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<title>Jongo</title>
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<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Jongo" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Jongo</h1>

<p id="wx2"><b id="wx3">Jongo</b> é uma manifestação cultural essencialmente rural diretamente associada à cultura africana no Brasil e que influiu poderosamente na formação do Samba carioca, em especial, e da cultura popular brasileira como um todo.</p>

<p id="wx4">Inserindo-se no âmbito das chamadas '<a href="/wpt/Dan%C3%A7a_de_umbigada" class="new" title="Dança de umbigada" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Dança_de_umbigada" id="wx5">danças de umbigada</a>' (sendo portanto aparentada com o '<a href="/wpt/Semba" title="Semba" wx:linktype="known" wx:pagename="Semba" wx:page_id="632687" id="wx6">Semba</a>' ou '<a href="/wpt/Masemba" class="new" title="Masemba" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Masemba" id="wx7">Masemba</a>' de <a href="/wpt/Angola" title="Angola" wx:linktype="known" wx:pagename="Angola" wx:page_id="265" id="wx8">Angola</a>), o Jongo foi trazido para o Brasil por negros <a href="/wpt/Bantu" title="Bantu" wx:linktype="known" wx:pagename="Bantu" wx:page_id="272991" id="wx9">bantu</a>, seqüestrados nos antigos reinos de <a href="/wpt/Ndongo" class="new" title="Ndongo" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Ndongo" id="wx10">Ndongo</a> e do <a href="/wpt/Kongo" title="Kongo" wx:linktype="known" wx:pagename="Kongo" wx:page_id="1645966" id="wx11">Kongo</a>, na região compreendida hoje por boa parte do território da República de Angola.</p>

<p id="wx12">Composto por música e dança características, animadas por poetas que se desafiam por meio da improvisação, ali, no momento, com <a href="/wpt/Cantigas" title="Cantigas" wx:linktype="known" wx:pagename="Cantigas" wx:page_id="12354" id="wx13">cantigas</a> ou <a href="/wpt/Pontos_cantados" title="Pontos cantados" wx:linktype="known" wx:pagename="Pontos_cantados" wx:page_id="941242" id="wx14">pontos</a> enigmáticos ('amarrados') , o Jongo tem, provavelmente, como uma de suas origens mais remotas (pelo menos no que diz respeito á estrutura dos pontos cantados) o tradicional jogo de <a href="/wpt/Adivinhas" title="Adivinhas" wx:linktype="known" wx:pagename="Adivinhas" wx:page_id="380420" id="wx15">adivinhas</a> angolano, denominado <i id="wx16">Jinongonongo</i>. Uma característica essencial da linguagem do Jongo é a utilização de símbolos que, além de manter o sentido cifrado, possuem função supostamente mágica, provocando, supostamente, fenômenos <a href="/wpt/Paranormal" title="Paranormal" wx:linktype="known" wx:pagename="Paranormal" wx:page_id="213800" id="wx17">paranormais</a>. Dentre os mais evidentes pode-se citar o fogo, com o qual são afinados os instrumentos; os tambores, que são consagrados e considerados como ancestrais da comunidade; a dança em círculos com um casal ao centro, que remete à fertilidade; sem esquecer, é claro, as ricas metáforas utilizadas pelos jongueiros para compor seus "pontos" e cujo sentido é inacessível para os não-iniciados.</p>

<p id="wx18">Hoje em dia podem participar do Jongo homens e mulheres, mas esta participação, em sua forma original era rigorosamente restrita aos iniciados ou mais experientes da comunidade. Este fator relaciona-se a normas éticas e sociais bastante comuns em diversas outras sociedades tradicionais - como as indígenas americanas - baseadas no respeito e obediência a um conselho de indivíduos 'mais velhos' e no '<a href="/wpt/Culto_aos_ancestrais" class="new" title="Culto aos ancestrais" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Culto_aos_ancestrais" id="wx19">culto aos ancestrais</a>'.</p>

<p id="wx20">Pesquisas históricas indicam que o Jongo possui, na sua origem, relações com o hábito recorrente das culturas africanas de expressão bantu, durante o período colonial, de criar diversas comunidades, semelhantes a <a href="/wpt/Sociedades_secretas" title="Sociedades secretas" wx:linktype="known" wx:pagename="Sociedades_secretas" wx:page_id="865827" id="wx21">sociedades secretas</a> e <a href="/wpt/Seitas" title="Seitas" wx:linktype="known" wx:pagename="Seitas" wx:page_id="284903" id="wx22">seitas</a> político-religiosas especializadas, dentre as quais podemos citar até mesmo irmandades católicas, como a Congada. Estas fraternidades tiveram importante papel na resistência à escravidão, como modo de comunicação e organização, e até mesmo comprando e alforriando escravos.</p>

<p id="wx23">Dançado e cantado outrora com o acompanhamento de <a href="/wpt/Urucungo" title="Urucungo" wx:linktype="known" wx:pagename="Urucungo" wx:page_id="47439" id="wx24">urucungo</a> (<a href="/wpt/Arco_musical" title="Arco musical" wx:linktype="known" wx:pagename="Arco_musical" wx:page_id="47457" id="wx25">arco musical</a> bantu, que originou o atual <a href="/wpt/Berimbau" title="Berimbau" wx:linktype="known" wx:pagename="Berimbau" wx:page_id="1780015" id="wx26">berimbau</a>), <a href="/wpt/Viola" title="Viola" wx:linktype="known" wx:pagename="Viola" wx:page_id="91436" id="wx27">viola</a> e <a href="/wpt/Pandeiro" title="Pandeiro" wx:linktype="known" wx:pagename="Pandeiro" wx:page_id="128639" id="wx28">pandeiro</a>, além de três tambores consagrados, utilizados até os nossos dias, chamados de Tambu ou '<a href="/wpt/Caxambu" title="Caxambu" wx:linktype="known" wx:pagename="Caxambu" wx:page_id="124499" id="wx29">Caxambu</a>', o maior - que dá nome a manifestação em algumas regiões - '<a href="/wpt/Candongueiro" title="Candongueiro" wx:linktype="known" wx:pagename="Candongueiro" wx:page_id="848081" id="wx30">Candongueiro</a>', o menor e o tambor de fricção '<a href="/wpt/Ngoma-pu%C3%ADta" class="new" title="Ngoma-puíta" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Ngoma-puíta" id="wx31">Ngoma-puíta</a>' (uma espécie de <a href="/wpt/Cu%C3%ADca" title="Cuíca" wx:linktype="known" wx:pagename="Cuíca" wx:page_id="128642" id="wx32">cuíca</a> muito grande), o Jongo é ainda hoje bastante praticado em diversas cidades de sua região original: o <a href="/wpt/Vale_do_Para%C3%ADba" title="Vale do Paraíba" wx:linktype="known" wx:pagename="Vale_do_Paraíba" wx:page_id="20776" id="wx33">Vale do Paraíba</a> na <a href="/wpt/Regi%C3%A3o_Sudeste_do_Brasil" title="Região Sudeste do Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Região_Sudeste_do_Brasil" wx:page_id="47381" id="wx34">Região Sudeste do Brasil</a>, ao sul do estado do <a href="/wpt/Rio_de_Janeiro" title="Rio de Janeiro" wx:linktype="known" wx:pagename="Rio_de_Janeiro" wx:page_id="1658" id="wx35">Rio de Janeiro</a> e ao norte do estado de <a href="/wpt/S%C3%A3o_Paulo" title="São Paulo" wx:linktype="known" wx:pagename="São_Paulo" wx:page_id="1719" id="wx36">São Paulo</a>. Entre as diversas comunidades que mantêm (ou, até recentemente, mantiveram) a prática desta manifestação, pode-se citar, como exemplo, as localizadas na periferia das cidades de <a href="/wpt/Valen%C3%A7a_%28Rio_de_Janeiro%29" title="Valença (Rio de Janeiro)" wx:linktype="known" wx:pagename="Valença_(Rio_de_Janeiro)" wx:page_id="37454" id="wx37">Valença</a>, <a href="/wpt/Vassouras" title="Vassouras" wx:linktype="known" wx:pagename="Vassouras" wx:page_id="33823" id="wx38">Vassouras</a> , <a href="/wpt/Para%C3%ADba_do_Sul" title="Paraíba do Sul" wx:linktype="known" wx:pagename="Paraíba_do_Sul" wx:page_id="33798" id="wx39">Paraíba do Sul</a> e <a href="/wpt/Barra_do_Pira%C3%AD" title="Barra do Piraí" wx:linktype="known" wx:pagename="Barra_do_Piraí" wx:page_id="33763" id="wx40">Barra do Piraí</a> (Rio de Janeiro) além de <a href="/wpt/Guaratinguet%C3%A1" title="Guaratinguetá" wx:linktype="known" wx:pagename="Guaratinguetá" wx:page_id="20754" id="wx41">Guaratinguetá</a> e <a href="/wpt/Lagoinha" title="Lagoinha" wx:linktype="known" wx:pagename="Lagoinha" wx:page_id="34972" id="wx42">Lagoinha</a> (São Paulo), com reflexos na região dos rios <a href="/wpt/Tiet%C3%AA" title="Tietê" wx:linktype="known" wx:pagename="Tietê" wx:page_id="35211" id="wx43">Tietê</a>, <a href="/wpt/Pirapora" title="Pirapora" wx:linktype="known" wx:pagename="Pirapora" wx:page_id="32555" id="wx44">Pirapora</a> e <a href="/wpt/Piracicaba" title="Piracicaba" wx:linktype="known" wx:pagename="Piracicaba" wx:page_id="35080" id="wx45">Piracicaba</a>, também em <a href="/wpt/S%C3%A3o_Paulo" title="São Paulo" wx:linktype="known" wx:pagename="São_Paulo" wx:page_id="1719" id="wx46">São Paulo</a> (onde ocorre uma manifestação muito semelhante ao Jongo conhecida pelo nome de '<a href="/wpt/Batuque_%28m%C3%BAsica%29" title="Batuque (música)" wx:linktype="known" wx:pagename="Batuque_(música)" wx:page_id="1691415" id="wx47">Batuque</a>') e até em certas localidades no sul de <a href="/wpt/Minas_Gerais" title="Minas Gerais" wx:linktype="known" wx:pagename="Minas_Gerais" wx:page_id="1257" id="wx48">Minas Gerais</a>.</p>

<p id="wx49">Na cidade do Rio de Janeiro, a região compreendida pelos bairros de <a href="/wpt/Madureira" title="Madureira" wx:linktype="known" wx:pagename="Madureira" wx:page_id="123736" id="wx50">Madureira</a> e <a href="/wpt/Oswaldo_Cruz" title="Oswaldo Cruz" wx:linktype="known" wx:pagename="Oswaldo_Cruz" wx:page_id="57640" id="wx51">Oswaldo Cruz</a>, já nos anos imediatamente posteriores à <a href="/wpt/Aboli%C3%A7%C3%A3o_da_escravatura" title="Abolição da escravatura" wx:linktype="known" wx:pagename="Abolição_da_escravatura" wx:page_id="14443" id="wx52">abolição da escravatura</a>, centralizou durante muito tempo a prática desta manifestação na zona rural da antiga <a href="/wpt/Corte_Imperial" class="new" title="Corte Imperial" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Corte_Imperial" id="wx53">Corte Imperial</a>, atraindo um grande número de migrantes ex-escravos, oriundos das fazendas de café do <a href="/wpt/Vale_do_Para%C3%ADba" title="Vale do Paraíba" wx:linktype="known" wx:pagename="Vale_do_Paraíba" wx:page_id="20776" id="wx54">Vale do Paraíba</a>. Entre os precursores da implantação do Jongo nesta área se destacaram a ex-escrava <a href="/wpt/Maria_Teresa_dos_Santos" class="new" title="Maria Teresa dos Santos" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Maria_Teresa_dos_Santos" id="wx55">Maria Teresa dos Santos</a> muitos de seus parentes ou aparentados além de diversos vizinhos da comunidade, entre os quais <a href="/wpt/Mano_El%C3%B3i_%28Eloy_Anthero_Dias%29" title="Mano Elói (Eloy Anthero Dias)" wx:linktype="known" wx:pagename="Mano_Elói_(Eloy_Anthero_Dias)" wx:page_id="941547" id="wx56">Mano Elói (Eloy Anthero Dias)</a>, <a href="/wpt/Sebasti%C3%A3o_Mulequinho" class="new" title="Sebastião Mulequinho" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Sebastião_Mulequinho" id="wx57">Sebastião Mulequinho</a> e <a href="/wpt/Tia_Eul%C3%A1lia" title="Tia Eulália" wx:linktype="known" wx:pagename="Tia_Eulália" wx:page_id="941254" id="wx58">Tia Eulália</a>, todos eles intimamente ligados a fundação da <a href="/wpt/Escola_de_Samba_Imp%C3%A9rio_Serrano" title="Escola de Samba Império Serrano" wx:linktype="known" wx:pagename="Escola_de_Samba_Império_Serrano" wx:page_id="54048" id="wx59">Escola de Samba Império Serrano</a>, sediada no <a href="/wpt/Morro_da_Serrinha" title="Morro da Serrinha" wx:linktype="known" wx:pagename="Morro_da_Serrinha" wx:page_id="270435" id="wx60">Morro da Serrinha</a>.</p>

<p id="wx61">A partir de meados da década 70, no mesmo Morro da Serrinha, o músico <a href="/wpt/Percussionista" title="Percussionista" wx:linktype="known" wx:pagename="Percussionista" wx:page_id="49220" id="wx62">percussionista</a> Darcy Monteiro 'do Império' (mais tarde conhecido como <i id="wx63"><a href="/wpt/Mestre_Darcy" class="new" title="Mestre Darcy" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Mestre_Darcy" id="wx64">Mestre Darcy</a></i>), a partir dos conhecimentos assimilados com sua mãe, a rezadeira <a href="/wpt/Maria_Joana_Monteiro" class="new" title="Maria Joana Monteiro" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Maria_Joana_Monteiro" id="wx65">Maria Joana Monteiro</a> (discípula de Vó Teresa), passando a se dedicar á difusão e a recriação da dança em palcos, centros culturais e universidades, estimulando por meio de <a href="/wpt/Oficina" title="Oficina" wx:linktype="known" wx:pagename="Oficina" wx:page_id="122801" id="wx66">oficinas</a> e <a href="/wpt/Workshop" title="Workshop" wx:linktype="known" wx:pagename="Workshop" wx:page_id="627296" id="wx67">workshops</a>, a formação de grupos de admiradores do Jongo que, embora praticando apenas aqueles aspectos mais superficiais da dança, deslocando-a de seu âmbito social e seu contexto tradicional original, dão hoje a ela alguma projeção nacional.</p>

<p id="wx68">Ainda no âmbito da cidade do Rio de Janeiro, é digno de nota também o '<a href="/wpt/Caxambu_do_Salgueiro" class="new" title="Caxambu do Salgueiro" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Caxambu_do_Salgueiro" id="wx69">Caxambu do Salgueiro</a>', grupo de Jongo tradicional que, comandado por Mestre Geraldo, animou, pelo menos até o início da década de 1980, o <a href="/wpt/Morro_do_Salgueiro" title="Morro do Salgueiro" wx:linktype="known" wx:pagename="Morro_do_Salgueiro" wx:page_id="325041" id="wx70">Morro do Salgueiro</a>, no bairro da <a href="/wpt/Tijuca" title="Tijuca" wx:linktype="known" wx:pagename="Tijuca" wx:page_id="50887" id="wx71">Tijuca</a> e era composto por figuras históricas daquela comunidade, entre as quais Tia Neném e Tia Zezé, famosas integrantes da ala das baianas da <a href="/wpt/GRES_Acad%C3%AAmicos_do_Salgueiro" title="GRES Acadêmicos do Salgueiro" wx:linktype="known" wx:pagename="GRES_Acadêmicos_do_Salgueiro" wx:page_id="103169" id="wx72">Escola de Samba G.R.E.S Acadêmicos do Salgueiro</a>.</p>

<p id="wx73">Em 1996 aconteceu no município de Santo Antonio de Pádua, Rio de Janeiro, o I Encontro de Jongueiros, resultado de um projeto de extensão da Universidade Federal Fluminense/UFF, desenvolvido pelo campus avançado que a universidade possui neste município. Deste encontro participaram dois grupos de jongueiros da cidade e mais um de Miracema, município vizinho. A partir daí, o encontro passou a ser anual. Hoje, cerca de treze comunidades jongueiras participam deste Encontro. O mais recente, o XII Encontro de Jongueiros, foi realizado nos dias 25 e 26 de abril de 2008 em Piquete / SP e teve a participação de 1000 jongueiros das cidades de Valença-Quilombo São José, Barra do Pirai, Pinheiral, Angra dos Reis, Santo Antonio de Pádua, Miracema, Serrinha, Porciúncula, Quissamã, Campos, São Mateus, Carangola, São José dos Campos, Guaratinguetá, Campinas e Piquete.</p>

<p id="wx74">Em 2000, durante a realização do V Encontro de Jongueiros, em Angra dos Reis, Rio de Janeiro, foi criada a Rede de Memória do jongo e do Caxambu cujo objetivo é organizar as comunidades jongueiras e fortalecer suas lutas por terras, direitos e justiça social.</p>

<p id="wx75"><b id="wx76">Ano e Local de Realização dos Encontros de Jongueiros</b>:</p>

<p id="wx77">I Encontro - 1996 - Santo Antonio de Pádua, RJ. II Encontro - 1997 - Santo Antonio de Pádua, RJ. III Encontro - 1998 - Miracema, RJ. IV Encontro - 1999 - Rio de Janeiro (Arcos da Lapa), RJ. V Encontro - 2000 - Angra dos Reis, RJ. VI Encontro - 2001 - Marquês de Valença, RJ. VII Encontro - 2002 - Pinheiral, RJ. VIII Encontro - 2003 - Guaratinguetá, SP. IX Encontro - 2004 - Rio de Janeiro, RJ. X Encontro - Santo Antonio de Pádua, RJ. XI Encontro - Marquês de Valença (quilombo da fazenda São José), RJ. XII Encontro - 2008 - Piquete, SP.</p>

<p id="wx78"><b id="wx79">Referências</b>:</p>

<p id="wx80"><b id="wx81">Bibiliografia</b></p>

<ul id="wx82">
<li id="wx83">
<p id="wx84">Carneiro, Edison. “Samba de umbigada.” In: <i id="wx85">Folguedos Tradicionais</i>. Rio de Janeiro: Funarte/INF, 1982 [1961].</p>
</li>

<li id="wx86">
<p id="wx87">Dias, Paulo. “A outra festa negra.” In: István Jancsó &amp; Iris Kantor (orgs.) <i id="wx88">Festa: cultura e sociabilidade na América Portuguesa</i>. São Paulo: Hucitec/Edusp/Fapesp/Imprensa Oficial, 2001.</p>
</li>

<li id="wx89">
<p id="wx90">Gandra, Edir. <i id="wx91">Jongo da Serrinha, da senzala aos palcos</i>. Rio de Janeiro: Giorgio Gráfica e Editora ltda./UNI-RIO, 1985.</p>
</li>

<li id="wx92">
<p id="wx93">Lara, Silvia Hunold &amp; Pacheco, Gustavo (orgs.) <i id="wx94">Memória do jongo: as gravações históricas de Stanley J. Stein</i>. Rio de Janeiro: Folha Seca, 2007.</p>
</li>

<li id="wx95">
<p id="wx96">Pacheco, Gustavo. “Jongos.” In: Colin Palmer (ed.) <i id="wx97">Encyclopedia of African-American Culture and History: The Black Experience in the Americas</i>. New York: Macmillan, 2005.</p>
</li>

<li id="wx98">
<p id="wx99">Perez, Carolina dos Santos Bezerra. <i id="wx100">Juventude, Música e Ancestralidade no Jongo: Som e Sentidos no Processo Identitário</i> São Paulo: USP (Dissertação de Mestrado), 2005.</p>
</li>

<li id="wx101">
<p id="wx102">Ribeiro, Maria de Lourdes Borges Ribeiro. <i id="wx103">O Jongo</i>. Rio de Janeiro: Funarte, 1984.</p>
</li>

<li id="wx104">
<p id="wx105">Simonard, Pedro. "A construção da tradição no <i id="wx106">Jongo da Serrinha</i>: uma etnografia visual do seu processo de espetacularização". Rio de Janeiro:UERJ (tese de doutorado), 2005.</p>
</li>

<li id="wx107">
<p id="wx108">Silva, Gilberto Augusto da &amp; Gouvêa, Ana Maria de. "Jongo de Piquete, um novo olhar": Histórico do Jongo de Piquete. Piquete/SP, 2007.</p>
</li>

<li id="wx109">
<p id="wx110">Silva, Marília T. Barboza da &amp; Oliveira Filho, Arthur L. de. <i id="wx111">Silas de Oliveira: do jongo ao samba-enredo</i>. Rio de Janeiro: Funarte, 1981.</p>
</li>

<li id="wx112">
<p id="wx113">Stein, Stanley J. <i id="wx114">Vassouras: um município brasileiro do café, 1850-1900</i>. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 1990.</p>
</li>

<li id="wx115">
<p id="wx116">Valença, Rachel Teixeira &amp; Valença, Suetônio Soares . <i id="wx117">Serra, Serrinha, Serrano, o império do Samba</i>. Rio de Janeiro: José Olympio, s/d.</p>
</li>
</ul>

<p id="wx118"><b id="wx119">Discografia</b></p>

<ul id="wx120">
<li id="wx121"><i id="wx122">100% Gonça</i>
<p id="wx123">. Caixa Preta. Rio de Janeiro:Independente, 1999. CD. Digital audio.</p>
</li>

<li id="wx124"><i id="wx125">Batuques do Sudeste</i>
<p id="wx126">. Coleção Itaú Cultural/Documentos Sonoros Brasileiros – Acervo Cachuera!, vol. 2. São Paulo: Associação Cultural Cachuera!/Itaú Cultural, 2000. CD.</p>
</li>

<li id="wx127"><i id="wx128">Clementina de Jesus</i>
<p id="wx129">. Odeon, 1966. LP 33 1/3 rpm.</p>
</li>

<li id="wx130"><i id="wx131">Daude #2</i>
<p id="wx132">. Daude. Rio de Janeiro:Natasha, 1997.CD.</p>
</li>

<li id="wx133"><i id="wx134">Jongo do Quilombo da Fazenda São José</i>
<p id="wx135">. Rio de Janeiro: Associação Brasil Mestiço, 2004. CD.</p>
</li>

<li id="wx136"><i id="wx137">Jongo da Serrinha</i>
<p id="wx138">. Rio de Janeiro: Grupo Cultural Jongo da Serrinha, 2002. CD.</p>
</li>

<li id="wx139"><i id="wx140">Jongos do Brasil</i>
<p id="wx141">. Rio de Janeiro: Associação Brasil Mestiço, 2006. CD.</p>
</li>

<li id="wx142"><i id="wx143">Quilombo</i>
<p id="wx144">. Grupo Basam. Tapecar, s/d. LP 33 1/3 rpm.</p>
</li>
</ul>

<p id="wx145"><b id="wx146">Filmografia</b></p>

<ul id="wx147">
<li id="wx148"><i id="wx149">Caxambu de Sá Maria</i>
<p id="wx150">. Direção de Guilherme Fernandes. Rio de Janeiro: Independente. Vídeo (65 min.), son., color.</p>
</li>

<li id="wx151"><i id="wx152">Feiticeiros da palavra: o jongo do Tamandaré</i>
<p id="wx153">. Direção de Rubens Xavier. São Paulo:Núcleo de Documentários da TV Cultura; Associação Cultural Cachuera!, 2001. Vídeo (56min.), son., color.</p>
</li>

<li id="wx154"><i id="wx155">Saravá jongueiro</i>
<p id="wx156">. Direção de Bianca Brandão, Cecília de Mendonça e Luisa Helena Pitanga. Rio de Janeiro:Independente, 2003. Vídeo (24 min.), VHS, son., color.</p>
</li>

<li id="wx157"><i id="wx158">Salve jongo</i>
<p id="wx159">!. Direção de Pedro Simonard. Rio de Janeiro:Independente, 2005. Vídeo e DVD (25 min.), son., color.</p>
</li>
</ul>

<a id="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas" name="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas"/>
<wx:section level="2" title="Ligações externas" id="wxsec2"><h2 id="wx160"><wx:template id="wx_t1" pagename="Predefinição:Ligações_externas" page_id="62491"/>Ligações externas<wx:templateend start="wx_t1"/></h2>

<ul id="wx161">
<li id="wx162"><a href="http://www.jongodepiquete.multiply.com" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx163">Jongo de Piquete / SP</a></li>

<li id="wx164"><a href="http://www.jongodaserrinha.org.br/secao.asp?cod_secao=home" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx165">Jongo da Serrinha</a></li>

<li id="wx166"><a href="http://www.revista.iphan.gov.br/materia.php?id=58" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx167">Artigos IPHAN</a></li>

<li id="wx168"><a href="http://www.eefd.ufrj.br/redejongo/home.html" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx169">Rede de Memória Jongo Caxambu</a></li>
</ul>
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