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<title>Forte de São Jorge Velho</title>
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<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Forte de São Jorge Velho" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Forte de São Jorge Velho</h1>

<wx:template id="wx_t1" pagename="Predefinição:Info/Castelo-br" page_id="1067194"/>
<table border="2" cellpadding="4" cellspacing="0" style="float:right; margin: 1em 0 .5em .5em; background: #f9f9f9; border: 1px #aaa solid; border-collapse: collapse; font-size:85%;" width="275" id="wx2">
<tr id="wx3">
<td colspan="2" id="wx4">
<div style="position:relative;font-size:1px;color:yellow;cursor:crosshair" id="wx5">
<div class="wx_image" wx:align="center" id="wx6"><a href="/wpt/Imagem:Brazilian_States.PNG" title="" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Brazilian_States.PNG" id="wx7"><img src="/wpt/Imagem:Brazilian_States.PNG" alt="" width="250" id="wx8"/></a></div>

<div style="position:absolute;top:px; left:px; width:3px; height:3px; background:#FF0000" title="Localização" id="wx9"/></div>
</td>
</tr>

<tr id="wx10">
<td id="wx11"><b id="wx12">Construção</b> </td>
<td id="wx13">
<p id="wx14">()</p>
</td>
</tr>

<tr id="wx15">
<td id="wx16"><b id="wx17">Estilo</b> </td>
<td id="wx18"/>
</tr>

<tr id="wx19">
<td id="wx20"><b id="wx21">Conservação</b> </td>
<td id="wx22"/>
</tr>

<tr id="wx23">
<td id="wx24"><b id="wx25">Aberto ao público</b> </td>
<td id="wx26"/>
</tr>
</table>

<wx:templateend start="wx_t1"/>
<p id="wx27">O <b id="wx28">Forte de São Jorge Velho</b> localizava-se no <a href="/wpt/Istmo" title="Istmo" wx:linktype="known" wx:pagename="Istmo" wx:page_id="44790" id="wx29">istmo</a> de <a href="/wpt/Areia" title="Areia" wx:linktype="known" wx:pagename="Areia" wx:page_id="38682" id="wx30">areia</a> que liga a cidade do <a href="/wpt/Recife" title="Recife" wx:linktype="known" wx:pagename="Recife" wx:page_id="1679" id="wx31">Recife</a> a <a href="/wpt/Olinda" title="Olinda" wx:linktype="known" wx:pagename="Olinda" wx:page_id="12904" id="wx32">Olinda</a>, ao sul desta última, no litoral do atual estado de <a href="/wpt/Pernambuco" title="Pernambuco" wx:linktype="known" wx:pagename="Pernambuco" wx:page_id="1518" id="wx33">Pernambuco</a>, no <a href="/wpt/Brasil" title="Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Brasil" wx:page_id="404" id="wx34">Brasil</a>.</p>

<div id="wx_toc"/>

<a id="Hist.C3.B3ria" name="Hist.C3.B3ria"/>
<wx:section level="2" title="História" id="wxsec2"><h2 id="wx35">História</h2>

<p id="wx36">A estrutura denominada de <b id="wx37">Forte de São Jorge</b> por SOUZA (1885), conforme o histórico descrito será o <b id="wx38">Forte Novo de São Jorge</b> (ver <a href="/wpt/Forte_de_S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_Batista_do_Brum" title="Forte de São João Batista do Brum" wx:linktype="known" wx:pagename="Forte_de_São_João_Batista_do_Brum" wx:page_id="1149481" id="wx39">Forte de São João Batista do Brum</a>). Embora confusas ambas as estruturas (<b id="wx40">Forte Velho</b> e <b id="wx41">Forte Novo de São Jorge</b>), o mesmo autor remonta o <b id="wx42">Forte de São Jorge</b> (neste caso, o <b id="wx43">Forte Velho</b>) a uma <a href="/wpt/Trincheira" title="Trincheira" wx:linktype="known" wx:pagename="Trincheira" wx:page_id="348345" id="wx44">trincheira</a> portuguesa conquistada pelo <a href="/wpt/Cors%C3%A1rio" title="Corsário" wx:linktype="known" wx:pagename="Corsário" wx:page_id="59194" id="wx45">corsário</a> inglês <a href="/wpt/James_Lancaster" title="James Lancaster" wx:linktype="known" wx:pagename="James_Lancaster" wx:page_id="964202" id="wx46">James Lancaster</a> e retomada um mês mais tarde, em Maio de <a href="/wpt/1595" title="1595" wx:linktype="known" wx:pagename="1595" wx:page_id="28251" id="wx47">1595</a>, quando foi reconstruída "<i id="wx48">com mais solidez</i>" (op. cit., p. 82-83).</p>

<p id="wx49">GARRIDO (1940) aprofunda a divergência, quando admite as três estruturas:</p>

<ul id="wx50">
<li id="wx51">
<p id="wx52">o <b id="wx53">Forte Velho de São Jorge</b> (citando GALANTI) - que denomina de <i id="wx54">Fortim do Bom Jesus</i>, localizando-o próximo à <i id="wx55">Guarita de João Alberto</i> (João de Albuquerque, cf. SOUZA, 1885:82) e sobre cujos vestígios teria sido erguido o <i id="wx56">Forte de Santo Antônio do Buraco</i> (<a href="/wpt/Forte_de_Madame_Bruyne" title="Forte de Madame Bruyne" wx:linktype="known" wx:pagename="Forte_de_Madame_Bruyne" wx:page_id="1499164" id="wx57">Forte de Madame Bruyne</a>) (op. cit., p. 66);</p>
</li>

<li id="wx58">
<p id="wx59">o <b id="wx60">Forte Novo de São Jorge</b> - que remonta à trincheira tomada por Lancaster em 1695, que teria sido transformada em Fortim por <a href="/wpt/Matias_de_Albuquerque" title="Matias de Albuquerque" wx:linktype="known" wx:pagename="Matias_de_Albuquerque" wx:page_id="62449" id="wx61">Matias de Albuquerque</a> em 1629, conquistada por forças <a href="/wpt/Pa%C3%ADses_Baixos" title="Países Baixos" wx:linktype="known" wx:pagename="Países_Baixos" wx:page_id="3374" id="wx62">neerlandesas</a> em 1630, e por estes denominado de <b id="wx63">Forte Sanct-Joris</b> (op. cit., p. 66);</p>
</li>

<li id="wx64">
<p id="wx65">a <b id="wx66">Fortaleza de São João Batista do Brum</b> - iniciada em <a href="/wpt/1626" title="1626" wx:linktype="known" wx:pagename="1626" wx:page_id="28278" id="wx67">1626</a> (<a href="/wpt/1629" title="1629" wx:linktype="known" wx:pagename="1629" wx:page_id="28281" id="wx68">1629</a>?) por <a href="/wpt/Diogo_Paes" class="new" title="Diogo Paes" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Diogo_Paes" id="wx69">Diogo Paes</a> e concluída pelas forças neerlandesas (op. cit., p. 69-71).</p>
</li>
</ul>

<p id="wx70">BARRETTO (1958) denomina esta estrutura como <b id="wx71">Fortim de São Jorge Velho</b>, remontando-o a <a href="/wpt/1590" title="1590" wx:linktype="known" wx:pagename="1590" wx:page_id="28246" id="wx72">1590</a>, tendo sido sucedido, posteriormente, pelo <i id="wx73">Forte de Santo Antônio do Buraco</i> (<a href="/wpt/Forte_de_Madame_Bruyne" title="Forte de Madame Bruyne" wx:linktype="known" wx:pagename="Forte_de_Madame_Bruyne" wx:page_id="1499164" id="wx74">Forte de Madame Bruyne</a>). O mesmo autor prossegue, referindo que, à época da invasão neerlandesa (1630), esta estrutura encontrava-se em ruínas e a sua demolição foi ordenada pelo Superintendente da Guerra da <a href="/wpt/Capitania_de_Pernambuco" title="Capitania de Pernambuco" wx:linktype="known" wx:pagename="Capitania_de_Pernambuco" wx:page_id="49843" id="wx75">Capitania de Pernambuco</a>, Matias de Albuquerque (c. 1590-1647), devendo o seu material e armamento serem aproveitados para a construção do novo <i id="wx76">Forte de São Jorge</i> (op. cit., p. 143).</p>

<p id="wx77">Encontra-se figurado por <a href="/wpt/Jo%C3%A3o_Teixeira_Albernaz%2C_o_velho" title="João Teixeira Albernaz, o velho" wx:linktype="known" wx:pagename="João_Teixeira_Albernaz,_o_velho" wx:page_id="1422090" id="wx78">João Teixeira Albernaz, o velho</a> no mapa do Recife e Olinda como "<i id="wx79">E - O forte velho que junta a terra</i>" (<i id="wx80">Livro que dá Razão do Estado do Brazil, c. 1616</i>. <a href="/wpt/Biblioteca_P%C3%BAblica_Municipal_do_Porto" title="Biblioteca Pública Municipal do Porto" wx:linktype="known" wx:pagename="Biblioteca_Pública_Municipal_do_Porto" wx:page_id="338762" id="wx81">Biblioteca Pública Municipal do Porto</a>).</p>

<p id="wx82">De acordo com as fontes neerlandesas coevas, materializada a invasão em Fevereiro de 1630, o <b id="wx83">Forte Velho de São Jorge</b>, em <a href="/wpt/Alvenaria" title="Alvenaria" wx:linktype="known" wx:pagename="Alvenaria" wx:page_id="109527" id="wx84">alvenaria</a> de pedra, que os neerlandeses denominaram de <b id="wx85">Castelo de Terra</b>, junto com o <a href="/wpt/Forte_de_S%C3%A3o_Francisco" title="Forte de São Francisco" wx:linktype="known" wx:pagename="Forte_de_São_Francisco" wx:page_id="1583932" id="wx86">Forte de São Francisco</a> (o <i id="wx87">Castelo do Mar</i>), que lhe era fronteiro e com quem cruzava fogos, foram os únicos a oferecer resistência. Com as <a href="/wpt/Muralha" title="Muralha" wx:linktype="known" wx:pagename="Muralha" wx:page_id="59826" id="wx88">muralhas</a> arrasadas pela <a href="/wpt/Artilharia" title="Artilharia" wx:linktype="known" wx:pagename="Artilharia" wx:page_id="28661" id="wx89">artilharia</a> inimiga, o seu comandante, Capitão <a href="/wpt/Ant%C3%B4nio_de_Lima" class="new" title="Antônio de Lima" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Antônio_de_Lima" id="wx90">Antônio de Lima</a>, capitulou, com honras militares, a <a href="/wpt/2_de_Mar%C3%A7o" title="2 de Março" wx:linktype="known" wx:pagename="2_de_Março" wx:page_id="10831" id="wx91">2 de Março</a> de 1630 (SOUZA, 1885:82-83).</p>

<p id="wx92">O francês MOREAU (1979), assim descreve a sua conquista:</p>

<dl id="wx93">
<dd id="wx94">
<p id="wx95">"<i id="wx96">(...) [Cientes da tomada de Olinda, os ricos comerciantes de Amsterdão] despacharam logo outros navios que, mal chegaram, se juntaram às primeiras tropas e foram atacar um forte de pedra distanciado da cidade de Olinda uns três quartos de légua, situado sobre um dique [o istmo de areia que liga Recife a Olinda], ou melhor, uma ilha de uma légua de comprimento e quinhentos passos de largura, entre a terra firme e esta rocha comprida e larga [o recife de pedra] que borda toda a costa do Brasil, a um tiro de <a href="/wpt/Mosquete" title="Mosquete" wx:linktype="known" wx:pagename="Mosquete" wx:page_id="54386" id="wx97">mosquete</a> em direção ao mar."</i></p>
</dd>
</dl>

<p id="wx98">Ocupado, foi batizado pelos invasores de <b id="wx99">Forte Sanct Joris</b> (GARRIDO, 1940:66). Figura nos mapas de <a href="/wpt/Frans_Post" title="Frans Post" wx:linktype="known" wx:pagename="Frans_Post" wx:page_id="38942" id="wx100">Frans Post</a> (1612-1680) da Ilha de Antônio Vaz (<a href="/wpt/1637" title="1637" wx:linktype="known" wx:pagename="1637" wx:page_id="28287" id="wx101">1637</a>), e de Mauritiopolis (<a href="/wpt/1645" title="1645" wx:linktype="known" wx:pagename="1645" wx:page_id="28293" id="wx102">1645</a>. <a href="/wpt/Biblioteca_Nacional_do_Brasil" title="Biblioteca Nacional do Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Biblioteca_Nacional_do_Brasil" wx:page_id="68872" id="wx103">Biblioteca Nacional do Brasil</a>, [[Rio de Janeiro (cidade)|Rio de Janeiro), e no mapa "A Cidade Maurícia em 1644", de <a href="/wpt/Cornelis_Golijath" title="Cornelis Golijath" wx:linktype="known" wx:pagename="Cornelis_Golijath" wx:page_id="1506090" id="wx104">Cornelis Golijath</a> (in: BARLÉU, Gaspar. <i id="wx105">História dos feitos recentemente praticados no Brasil</i>. Amsterdã, 1647).</p>

<p id="wx106">Sobre esta estrutura, <a href="/wpt/Maur%C3%ADcio_de_Nassau" title="Maurício de Nassau" wx:linktype="known" wx:pagename="Maurício_de_Nassau" wx:page_id="66985" id="wx107">Maurício de Nassau</a>, no seu "Breve Discurso" de <a href="/wpt/14_de_Janeiro" title="14 de Janeiro" wx:linktype="known" wx:pagename="14_de_Janeiro" wx:page_id="10670" id="wx108">14 de Janeiro</a> de <a href="/wpt/1638" title="1638" wx:linktype="known" wx:pagename="1638" wx:page_id="28288" id="wx109">1638</a>, sob o tópico "Fortificações", reporta:</p>

<dl id="wx110">
<dd id="wx111">
<p id="wx112">"<i id="wx113">Fora do Recife encontra-se primeiro o velho castelo denominado São Jorge. Achando-se este castelo muito arruinado, os administradores do hospital pediram-no para servir de enfermaria, com promessa de repararem-no interiormente e conservarem-no à sua custa, utilizando-se dele até que seja necessário ao serviço militar e à defesa do Recife, o que resolvemos conceder-lhe para poupar despesas à Companhia, e porque este castelo é atualmente inútil, e sê-lo-á talvez também para o futuro. Contudo ficaram aí todas as peças.</i>"</p>
</dd>
</dl>

<p id="wx114">O "Relatório sobre o estado das Capitanias conquistadas no Brasil", de autoria de <a href="/wpt/Adriaen_van_der_Dussen" title="Adriaen van der Dussen" wx:linktype="known" wx:pagename="Adriaen_van_der_Dussen" wx:page_id="1527903" id="wx115">Adriaen van der Dussen</a>, datado de <a href="/wpt/4_de_Abril" title="4 de Abril" wx:linktype="known" wx:pagename="4_de_Abril" wx:page_id="7735" id="wx116">4 de Abril</a> de <a href="/wpt/1640" title="1640" wx:linktype="known" wx:pagename="1640" wx:page_id="18454" id="wx117">1640</a>, complementa:</p>

<dl id="wx118">
<dd id="wx119">
<p id="wx120">"<i id="wx121">À distância de dois tiros de mosquete do Recife, em direção à cidade de Olinda, pelo istmo, está o Castelo de São Jorge, feito de pedra, tendo do lado da cidade de Olinda um <a href="/wpt/Baluarte" title="Baluarte" wx:linktype="known" wx:pagename="Baluarte" wx:page_id="112664" id="wx122">baluarte</a> e um meio-baluarte, de construção elevada e no qual estão 13 peças de <a href="/wpt/Ferro" title="Ferro" wx:linktype="known" wx:pagename="Ferro" wx:page_id="5699" id="wx123">ferro</a>, 1 de 12 libras, 1 de 9 lb, 6 de 6 lb, 3 de 5 lb, 1 de 4 lb, 1 de 3 lb; domina o istmo e a barra.</i>"</p>
</dd>
</dl>

<p id="wx124">BARLÉU (1974) transcreve a informação: "<i id="wx125">(...) A dois tiros de mosquete do Recife, no caminho de Olinda, mesmo na costa, surge, num cimo bastante alto, o Forte de São Jorge, feito de pedra e resguardado por um bastião de <a href="/wpt/M%C3%A1rmore" title="Mármore" wx:linktype="known" wx:pagename="Mármore" wx:page_id="52307" id="wx126">mármore</a> e assentando treze bocas de fogo contra a entrada do porto.</i>" (op. cit, p. 142)</p>

<p id="wx127">MOREAU (1979), acerca do período entre 1646-48, ratifica, complementando: "<i id="wx128">(...) há sobre o dique [o recife de pedra], também, um bom forte de pedra, que serve como hospital e onde, pelo menos, há sempre uma companhia de guarda, três baterias de quatro canhões dominando o dique, o porto e o rio salgado.</i>"</p>

<p id="wx129">Abandonado posteriormente, o material de suas ruínas foi aproveitado para a restauração do <a href="/wpt/Forte_de_S%C3%A3o_Jo%C3%A3o_Batista_do_Brum" title="Forte de São João Batista do Brum" wx:linktype="known" wx:pagename="Forte_de_São_João_Batista_do_Brum" wx:page_id="1149481" id="wx130">Forte de São João Batista do Brum</a> (<a href="/wpt/1667" title="1667" wx:linktype="known" wx:pagename="1667" wx:page_id="28308" id="wx131">1667</a>). No seu local foi erguida a Igreja de Nossa Senhora do Pilar (GARRIDO, 1940:66).</p>

<a id="Bibliografia" name="Bibliografia"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Bibliografia" id="wxsec3"><h2 id="wx132"><wx:template id="wx_t2" pagename="Predefinição:Bibliografia" page_id="377386"/>Bibliografia<wx:templateend start="wx_t2"/></h2>

<ul id="wx133">
<li id="wx134">
<p id="wx135">BARRETO, Aníbal (Cel.). <i id="wx136">Fortificações no Brasil (Resumo Histórico).</i> Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército Editora, 1958. 368 p.</p>
</li>

<li id="wx137">
<p id="wx138">GARRIDO, Carlos Miguez. Fortificações do Brasil. <i id="wx139">Separata do Vol. III dos Subsídios para a História Marítima do Brasil</i>. Rio de Janeiro: Imprensa Naval, 1940.</p>
</li>

<li id="wx140">
<p id="wx141">IRIA, Alberto. IV Colóquio Internacional de Estudos Luso-Brasileiros - Inventário geral da Cartografia Brasileira existente no Arquivo Histórico Ultramarino (Elementos para a publicação da Brasilae Monumenta Cartographica). <i id="wx142">Separata da Studia</i>. Lisboa: nº 17, abr/1966. 116 p.</p>
</li>

<li id="wx143">
<p id="wx144">MELLO, José Antônio Gonsalves de (ed.). <i id="wx145">Fontes para a História do Brasil Holandês (Vol. 1 - A Economia Açucareira).</i> Recife: Parque Histórico Nacional dos Guararapes, 1981. 264p. tabelas.</p>
</li>

<li id="wx146">
<p id="wx147">MOREAU, Pierre. BARO, Roulox. <i id="wx148">História das últimas lutas no Brasil entre holandeses e portugueses e Relação da viagem ao país dos Tapuias</i>. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia; São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 1979. 132 p.</p>
</li>

<li id="wx149"><a href="/wpt/Augusto_Fausto_de_Sousa" title="Augusto Fausto de Sousa" wx:linktype="known" wx:pagename="Augusto_Fausto_de_Sousa" wx:page_id="1308599" id="wx150">SOUSA, Augusto Fausto de</a>
<p id="wx151">. Fortificações no Brazil. <i id="wx152">RIHGB.</i> Rio de Janeiro: Tomo XLVIII, Parte II, 1885. p. 5-140.</p>
</li>
</ul>

<a id="Ver_tamb.C3.A9m" name="Ver_tamb.C3.A9m"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Ver também" id="wxsec4"><h2 id="wx153"><wx:template id="wx_t3" pagename="Predefinição:Ver_também" page_id="62492"/>Ver também<wx:templateend start="wx_t3"/></h2>

<ul id="wx154">
<li id="wx155"><a href="/wpt/Lista_de_fortifica%C3%A7%C3%B5es_do_Brasil" title="Lista de fortificações do Brasil" wx:linktype="known" wx:pagename="Lista_de_fortificações_do_Brasil" wx:page_id="1351051" id="wx156">Lista de fortificações do Brasil</a></li>
</ul>

<a id="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas" name="Liga.C3.A7.C3.B5es_externas"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Ligações externas" id="wxsec5"><h2 id="wx157"><wx:template id="wx_t4" pagename="Predefinição:Ligações_externas" page_id="62491"/>Ligações externas<wx:templateend start="wx_t4"/></h2>

<ul id="wx158">
<li id="wx159"><a href="http://portal.iphan.gov.br/portal/montarPaginaInicial.do" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx160">Iphan</a></li>

<li id="wx161"><a href="http://www.fortalezasmultimidia.com.br" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx162">Projeto Fortalezas Multimídia</a></li>

<li id="wx163"><a href="http://www.funceb.org.br/espacocultural.html" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx164">Fundação Cultural Exército Brasileiro</a></li>
</ul>

<wx:template id="wx_t5" pagename="Predefinição:Esboço-fortificação" page_id="1511975"/>
<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="background-color: white; border: 1px solid #ccc; padding: 5px; font-size:85%;" class="noprint" id="wx165">
<tr id="wx166">
<td id="wx167"><a href="/wpt/Imagem:Redsquarenight.jpg" title="" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Redsquarenight.jpg" id="wx168"><img src="/wpt/Imagem:Redsquarenight.jpg" alt="" width="30" id="wx169"/></a> </td>
<td id="wx170">
<p id="wx171">  <i id="wx172">Este artigo é um <a href="/wpt/Wikipedia:Esbo%C3%A7o" title="Wikipedia:Esboço" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Esboço" id="wx173">esboço</a> sobre uma <b id="wx174"><a href="/wpt/Fortaleza_%28arquitetura_militar%29" title="Fortaleza (arquitetura militar)" wx:linktype="known" wx:pagename="Fortaleza_(arquitetura_militar)" wx:page_id="59249" id="wx175">Fortaleza</a></b>. Pode ajudar a Wikipédia <span class="plainlinks" id="wx176"><a href="http://wpt/wpt/index.php?title=Forte_de_S%C3%A3o_Jorge_Velho&amp;action=edit" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx177">expandindo-o</a></span>.</i></p>
</td>
</tr>
</table>

<wx:templateend start="wx_t5"/>
<p id="wx178"><wx:template id="wx_t6" pagename="Predefinição:Semimagem-arq" page_id="132488"/>
<br id="wx179"/>
</p>

<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="background-color: white; border: 1px solid #ccc; padding: 5px; font-size:85%;" class="noprint" id="wx180">
<tr id="wx181">
<td id="wx182">
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