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<title>Fitormônio</title>
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<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Fitormônio" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Fitormônio</h1>

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<table class="caixa infodestaque" id="wx2">
<tr id="wx3">
<td width="30px" id="wx4">
<div style="position: relative; width: 45px; height: 45px; overflow: hidden" id="wx5">
<div style="position: absolute; top: 0px; left: 0px; font-size: 100px; overflow: hidden; line-height: 100px; z-index: 3" id="wx6"><a href="/wpt/Wikipedia:Wikifica%C3%A7%C3%A3o" title="Wikipedia:Wikificação" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Wikificação" id="wx7">   </a></div>

<div style="position: absolute; top: 0px; left: 0px; z-index: 2" id="wx8"><a href="/wpt/Imagem:Wiki_puzzle.svg" title="Wikipedia:Wikificação " wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Wiki_puzzle.svg" id="wx9"><img src="/wpt/Imagem:Wiki_puzzle.svg" alt="Wikipedia:Wikificação " width="45" id="wx10"/></a></div>
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<td id="wx11"><b id="wx12">Este artigo ou seção precisa ser <i id="wx13"><a href="/wpt/Wikipedia:Wikifica%C3%A7%C3%A3o" title="Wikipedia:Wikificação" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Wikificação" id="wx14">wikificado</a></i>.</b><br id="wx15"/>
<p id="wx16">Por favor ajude a <a href="/wpt/Ajuda:Guia_de_edi%C3%A7%C3%A3o/Formata%C3%A7%C3%A3o" title="Ajuda:Guia de edição/Formatação" wx:linktype="known" wx:pagename="Ajuda:Guia_de_edição/Formatação" id="wx17">formatar</a> este artigo de acordo com as diretrizes estabelecidas no <a href="/wpt/Wikipedia:Livro_de_estilo" title="Wikipedia:Livro de estilo" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Livro_de_estilo" id="wx18">livro de estilo</a>. <small id="wx19">(Fevereiro de 2008)</small></p>
</td>
</tr>
</table>

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<p id="wx20"><b id="wx21">Fitormônios</b> são os <b id="wx22">hormônios vegetais</b>.</p>

<p id="wx23">Os <a href="/wpt/Vegetal" title="Vegetal" wx:linktype="known" wx:pagename="Vegetal" wx:page_id="40882" id="wx24">vegetais</a>, assim como os <a href="/wpt/Animal" title="Animal" wx:linktype="known" wx:pagename="Animal" wx:page_id="1167308" id="wx25">animais</a>, têm grande parte de seu <a href="/wpt/Metabolismo" title="Metabolismo" wx:linktype="known" wx:pagename="Metabolismo" wx:page_id="2989" id="wx26">metabolismo</a> controlado por <a href="/wpt/Horm%C3%B4nio" title="Hormônio" wx:linktype="known" wx:pagename="Hormônio" wx:page_id="7384" id="wx27">hormônios</a>. O desenvolvimento e crescimento das plantas são afetados pela <a href="/wpt/Luz" title="Luz" wx:linktype="known" wx:pagename="Luz" wx:page_id="20637" id="wx28">luz</a>, <a href="/wpt/Gravidade" title="Gravidade" wx:linktype="known" wx:pagename="Gravidade" wx:page_id="9859" id="wx29">gravidade</a>, <a href="/wpt/Temperatura" title="Temperatura" wx:linktype="known" wx:pagename="Temperatura" wx:page_id="1829" id="wx30">temperatura</a>, duração do dia e da noite etc., através da influencia dos hormnios vegetais. Os principais fitormônios são:</p>

<div id="wx_toc"/>

<a id="Auxinas" name="Auxinas"/>
<wx:section level="2" title="Auxinas" id="wxsec2"><h2 id="wx31">Auxinas</h2>

<p id="wx32">São os fitormônios mais importantes das plantas. Entre as auxinas a mais comum é o AIA (ácido indolilacético ). As auxinas são produzidas no ápice do vegetal, sendo distribuídas por um transporte polarizado do ápice para o resto do corpo do vegetal.</p>

<p id="wx33">Um dos efeitos das auxinas está relacionado com o crescimento do vegetal, pois actuam sobre a parede celular do vegetal, provocando a sua alongação ou distensão e, consequentemente, o crescimento do vegetal. Na verdade, os efeitos das auxinas sobre os vegetais são muito diversificados, dependendo do local de actuação e concentração, podem apresentar efeitos completamente antagônicos. As auxinas são hormônios vegetais produzidos principalmente nas regiões apicais que, transportados para outros locais da planta, participam do seu crescimento e diferenciação. A principal auxina encontrada nas plantas é o ácido indolacético, conhecido pela sigla AIA. Essa substância é produzida principalmente no meristema apical do caule e transportada através das células do parênquima até as raízes. O transporte do AIA é unidirecional, dependendo de energia para ocorrer.</p>

<p id="wx34">Se um pedaço de caule é invertido, o AIA continua a se deslocar em direção à extremidade das raízes, contra a força de gravidade. O principal efeito da auxina é promover o crescimento de raízes e caules, através do alongamento das células recém-formadas nos meristema. Isso depende, da concentração do hormônio; nas raízes, em concentrações muito altas a auxina inibe a alongação celular, devido a essas serem muito sensíveis à esse hormônio, já na região caulinar necessita-se de mais auxina pois a sensibilidade é mais baixa do que a das raízes.A sensibilidade das células à auxina varia nas diferentes partes da planta. O caule, por exemplo, é menos sensível à auxina que a raiz. Por isso uma concentração de auxina suficiente para induzir crescimento do caule tem forte efeito inibidor sobre o crescimento da raiz podem ser insuficientes para produzir efeitos sobre o crescimento do caule.</p>

<p id="wx35"><b id="wx36">Auxina e dinâmica apical</b>: Nas plantas, a gema apical exerce um efeito inibidor sobre o desenvolvimento das gemas laterais. Com a eliminação do ápice de um caule. Rapidamente diversas gemas laterais passam a ser desenvolver, produzindo ramos. É o princípio da antiga técnica de jardinagem chamada poda. A auxina produzida pelo meristema apical é a responsável pela inibição das gemas laterais. Quando a gema apical é removida, cessa sua produção e as gemas laterais podem se desenvolver.</p>

<p id="wx37"><b id="wx38">Auxina e desenvolvimento de frutos</b> O crescimento dos frutos é estimulado pela auxina liberada pelas sementes em formação.Podem-se produzir frutos sem sementes (partenocárpicos) pulverizando-se auxina sobre flores não fecundadas. As auxinas sintéticas controlam ervas daninhas em campos de cultivo de monocotiledôneas. A aplicação de grande quantidade desse hormônio em campos de cultivo impede o crescimento de dicotiledôneas ervas daninhas, sem afetar o desenvolvimento de monocotiledôneas como o milho, por exemplo.</p>

<a id="Giberelinas" name="Giberelinas"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Giberelinas" id="wxsec3"><h2 id="wx39">Giberelinas</h2>

<p id="wx40">São produzidas em tecidos jovens do sistema caulinar e sementes em desenvolvimento. É incerto se sua síntese ocorre também nas raízes. Após a síntese, as giberelinas são provavelmente transportadas pelo xilema e floema.</p>

<p id="wx41">Aplicando giberelinas em plantas anãs, verifica-se que elas se tornam indistinguíveis das plantas de altura normal (plantas não mutantes), indicando que as plantas anãs (mutantes) são incapazes de sintetizar giberelinas e que o crescimento dos tecidos requer este regulador. Em muitas espécies de plantas, incluindo o alface, o tabaco e a aveia selvagem, as giberelinas quebram a dormência das sementes, promovendo o crescimento do embrião e a emergência da plântula. Especificamente, as giberelinas estimulam o alongamento celular, fazendo com que a radícula rompa o tegumento da semente.</p>

<p id="wx42">Giberelinas, assim como auxinas, podem causar o desenvolvimento de frutos partenocárpicos (sem sementes), incluindo maçã, abóbora, berinjela e groselha. A maior aplicação comercial das giberelinas é na produção de uvas para a mesa. O ácido giberélico promove a produção de frutos grandes, sem sementes, soltos entre si.</p>

<p id="wx43">É o grupo de substâncias reguladoras do crescimento e desenvolvimento vegetal, encontradas em sementes em germinação e frutos jovens. Estimulam a divisão celular; retardam a senescência (envelhecimento) foliar e auxiliam no desenvolvimento de frutos e na germinação de sementes. Além de estimular a divisão celular, a mistura de auxinas e de cinetina induz o início da diferenciação celular. Variações nas proporções de auxinas e cinetina colocadas em uma cultura de tecidos podem influenciar fortemente o tipo de diferenciação celular. Quando a proporção do AIA é superior à de cinetina, certas regiões dos tecidos em cultura formam raízes. Proporções maiores de cinetina resultam no desenvolvimento de caules. Estes fatos demonstram que a divisão e a diferenciação celular exigem a ação conjunta e harmônica de dois reguladores vegetais: auxinas e cinetina.</p>

<a id="Retardadores_e_inibidores" name="Retardadores_e_inibidores"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Retardadores e inibidores" id="wxsec4"><h2 id="wx44">Retardadores e inibidores</h2>

<p id="wx45">Os retardadores são substâncias sintéticas que retardam o crescimento do meristema subapical. Os retardadores mais utilizados atualmente são o ácido succínico-2, 2-dimetilidrazida (SADH) e o cloreto (2-cloroetil) trimetilamônio, conhecido por CCC O SADH parece afetar a síntese de ácido indolilacético, e o CCC pode inibir a síntese de giberelina endógena. O SADH também reduz a produção de etileno endógeno. O CCC é utilizado em cereais, com a finalidade de evitar o acamamento de cultivares altos por ação do vento ou da chuva. Cereais adubados com altos níveis de nitrogênio também mostram esta tendência. O CCC torna as plantas mais compactas e o caule curto, o que impedem o acamamento. Este produto também tem sido utilizado em algodoeiro, em solos férteis, com a facilidade de reduzir e uniformizar o crescimento para a diminuição no espaçamento e para facilitar a colheita mecanizada.</p>

<p id="wx46">Os retardadores têm-se mostrado efetivos para reduzir a altura de plantas ornamentais envasadas e melhorar a florescência, como no caso da azaléia, crisântemo e outras. Plantas tratadas com estes compostos apresentam maior resistência às condições desfavoráveis do meio ambiente, tais como déficit hídrico, salinidade e geada. A restrição no crescimento, induzida pelos retardadores, pode também ser útil para diminuir a freqüência de poda em árvores de rua, cercas vivas e gramados.</p>

<p id="wx47">Os inibidores naturais promovem retardamento no crescimento do meristema apical. Este efeito retarda efetivamente o alongamento do caule e das raízes, inibindo ainda a germinação das sementes e o desenvolvimento das gemas. A presença de inibidores de crescimento tem como finalidade proteger a planta ou suas partes contra condições desfavoráveis do meio ambiente como baixas temperaturas ou déficit hídrico. A dormência de gemas em regiões temperadas e frias ocorre com a aproximação do inverno e o declínio progressivo da temperatura e o comprimento do dia. As plantas decíduas possuem, nas folhas, um sistema de percepção que promove uma redução progressiva no metabolismo foliar, em resposta à variação fotoperiódica. Isto resulta na queda das folhas e na indução de dormência das gemas.</p>

<p id="wx48">Existem evidências de que, no processo de dormência, ocorre um aumento progressivo na concentração de inibidores nas folhas e gemas. Estes inibidores incluem o ácido abscístico e outros compostos pertencentes ao grupo dos fenóis Ácido Abscísico - um inibidor do crescimento das plantas produzido nas folhas, na coifa e no caule. É o principal responsável pelo blo-queio do crescimento das plantas no inverno. Ele também é res-ponsável pelas alte-rações que a planta so-fre quando colocado em condições adversa.</p>

<a id="Etileno" name="Etileno"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Etileno" id="wxsec5"><h2 id="wx49">Etileno</h2>

<p id="wx50">É o composto orgânico (endógeno ou exógeno) mais simples e, aparentemente, o único gás que participa de regulação dos processos fisiológicos das plantas. O etileno é considerado um hormônio, já que é um produto natural do metabolismo, atua em concentrações muito baixas e participa da regulação de praticamente todos os processos de crescimento, desenvolvimento e senescência das plantas.</p>

<p id="wx51">A vantagem original do gás etileno como regulador do crescimento reside no fato de que não exige atividade metabólica para seu transporte e, em certos casos, para sua inativação. A difusão do gás é suficiente para seu transporte e para diminuir sua concentração. A maior dificuldade dos estudos com o gás etileno é que ele está geralmente presente na atmosfera, particularmente nas áreas de atividade industrial ou de trânsito intenso. Além disso, praticamente todos os compostos orgânicos liberam etileno quando são aquecidos ou oxidados. Finalmente, as plantas sujeitas à vários tipos de estresse, como o ataque de insetos e microrganismos, o contato com substâncias tóxicas, a colocação em posição horizontal, a exposição a baixas temperaturas e à presença de potenciais de água baixos nos tecidos, produzem etileno acima dos níveis esperados em plantas normais.</p>

<p id="wx52">Uma prática comum para acelerar o amadurecimento de frutos de banana é queimar pó de madeira nas câmaras de armazenamento. A queima de serragem libera gás etileno que é indutor do amadurecimento de frutos. O etileno é produzido em diversas partes da planta e se difundindo-se no ar que existe entre as células. Em frutas e vegetais, o estímulo da produção de etileno causado por cortes ou escoriações, pode comprometer a armazenagem desses produtos. O escurecimento das folhas, induzido pelo etileno, é uma causa comum de perdas em muitos produtos, como na alface.</p>

<a id="Tropismos" name="Tropismos"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Tropismos" id="wxsec6"><h2 id="wx53">Tropismos</h2>

<p id="wx54"><b id="wx55">Fototropismo</b> - É o desenvolvimento da planta influenciado pela direção da luz. Muitos caules exibem fototropismo positivo, curvando-se na direção donde recebem luz. É resultado da ação da auxina sobre a elongação celular. Quando uma planta é iluminada unidirecionalmente, a auxina migra para o lado menos expostos à luz antes de descer pelo caule. Com isso as células do lado menos iluminado se alongam mais do que as do lado mais iluminado e a planta se dobra em direção à fonte de luz.</p>

<p id="wx56"><b id="wx57">Geotropismo</b> - é um resposta dos órgãos vegetais à força da gravidade. Esta resposta resulta no crescimento da parte aérea da planta na direção oposta à força da gravidade (geotropismo negativo) e no crescimento das raízes na direção da força gravitacional (geotropismo positivo). O geotropismo no caule parece estar de acordo com a teoria de Cholodny-Went. Quando a planta é colocada em posição horizontal, o acúmulo de auxinas na parte inferior do caule provoca um maior crescimento dessa parte, ocorrendo curvatura em uma direção oposta à força da gravidade, fazendo com que o caule se dirija para cima. Na raiz em posição horizontal ocorre um maior alongamento na parte superior comparada à inferior, provocando curvatura da raiz na direção da força gravitacional.</p>

<p id="wx58"><b id="wx59">Tigmotropismo</b> - É o desenvolvimento em resposta a um estímulo mecânico tal como o contacto com um objeto. O enrolamento das gavinhas que ajuda a prender a planta ao suporte é um exemplo de tigmotropismo.</p>
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<p id="wx79">Fevereiro de 2008</p>
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