<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<html xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" xmlns:wx="http://ilps.science.uva.nl/WikiXML/wx" xml:lang="pt" lang="pt">
<head>
<title>Ovimbundos</title>
<meta name="wx_namespace" content="0"/>
<meta name="wx_pagename" content="Ovimbundos"/>
<meta name="wx_page_id" content="149208"/>
</head>
<body>
<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Ovimbundos" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Ovimbundos</h1>

<wx:template id="wx_t1" pagename="Predefinição:Suspeito" page_id="134508"/>
<table id="copyright" style="width: 100%; background-color:#fff; border: 2px solid #ff0000; white-space: wrap; align:center; padding: 5px;" class="noprint">
<tr id="wx2">
<th rowspan="2" id="wx3"><a href="/wpt/Imagem:Nuvola_apps_important.svg" title="Sinal de alerta" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Nuvola_apps_important.svg" id="wx4"><img src="/wpt/Imagem:Nuvola_apps_important.svg" alt="Sinal de alerta" width="80" id="wx5"/></a> </th>
<td id="wx6"><big id="wx7"><b id="wx8">Atenção!</b></big> 

<p id="wx9">O conteúdo desta página está sob suspeita de <a href="/wpt/Wikipedia:Direitos_de_autor" title="Wikipedia:Direitos de autor" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Direitos_de_autor" id="wx10">violação de direitos de autor</a>. Ele será removido/revertido em <b id="wx11">8 de julho</b>, a menos que a situação seja esclarecida. <b id="wx12">Atenção</b>: <u id="wx13">Apresente uma justificativa na <b id="wx14"><a href="/wpt/Discuss%C3%A3o:Ovimbundos" class="new" title="Discussão:Ovimbundos" wx:linktype="unknown" wx:pagename="Discussão:Ovimbundos" id="wx15">página de discussão</a></b></u>.<br id="wx16"/>
</p>
</td>
</tr>
</table>

<div style="width: 100%; background-color:#FFFFFF; border: 1px; white-space: wrap; align:center;" id="wx17">
<center id="wx18"><small id="wx19">Não esqueça de avisar o editor com <b id="wx20">{{subst:aviso-suspeito|Ovimbundos|8 de julho}} ~~~~</b></small></center>
</div>

<wx:templateend start="wx_t1"/>
<p id="wx21"><br id="wx22"/>
Os <b id="wx23">ovimbundos</b> são uma etnia <a href="/wpt/Bantu" title="Bantu" wx:linktype="known" wx:pagename="Bantu" wx:page_id="272991" id="wx24">banta</a> de <a href="/wpt/Angola" title="Angola" wx:linktype="known" wx:pagename="Angola" wx:page_id="265" id="wx25">Angola</a>. Eles constituem 40% da população do país e falam a sua própria língua além do <a href="/wpt/L%C3%ADngua_portuguesa" title="Língua portuguesa" wx:linktype="known" wx:pagename="Língua_portuguesa" wx:page_id="12071" id="wx26">português</a>. Muitos ovibundos foram e são membros da <a href="/wpt/UNITA" title="UNITA" wx:linktype="known" wx:pagename="UNITA" wx:page_id="519926" id="wx27">UNITA</a>, apesar deste partido politico não ter uma conotação regionalista.</p>

<p id="wx28">Os ovimbundos ocupam uma região que compreende as provincias do Huambo, Bie, Benguela, Parte do Kuanza sul, parte da Huila.</p>

<p id="wx29">As cidades desta região sempre foram muito bonitas e floridas sendo que o <a href="/wpt/Huambo" title="Huambo" wx:linktype="known" wx:pagename="Huambo" wx:page_id="41630" id="wx30">Huambo</a>, ex-Nova Lisboa, era já considerada das mais belas do mundo e candidata a capital de <a href="/wpt/Angola" title="Angola" wx:linktype="known" wx:pagename="Angola" wx:page_id="265" id="wx31">Angola</a>.</p>

<a id="Origem" name="Origem"/>
<wx:section level="2" title="Origem" id="wxsec2"><h2 id="wx32">Origem</h2>

<p id="wx33">A origem dos ovimbundos é, de acordo com os historiadores, sempre vista dentro dos processos migratórios bantos. Recorde-se que alguns investigadores têm avançado hipóteses segundo as quais os bantos teriam vindo da Ásia ou da região de Bahar-el-Ghazal e que se teriam fixado nos grandes lagos. Muito para além das formulações hipotéticas é um facto comummente aceite entre os investigadores de que os bantos devem, provavelmente, ter vindo das mesetas de Bauchi (Nigéria) e dos Camarões. Mas tudo aponta no sentido de serem originários do Noroeste da floresta equatorial (vale de Benué) e que durante milhares de anos se foram fixando em vários pontos da África. As migrações, como é óbvio, tiveram várias causas entre as quais podemos apontar as de carácter político (defesa e luta pela sobrevivência de um grupo face ao outro); económico (ligadas às catástrofes naturais que faziam com que os bantos procurassem terrenos mais férteis). São os problemas que Basil Davidson designou como sendo de carácter físico. Por último, pode apontar-se os desentendimentos dentro dos vários clãs (problemas ligados à sucessão ao trono).</p>

<p id="wx34">Relativamente a Angola é de referir que os bantos angolanos são originários do que se tem designado por 2º Centro Bantófono (Baixo Congo e Planalto Luba).Os ovimbundo seriam, assim, descendentes dos bantos que se fixaram no planalto central. No entanto, as hipóteses acerca da origem dos ovimbundos são várias e nem sempre consensuais. As referidas hipóteses dividem-se entre aquelas que afirmam que os ovimbundos teriam vindo de Benué (um vale situado numa região a leste da Nigéria); as que defendem a ideia de que seriam resultado de uma miscigenação de outros grupos e as que os consideram como descendentes dos autores das pinturas rupestres de Caninguiri (Kañilili). De acordo com a primeira hipótese os ovimbundos, conforme os seus autores, teriam passado pela faixa Atlântica, fixando-se em Benguela. E dado o facto de serem agricultores dirigiram-se ao planalto do Huambo e Bié, cujas terras eram as mais férteis. Esses autores sustentam esta hipótese com dados provenientes da linguística. Assim, segundo ele, alguns dos termos utilizados pelos ovimbundos, ao invés de se aproximarem aos usados pelos bantos mais próximos assemelham-se mais aos do povo Igbo da Nigéria. É o caso do termo "Suku" (deus) "omunu" (pessoa,) "twendi" (vamos). Os quimbundos por, exemplo, utilizam o termo Nzambi para designar Deus. Os defensores da segunda hipótese afirmam que os ovimbundos são uma síntese de vários grupos étnicos. E, consequentemente, defendem a ideia de que este grupo não tem um carácter homogéneo. Estão à vista os aproveitamentos políticos que se podem fazer desta interpretação. Uma vez que se pretende, com este ponto de vista, provar que os ovimbundos não são um grupo étnico unitário, e muito menos têm uma especificidade cultural e etnolinguística próprias. Os estudiosos, defensores desta hipótese, apegando-se em aspectos linguísticos, afirmam que os ovimbundos seriam descendentes dos bacongos, uma vez que, segundo eles, a língua umbunda é uma síntese do banto-congo e do banto-lunda. Na verdade, esta hipótese, possui uma certa evidência científica, pois os ovimbundo, pela posição que ocupam no planalto central, teriam ligações com os ambundos da baixa de Kasanji; com os cokwes e os lundas. E mesmo a sua grande versatilidade, a sua impressionante capacidade de adaptação aos diversos habitats, poderia ser explicada a partir desta simbiose; desta miscigenação que não se cingiu apenas a aspectos linguísticos e biológicos mas também à adopção de saberes, técnicas, formas colectivas de luta contra a adversidade da natureza. Esta hipótese, a mais aceite pelos vários historiados, viria a levar um rude golpe, criando assim, várias dúvidas, com a descoberta da estação arqueológica de Kaniniguiri (Kaniñili). É de referir que esta se situa nas áreas do Mungo e do Bailundo e remonta a milhares de anos (9600 anos ou 9670 anos em idade absoluta). O que mostra que, paralelamente, as comunidades pré-bantas (bosquímanos, os vátuas e outros) existia, na região do planalto, uma comunidade, de onde saíram os autores das famosas e impressionantes pinturas ruprestes de Kaninguiri. E, se para além das evidências arqueológicas, nos ativermos à tradição oral, que apresentaremos quando falarmos da história de cada subgrupo étnico em particular, podemos tirar a seguinte conclusão: existem evidências claras que apontam no sentido de os ovimbundos serem descendentes directos dos autores das pinturas de Kaninguiri e que foram sofrendo, num processo de "osmose", influência dos grupos bantos que se iam fixando nas proximidades. Saliente-se que, de acordo com alguns historiadores, as migrações dos bantos em Angola devem ter-se iniciado no século XII com a entrada dos quicongo; dos va-Nyaneka no séc. XVI, dos ngangeula, no séc. XVII, dos ovambo e dos cokwe, no século XVIII e dos ovakwangali no séc. XIX. O grupo étnico dos ovimbundos é, actualmente, formado por vários subgrupos: va-mbalundu, va-vihé, va-wambu, va-ngalangui, va-kimbulu, va-ndulu, va-kingolo, va-kaluquembe, os va-sambu), va-ekekete), va-kakonda), va-kitatu, va-sele, va-mbui, va-hanha, va-nganda va-chikuma, va-dombe e va-lumbu). Estes subgrupos vivem na região que compreende o Huambo, zona de solo fértil e onde se pode cultivar cereais, pomicultura, horticultura, etc. Para além disso, possui boas condições para o gado, especialmente bovino; é de referir que algumas províncias como a Huíla possuem regiões onde a população é maioritariamente ovimbunda (Caluquembe e Caconda); o Bié, igualmente uma zona fértil e de clima saudável; Benguela, região igualmente com terrenos muito férteis e onde existem minérios de cobre, ferro, enxofre, sulfato de sal, etc. e numa parte do Cuanza sul. Os ovimbundos são um dos maiores grupos étnicos bantu de Angola. Os ovimbundos são juntamente com os quimbundos as únicas etnias que estão totalmente dentro de Angola. Ambos utilizam a terminação mbundu, o que denota uma certa relação mais estreita em termos de origens (passado histórico) do que a conferida pela terminação «mtu», que é comum a um conjunto de povos negros da Africa subsariana que a utilizam para dizer pessoa: muntu, singular, e bantu, plural. Lawrence W.Henderson, missionário norte-americano em Angola entre 1948 e 1969 que residiu no Bié, Lobito, Galangue, Cachiungo e Huamno, diz no seu livro A Igreja em Angola, que: “os ovimbundos estabeleceram-se a sul do rio Cuanza, no planalto central, dispersando-se pelos distritos mais populosos de Angola: Huambo, Benguela e Bié. A partir deste centro populacional, os ovimbundos foram-se espalhando por todos os outros distritos; e, assim, este grupo, que era o mais homogéneo de todos, era também, paradoxalmente, o mais abrangente de todos os grupos linguísticos. O grupo ovimbundo constituiu terreno feria para a implantação da Igreja, devido à sua homogeneidade e, ainda, ao facto de as pessoas viverem em aldeias relativamente grandes. A imbo (plural: ovaimbo) era composta por 10 a 50 focos, com uma população que oscilava entre 100 a 1000 pessoas. Em geral, a aldeia recebia o nome do seu fundador, de quem o membro mais velho da aldeia muito provavelmente descendia. Apenas o ancião da aldeia, o sekulu, podia falar da “minha aldeia” (limbo liangue); para o resto das pessoas, ela era a “ nossa ladeia” (limbo lietu). Em território ovimbundo apenas as pessoas ligadas pelos laços de sangue construíam as suas casas na mesma aldeia. Em finais do século XIX, os ovimbundos estavam organizados politicamente em doze reinos, dos quais o do Bailundo, o do Huambo, Bié, Chiyaka, Galangue e Andulo eram os mais poderosos.” (2001, p. 22-23) Efectivamente, a sul do Cuanza os ovimbundos se não são o grupo maioritário (Benguela, Bié e Huambo) vêm em 2º ou 3º lugar (Cuanza Sul, Malange, Moxico, Kuando Kubango, Namibe, Huíla) mesmo nessas últimas províncias em algumas comunidades próximas das três províncias anteriores e cidades os ovimbundos são o grupo predominante, por exemplo: Kassongue (Cuanza Sul), Lubango (Huília) e Namibe, só para citar alguns. Uma das características dos ovimbundos que salta a vista é a sua capacidade de sair do seu espaço social e cultural original e receber influências exteriores sem esvaziar o seu património histórico e cultural – sobretudo a língua. Isto é um facto positivo, assimilar sem ser assimilado. É muito comum a emigração ovimbunda manter o domínio da sua língua original. O mesmo não acontece com os quimbundos, que procuram dominar apenas a sua língua. Os ovimbundos são também os que mais diversificam os seus «meios de vida». São os únicos que se dedicam simultaneamente a produção de cereais, hortícola, e a pastorícia. Do gado aproveitam tudo: a carne, o leite, o estrume. E do ponto de vista da tecnologia, tiram proveito da roda e da força bruta de alguns animais (boi, burro e cavalo) para lavoura e transporte de carga. Situação oposta à dos seus vizinhos a sul, os ovambos, hereros e nhanega-humbes (os mais conservadores do ponto de vista cultural) que embora cultivem cereais, sobretudo massango, têm uma certa aversão à agricultura e não produzem hortícolas. Nas comunidades junto ao rio Cunene, por exemplo no Xangongo, os ombanjas (com dificuldade) estão a aprender com os ovimbundos a cultivar hortícolas, o mesmo acontecendo em algumas comunidades das províncias do leste (Moxico e Kwando Kubango). As populações do Norte (Cabinda, Zaire, Uíge, Lunda Norte) e Centro Norte (Luanda, Bengo, Kwanza Norte, Malange) de Angola dedicam-se exclusivamente a agricultura de subsistência. Não é comum a pastorícia. Em todas essas comunidades os ovimbundos são encarados como indispensáveis, uma bênção, pois garantem, quer como mestres ou empregados, a segurança alimentar, através da diversificação de culturas e utilização de tecnologias apropriadas, nessas comunidades. É claro que, a semelhança de todos os povos, os ovimbundos também têm os seus dilemas. A alma ovimbunda é essencialmente humilde, e tende a valorizar mais a bondade e a inteligência do que a malvadez e a esperteza (astúcia). O problema é que tanto a humildade como a bondade algumas vezes são encaradas como virtude e outras vezes como defeito. Por isso, o ovimbundo frequentemente é vítima da sua humildade. Todos nós sabemos da estória do «mano é que sabe». Alguém que trabalhou diligentemente, e quando chega a hora de receber o pagamento pelo trabalho prestado, deixa ao critério do empregador o valor do seu trabalho. Esta característica da personalidade ovimbunda tem as suas vantagens, mas acarreta também muitas inconveniências. Se o empregador for bom e generoso retribuirá com justiça o trabalho prestado, e o trabalhador conservará o emprego, mas se o empregador for perverso explorará a sua boa fé porque por força do seu temperamento ele não regateará por mais nem abandonará o emprego. Agora há um outro «falso problema» e que tem colocado desnecessariamente os ovimbundos em permanente alerta, frente aos povos do norte (o que não é bom para a paz e reconciliação nacional). É o mito de que os povos do norte (quimbundos e bacongos) humilharam os ovimbundos durante o período colonial pondo-os a trabalhar nas suas fazendas de café, cana-de-açúcar e algodão. Não foram no entanto os ovimbundos que foram humilhados no período colonial. Os quimbundos e bacongos também. Vários quimbundos foram igualmente enviados para as ilhas de São Tomé e Príncipe de onde não poderiam voltar. O mesmo aconteceu com as outras tribos quimbundas e bacongas.</p>

<p id="wx35"><br id="wx36"/>
</p>

<a id="Ovimbundos_Famosos" name="Ovimbundos_Famosos"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Ovimbundos Famosos" id="wxsec3"><h2 id="wx37">Ovimbundos Famosos</h2>

<p id="wx38">Algumas das personalidades mais emblematicas da História de <a href="/wpt/Angola" title="Angola" wx:linktype="known" wx:pagename="Angola" wx:page_id="265" id="wx39">Angola</a> são originarias dessa etnia como Daniel Chipenda, Dom Zacarias Camuenho, <a href="/wpt/Jonas_Savimbi" title="Jonas Savimbi" wx:linktype="known" wx:pagename="Jonas_Savimbi" wx:page_id="10513" id="wx40">Jonas Savimbi</a>, Marcolino Moco entre outros. No caso da Literatura e cultura os ovimbundos dominam o panorama artístico nacional. Manuel Rui Monteiro, Ndunduma Wa Lepi, Gabriela Antunes (Falecida), Aires de Almeida Santos (Falecido), Alda Lara (Falecida), Pepetela, na literatura, Tchissica Artz, Sabino Henda, Bela Tchicola, na musica, entre outros, são descendentes deste povo, ou nasceram em zonas predodominantemente Humbundas.</p>

<p id="wx41">Com relação à beleza feminina foi desta etnia que sairam 3 Miss Angola, entre as quais Stiviandra de Oliveira, mista, que este ano se qualificou na 4ª posição do Miss Mundo e Geovana Leite (Mestiça) que se quedou em 14º lugar. A primeira Grande conquista de Angola num certame do género. A Miss Hidianete Cussema, do Bié, também pertence a esta etnia.</p>

<p id="wx42">No que diz respeito à Comunicação Social esta etnia também é dominante: Radialistas e Jornalistas do Triangulo Benguela - Huambo - Huila dominam a cena Nacional. Com destaques para Analtina Dias, Bela Malaquias, Patrícia Pacheco, Luísa Fançony, Cristina Miranda, Mateus Gonçalves, de entre outros mais ou menos conhecidos. Neste momento é a etnia mais letrada de Angola.</p>

<p id="wx43"><wx:template id="wx_t2" pagename="Predefinição:Mínimo" page_id="54165"/>
<br id="wx44"/>
</p>

<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="background-color: transparent; border: 1px solid #ccc; padding: 5px; font-size:85%;" class="noprint" id="wx45">
<tr id="wx46">
<td id="wx47"><a href="/wpt/Imagem:Puzzle_stub.png" title=" " wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:Puzzle_stub.png" id="wx48"><img src="/wpt/Imagem:Puzzle_stub.png" alt=" " width="22" id="wx49"/></a> </td>
<td id="wx50"><i id="wx51">Este artigo é <b id="wx52"><a href="/wpt/Wikipedia:M%C3%ADnimo" title="Wikipedia:Mínimo" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Mínimo" id="wx53">mínimo</a></b>. Você pode ajudar a Wikipédia <span class="plainlinks" id="wx54"><a href="http://wpt/wpt/index.php?title=Ovimbundos&amp;action=edit" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx55">expandindo-o</a>.</span></i> </td>
</tr>
</table>

<wx:templateend start="wx_t2"/>
</wx:section></wx:section></div>
<div id="wx_categorylinks">
<a href="/wpt/index.php?title=Especial:Categories&amp;article=Ovimbundos" title="Especial:Categories" wx:linktype="known" wx:pagename="Especial:Categories" id="wx56">Categorias de páginas</a>: <span dir="ltr" id="wx57"><a href="/wpt/Categoria:Itens_candidatos_%C3%A0_elimina%C3%A7%C3%A3o/8_de_julho" title="Categoria:Itens candidatos à eliminação/8 de julho" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Itens_candidatos_à_eliminação/8_de_julho" wx:page_id="385051" id="wx58">Itens candidatos à eliminação/8 de julho</a></span> | <span dir="ltr" id="wx59"><a href="/wpt/Categoria:%21Artigos_m%C3%ADnimos" title="Categoria:!Artigos mínimos" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:!Artigos_mínimos" wx:page_id="54199" id="wx60">!Artigos mínimos</a></span> | <span dir="ltr" id="wx61"><a href="/wpt/Categoria:Angola" title="Categoria:Angola" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Angola" wx:page_id="19189" id="wx62">Angola</a></span> | <span dir="ltr" id="wx63"><a href="/wpt/Categoria:Povos_africanos" title="Categoria:Povos africanos" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Povos_africanos" wx:page_id="38851" id="wx64">Povos africanos</a></span></div>
<div id="wx_languagelinks">
Outras línguas: <a href="http://de.wikipedia.org/wiki/Ovimbundu" class="external" wx:linktype="interwiki" wx:pagename="de:Ovimbundu" id="wx65">Deutsch</a> | <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ovimbundu" class="external" wx:linktype="interwiki" wx:pagename="en:Ovimbundu" id="wx66">English</a> | <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Ovimbundu" class="external" wx:linktype="interwiki" wx:pagename="it:Ovimbundu" id="wx67">Italiano</a> | <a href="http://sh.wikipedia.org/wiki/Ovimbundu" class="external" wx:linktype="interwiki" wx:pagename="sh:Ovimbundu" id="wx68">Srpskohrvatski / Српскохрватски</a></div>
</body>
<wx:templatearguments for="wx_t1"><wx:argument name="1">
<p id="wx69">8 de julho</p>
</wx:argument></wx:templatearguments>
<wx:templatearguments for="wx_t2"><wx:argument name="1">
<p id="wx70">8 de julho</p>
</wx:argument></wx:templatearguments>
</html>
