wx116">1951</a>.<sup id="_ref-5" class="reference"><a href="#_note-5" title="" wx:fragment="_note-5" wx:linktype="note" id="wx117"/></sup></p>

<a id="Moderniza.C3.A7.C3.A3o_e_efici.C3.AAncia" name="Moderniza.C3.A7.C3.A3o_e_efici.C3.AAncia"/>
</wx:section></wx:section><wx:section level="2" title="Modernização e eficiência" id="wxsec3"><h2 id="wx118">Modernização e eficiência</h2>

<div class="wx_image" wx:align="right" wx:thumb="thumb" id="wx119"><a href="/wpt/Imagem:WBB_BOX_320_CP_-_Via.JPG" title="Locomotiva Elétrica Wintenthur-Brown Boveri adquirida em 1929 tracionando trem cargueiro." wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:WBB_BOX_320_CP_-_Via.JPG" id="wx120"><img src="/wpt/Imagem:WBB_BOX_320_CP_-_Via.JPG" alt="Locomotiva Elétrica Wintenthur-Brown Boveri adquirida em 1929 tracionando trem cargueiro." width="250" id="wx121"/></a> 

<div class="thumbcaption" id="wx122">
<p id="wx123">Locomotiva Elétrica Wintenthur-Brown Boveri adquirida em 1929 tracionando trem cargueiro.</p>
</div>
</div>

<p id="wx124">A partir de <a href="/wpt/1922" title="1922" wx:linktype="known" wx:pagename="1922" wx:page_id="13741" id="wx125">1922</a>, graças à iniciativa de <a href="/wpt/Francisco_Paes_Leme_de_Monlevade" class="new" title="Francisco Paes Leme de Monlevade" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Francisco_Paes_Leme_de_Monlevade" id="wx126">Francisco Paes Leme de Monlevade</a>, Inspetor Geral da Companhia Paulista à época, boa parte de suas linhas-tronco foi eletrificada, chegando até as cidades de <a href="/wpt/Bauru" title="Bauru" wx:linktype="known" wx:pagename="Bauru" wx:page_id="2659" id="wx127">Bauru</a> e <a href="/wpt/Araraquara" title="Araraquara" wx:linktype="known" wx:pagename="Araraquara" wx:page_id="26706" id="wx128">Araraquara</a>.<sup id="_ref-6" class="reference"><a href="#_note-6" title="" wx:fragment="_note-6" wx:linktype="note" id="wx129"/></sup></p>

<p id="wx130">A Companhia Paulista foi pioneira em uma série de iniciativas no campo ferroviário brasileiro. Foi primeira ferrovia a eletrificar suas linhas, a utilizar carros de aço para o transporte de passageiros (e posteriormente construindo-os em suas oficinas), fomentou a criação de <a href="/wpt/Horto" title="Horto" wx:linktype="known" wx:pagename="Horto" wx:page_id="611809" id="wx131">hortos</a> florestais para obtenção de dormentes e lenha (através dela o <a href="/wpt/Eucalyptus" title="Eucalyptus" wx:linktype="known" wx:pagename="Eucalyptus" wx:page_id="493807" id="wx132">eucalipto</a> foi introduzido no Brasil), bem como outras iniciativas de gestão até então inéditas no Brasil.<sup id="_ref-adolfo_1" class="reference"><a href="#_note-adolfo" title="" wx:fragment="_note-adolfo" wx:linktype="note" id="wx133"/></sup></p>

<p id="wx134">Seus trens de passageiros tornaram-se famosos pelo conforto oferecido e pela pontualidade em que operavam. O <a href="/wpt/Trem" title="Trem" wx:linktype="known" wx:pagename="Trem" wx:page_id="47196" id="wx135">Trem</a> "R" ou "Trem Azul", composto de carros de três classes (Pullman, Primeira e Segunda Classes) e restaurante, tornou-se lendário e determinou um padrão de conforto ainda não superado no Brasil, seja no transporte ferroviário (quase extinto) ou no rodoviário, mesmo em nossos dias.<sup id="_ref-7" class="reference"><a href="#_note-7" title="" wx:fragment="_note-7" wx:linktype="note" id="wx136"/></sup></p>

<a id="Decad.C3.AAncia" name="Decad.C3.AAncia"/>
<wx:section level="3" title="Decadência" id="wxsec9"><h3 id="wx137">Decadência</h3>

<p id="wx138">Durante a presidência de <a href="/wpt/Juscelino_Kubitschek" title="Juscelino Kubitschek" wx:linktype="known" wx:pagename="Juscelino_Kubitschek" wx:page_id="1083" id="wx139">Juscelino Kubitschek</a>, que provocou grandes transformações na <a href="/wpt/Economia_brasileira" title="Economia brasileira" wx:linktype="known" wx:pagename="Economia_brasileira" wx:page_id="413529" id="wx140">economia brasileira</a>, deu-se uma ênfase maior ao <a href="/wpt/Transporte_rodovi%C3%A1rio" title="Transporte rodoviário" wx:linktype="known" wx:pagename="Transporte_rodoviário" wx:page_id="42026" id="wx141">transporte rodoviário</a> em detrimento do <a href="/wpt/Transporte_ferrovi%C3%A1rio" title="Transporte ferroviário" wx:linktype="known" wx:pagename="Transporte_ferroviário" wx:page_id="97572" id="wx142">transporte ferroviário</a>. Muitos consideram esse o principal motivo para a decadência da Companhia Paulista.<wx:template id="wx_t1" pagename="Predefinição:Carece_de_fontes" page_id="255346"/><sup id="wx143"><font color="gray" id="wx144">[</font><a href="/wpt/Wikipedia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes" title="Wikipedia:Livro de estilo/Cite as fontes" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes" id="wx145"><span title="Esta afirmativa precisa de uma referência para confirmá-la ." id="wx146"><font color="gray" id="wx147"><i id="wx148">carece de fontes</i></font></span></a><span class="printfooter" id="wx149">?</span><font color="gray" id="wx150">]</font></sup><wx:templateend start="wx_t1"/>
</p>

<p id="wx151">Em <a href="/wpt/1961" title="1961" wx:linktype="known" wx:pagename="1961" wx:page_id="11562" id="wx152">1961</a>, durante uma crise aguda provocada por uma série de <a href="/wpt/Greve" title="Greve" wx:linktype="known" wx:pagename="Greve" wx:page_id="40750" id="wx153">greves</a>, a empresa foi estatizada. Durante esta fase, perceberam-se os primeiros sinais de queda na qualidade de atendimento, já que muitos antigos empregados foram deixando a empresa, bem como passou a haver um afrouxamento dos controles, que se tornaram mais evidentes, devido aos critérios políticos que norteiam as decisões de qualquer empresa estatal.<wx:template id="wx_t2" pagename="Predefinição:Carece_de_fontes" page_id="255346"/><sup id="wx154"><font color="gray" id="wx155">[</font><a href="/wpt/Wikipedia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes" title="Wikipedia:Livro de estilo/Cite as fontes" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Livro_de_estilo/Cite_as_fontes" id="wx156"><span title="Esta afirmativa precisa de uma referência para confirmá-la ." id="wx157"><font color="gray" id="wx158"><i id="wx159">carece de fontes</i></font></span></a><span class="printfooter" id="wx160">?</span><font color="gray" id="wx161">]</font></sup><wx:templateend start="wx_t2"/>
</p>

<p id="wx162">Em <a href="/wpt/1971" title="1971" wx:linktype="known" wx:pagename="1971" wx:page_id="11431" id="wx163">1971</a>, a Companhia Paulista de Estradas de Ferro foi incorporada pela <a href="/wpt/Ferrovia_Paulista_SA" title="Ferrovia Paulista SA" wx:linktype="known" wx:pagename="Ferrovia_Paulista_SA" wx:page_id="76262" id="wx164">Ferrovia Paulista SA</a> (FEPASA).</p>

<wx:template id="wx_t3" pagename="Predefinição:Ref-section" page_id="1467239"/>
<a id="Refer.C3.AAncias" name="Refer.C3.AAncias"/>
</wx:section></wx:section><wx:section level="2" title="Referências" id="wxsec4"><h2 class="notes" style="cursor:help" title="Esta secção não é editável por razões técnicas. Edite a página toda ao invés disso, ou a secção anterior." id="wx165">Referências</h2>

<div class="references-small" style="height: auto; max-height: 200px; overflow: auto; padding: 3px; border: 1px solid #EEEEEE" id="wx166">
<ol class="references" id="wx167">
<li id="_note-0"><a href="#_ref-0" title="" wx:fragment="_ref-0" wx:linktype="noteref" id="wx168">↑</a> <cite class="book" style="font-style:normal" id="wx169">Célio Debes. <i id="wx170">A Caminho do Oeste - História da Companhia Paulista de Estradas de Ferro</i>. Bentivegna, 1968.</cite></li>

<li id="_note-adolfo">
<p id="wx171">↑ <a href="#_ref-adolfo_0" title="" wx:fragment="_ref-adolfo_0" wx:linktype="noteref" id="wx172"><sup id="wx173">2,0</sup></a> <a href="#_ref-adolfo_1" title="" wx:fragment="_ref-adolfo_1" wx:linktype="noteref" id="wx174"><sup id="wx175">2,1</sup></a> <cite class="book" style="font-style:normal" id="wx176">Adolfo Augusto Pinto. <i id="wx177">História da Viação Pública de São Paulo (Brasil)</i>. Tipografia de Vanorden, 1903.</cite></p>
</li>

<li id="_note-1"><a href="#_ref-1" title="" wx:fragment="_ref-1" wx:linktype="noteref" id="wx178">↑</a> <cite class="book" style="font-style:normal" id="wx179">Adolfo Augusto Pinto. <i id="wx180">Minha Vida - Memórias de um Engenheiro Paulista</i>. Imprensa Oficial do Estado, 1969.</cite></li>

<li id="_note-2"><a href="#_ref-2" title="" wx:fragment="_ref-2" wx:linktype="noteref" id="wx181">↑</a>
<p id="wx182">Marcello Tálamo. <i id="wx183"><a href="http://mtalamo.sites.uol.com.br/efi-historia.htm" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx184">História da Cia. Itatibense de Estradas de Ferro</a></i>. Página visitada em 11 de agosto de 2007.</p>
</li>

<li id="_note-3"><a href="#_ref-3" title="" wx:fragment="_ref-3" wx:linktype="noteref" id="wx185">↑</a>
<p id="wx186">Ralph Mennucci Giesbrecht. <i id="wx187"><a href="http://www.geocities.com/MotorCity/Street/2376/ramal.html" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx188">Companhia Paulista de Estradas de Ferro - O ramal de Descalvado</a></i>. Página visitada em 11 de agosto de 2007.</p>
</li>

<li id="_note-Ramal_de_Ribeir.C3.A3o_Bonito"><a href="#_ref-Ramal_de_Ribeir.C3.A3o_Bonito_0" title="" wx:fragment="_ref-Ramal_de_Ribeir.C3.A3o_Bonito_0" wx:linktype="noteref" id="wx189">↑</a>
<p id="wx190">Marcello Tálamo. <i id="wx191"><a href="http://www.geocities.com/cefdourado/cd-ribeiraobonito.htm" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx192">Ribeirão Bonito</a></i>. Página visitada em 11 de agosto de 2007.</p>
</li>

<li id="_note-Ramal_de_.C3.81gua_Vermelha"><a href="#_ref-Ramal_de_.C3.81gua_Vermelha_0" title="" wx:fragment="_ref-Ramal_de_.C3.81gua_Vermelha_0" wx:linktype="noteref" id="wx193">↑</a>
<p id="wx194">Ralph Mennucci Giesbrecht. <i id="wx195"><a href="http://www.estacoesferroviarias.com.br/trens_sp_3/avermelha.htm" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx196">Ramal da Água Vermelha</a></i>. Página visitada em 11 de agosto de 2007.</p>
</li>

<li id="_note-4"><a href="#_ref-4" title="" wx:fragment="_ref-4" wx:linktype="noteref" id="wx197">↑</a>
<p id="wx198">Revista Ferroviária. <i id="wx199"><a href="http://www.geocities.com/cefdourado/cd-1945.htm" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx200">História da Cia. Estrada de Ferro do Dourado</a></i>. Página visitada em 11 de agosto de 2007.</p>
</li>

<li id="_note-5"><a href="#_ref-5" title="" wx:fragment="_ref-5" wx:linktype="noteref" id="wx201">↑</a> <i id="wx202"><a href="http://www.tsfr.org/~efbrazil/efbb_dados.html" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx203">E.F. Brasil - Estrada de Ferro Barra Bonita</a></i>
<p id="wx204">. Página visitada em 11 de agosto de 2007.</p>
</li>

<li id="_note-6"><a href="#_ref-6" title="" wx:fragment="_ref-6" wx:linktype="noteref" id="wx205">↑</a>
<p id="wx206">Antonio Augusto Gorni. <i id="wx207"><a href="http://www.tsfr.org/~efbrazil/electro/cpef/monlevade.html" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx208">O Mestre e sua Obra Prima</a></i>. Página visitada em 11 de agosto de 2007.</p>
</li>

<li id="_note-7"><a href="#_ref-7" title="" wx:fragment="_ref-7" wx:linktype="noteref" id="wx209">↑</a>
<p id="wx210">João Baptista Soares de Faria Lago. <i id="wx211"><a href="http://www.geocities.com/jblago/cpef_pullman_std.html" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx212">Descrição dos trens de passageiros da Companhia</a></i>. Página visitada em 11 de agosto de 2007.</p>
</li>
</ol>
</div>

<wx:templateend start="wx_t3"/>
<a id="Ver_tamb.C3.A9m" name="Ver_tamb.C3.A9m"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Ver também" id="wxsec5"><h2 id="wx213"><wx:template id="wx_t4" pagename="Predefinição:Ver_também" page_id="62492"/>Ver também<wx:templateend start="wx_t4"/></h2>

<ul id="wx214">
<li id="wx215"><a href="/wpt/Rede_Ferrovi%C3%A1ria_Federal" title="Rede Ferroviária Federal" wx:linktype="known" wx:pagename="Rede_Ferroviária_Federal" wx:page_id="156380" id="wx216">Rede Ferroviária Federal</a></li>
</ul>

<a id="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas" name="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Ligações externas" id="wxsec6"><h2 id="wx217"><wx:template id="wx_t5" pagename="Predefinição:Ligações_externas" page_id="62491"/>Ligações externas<wx:templateend start="wx_t5"/></h2>

<ul id="wx218">
<li id="wx219"><a href="http://www.tsfr.org/~efbrazil/cpef.html" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx220">Página com material sobre a ferrovia</a></li>

<li id="wx221"><a href="http://www.geocities.com/jblago/cpef_via.html" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx222">Ramais da Paulista</a></li>
</ul>
</wx:section></wx:section></div>
<div id="wx_categorylinks">
<a href="/wpt/index.php?title=Especial:Categories&amp;article=Companhia_Paulista_de_Estradas_de_Ferro" title="Especial:Categories" wx:linktype="known" wx:pagename="Especial:Categories" id="wx223">Categorias de páginas</a>: <span dir="ltr" id="wx224"><a href="/wpt/Categoria:%21Artigos_que_carecem_de_fontes" title="Categoria:!Artigos que carecem de fontes" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:!Artigos_que_carecem_de_fontes" wx:page_id="255353" id="wx225">!Artigos que carecem de fontes</a></span> | <span dir="ltr" id="wx226"><a href="/wpt/Categoria:Ferrovias_extintas_do_Brasil" title="Categoria:Ferrovias extintas do Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Ferrovias_extintas_do_Brasil" wx:page_id="1162435" id="wx227">Ferrovias extintas do Brasil</a></span></div>
<div id="wx_languagelinks">
</div>
</body>
<wx:templatearguments for="wx_t1"><wx:argument name=""/></wx:templatearguments>
<wx:templatearguments for="wx_t2"><wx:argument name=""/></wx:templatearguments>
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</html>
