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<title>Cabeço de Montachique</title>
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<div id="wx_article">
<wx:section level="1" title="Cabeço de Montachique" id="wxsec1"><h1 class="pagetitle" id="wx1">Cabeço de Montachique</h1>

<p id="wx2">O <b id="wx3">Cabeço de Montachique</b> é uma pequena localidade dividida por dois <a href="/wpt/Concelho" title="Concelho" wx:linktype="known" wx:pagename="Concelho" wx:page_id="8630" id="wx4">concelhos</a> (<a href="/wpt/Mafra_%28Portugal%29" title="Mafra (Portugal)" wx:linktype="known" wx:pagename="Mafra_(Portugal)" wx:page_id="3762" id="wx5">Mafra</a> e <a href="/wpt/Loures" title="Loures" wx:linktype="known" wx:pagename="Loures" wx:page_id="12107" id="wx6">Loures</a>) e três <a href="/wpt/Freguesia" title="Freguesia" wx:linktype="known" wx:pagename="Freguesia" wx:page_id="8230" id="wx7">freguesias</a> (<a href="/wpt/Fanh%C3%B5es" title="Fanhões" wx:linktype="known" wx:pagename="Fanhões" wx:page_id="13478" id="wx8">Fanhões</a> e <a href="/wpt/Lousa_%28Loures%29" title="Lousa (Loures)" wx:linktype="known" wx:pagename="Lousa_(Loures)" wx:page_id="13496" id="wx9">Lousa</a>, no concelho de Loures, e o <a href="/wpt/Milharado" title="Milharado" wx:linktype="known" wx:pagename="Milharado" wx:page_id="16294" id="wx10">Milharado</a>, no concelho de Mafra).</p>

<p id="wx11">A localidade é definida pelos seus inúmeros Casais, Quintas, Moinhos e Outeiros, como por exemplo, o Outeiro das Pêgas, Casal de Santo António, Quinta do Choupo, Moinho Sarradas das Velhas, Quinta de S. Gião e o Casal do Andrade (embora este último fique fora da povoação, é aceite como parte integrante da localidade).</p>

<p id="wx12">No topo da montanha, que lhe dá o nome, encontramos um «fragmento» de manto <a href="/wpt/Basalto" title="Basalto" wx:linktype="known" wx:pagename="Basalto" wx:page_id="46134" id="wx13">basáltico</a> poupado pela erosão. É o ponto mais alto do concelho de Loures (408 metros) onde é possível observar, no seu topo, toda a região de <a href="/wpt/Lisboa" title="Lisboa" wx:linktype="known" wx:pagename="Lisboa" wx:page_id="1165" id="wx14">Lisboa</a> até <a href="/wpt/Set%C3%BAbal" title="Setúbal" wx:linktype="known" wx:pagename="Setúbal" wx:page_id="1721" id="wx15">Setúbal</a>(Almada).</p>

<div id="wx_toc"/>

<a id="Orago" name="Orago"/>
<wx:section level="2" title="Orago" id="wxsec2"><h2 id="wx16"><a href="/wpt/Orago" title="Orago" wx:linktype="known" wx:pagename="Orago" wx:page_id="14284" id="wx17">Orago</a></h2>

<p id="wx18">A localidade de Cabeço de Montachique encontra-se devota da <a href="/wpt/Maria" title="Maria" wx:linktype="known" wx:pagename="Maria" wx:page_id="1789525" id="wx19">Nossa Senhora do Livramento</a>, com a respectiva capela em sua homenagem.</p>

<a id="Hist.C3.B3ria" name="Hist.C3.B3ria"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="História" id="wxsec3"><h2 id="wx20"><a href="/wpt/Hist%C3%B3ria" title="História" wx:linktype="known" wx:pagename="História" wx:page_id="958" id="wx21">História</a></h2>

<p id="wx22">De origens remotas, descansando sobre montes verdejantes e topografia irregular, encontramos a aldeia de Cabeço de Montachique, sensivelmente a 9 km da Cidade de Loures, no distrito de Lisboa.</p>

<pre id="wx23">
As primeiras alusões a este lugar surgem nos registos da Alfândega das Sete Casas (referenciada no decreto de 17 de Setembro de 1833). Contudo, a existência deste serviço já era conhecido no reinado de D. Manuel I, apontando-se o seu funcionamento no século XVI com “Ver o peso”, “Marçaria e Herdade”, “Sisa da Fruta”, “Portagem”, “Sisa da Carne”, “Sisa do Peixe” e “Terreiro”. Cabeço de Montachique era considerada uma estação subalterna, com a denominação de “Registo”, directamente dependente da Alfândega das Sete Casas. Esta foi extinta pelo decreto de 11 de Setembro de 1852 que, unindo-a ao Terreiro Público, formou a Alfândega Municipal. 
</pre>

<pre id="wx24">
No século XIX, esta povoação disseminava-se pelos terrenos existentes e aráveis, de forma dispersa e de génese rural, assumindo-se como um dos pontos importantes das Linhas de Torres, aquando do período das Invasões Francesas, em Portugal. O lugar, além de ter sido quartel-general do 5.º Distrito, foi também ponto de encontro das tropas, quando no início de 1810 recolheram às Linhas por ordem de Lord Wellington.
De salientar ainda, a colocação de vigias nas estradas de Mafra e Cabeço de Montachique (posicionadas pelo Conde de Bonfim), na madrugada de 22 de Dezembro, no decurso da batalha de Torres Vedras, em 1846. Deste período, ainda hoje, é possível observar vestígios desta presença, nomeadamente o denominado “Reduto de Montachique”, que à data encontrava-se incluído na 2.ª linha do sistema defensivo, articulando-se com outras posições militares próximas, situadas na serra de Ribas e dos Picotinhos. O objectivo primordial, desta estrutura da arquitectura militar portuguesa, era o de controlar o acesso da estrada de Mafra, defendendo a estrada de Lousa e o desfiladeiro do Freixial. 
Todo este sistema apoiava-se numa rede viária hierarquizada, onde a comunicação era efectuada por uma sinalética implementada pela Marinha Portuguesa. No concelho de Loures, existiam dois “postos de sinais”; um em Montachique e outro no monte de Serves (a sueste de Bucelas). 
Este “Reduto” define-se pela sua planta poligonal, sendo circundado por um fosso seco, escavado na rocha. É possível observar vestígios de alvenaria no reparo e na entrada. Esta obra militar tinha capacidade para 150 soldados e duas peças de artilharia de calibre 12. 
</pre>

<pre id="wx25">
Já no século XX, mais propriamente em 1913, a localidade era conhecida pelo topónimo de “Cabeça de Montachique”, onde o sector primário (agricultura e pastorícia) assumia factor de desenvolvimento económico. A povoação inseria-se na denominada zona saloia, que abastecia a Cidade de Lisboa com os seus produtos hortícolas. Deste período destacam-se a Quinta de S. Gião e da Sardinha, ambas na actual Rua Dr. Catanho de Menezes.  
Toda a zona era constituída por árvores altíssimas de rara beleza, onde o silêncio, a frescura, a luz e a sombra apelavam ao recolhimento e ao descanso. Encontravam-se por ali; eucaliptos, medronheiros, castanheiros, carvalhos, pinheiros, sobreiros, espécies arbustivas como a aroeira, a esteva, o sargaço, a trepadeira e a urze, e ainda cogumelos, musgos e líquenes. Aqui, era possível observar diversas espécies de aves, como por exemplo; a carriça, o gaio, a perdiz, o tentilhão e o mocho-galego. Entre os anfíbios, encontravam-se a rã-verde, o sapo, a salamandra-de-costas-salientes e o tritão-de-ventre-laranja, e nos répteis a cobra-rateira, o cágado, a lagartixa-do-mato e o sardão e mamíferos como o coelho bravo, a doninha e o texugo. 
</pre>

<p id="wx26">Não é de estranhar por isso, que nos finais do século XIX e início do século XX, Cabeço de Montachique, tivesse sido uma importante estação climática, muito procurada pelos tuberculosos de poucos recursos devido aos seus “bons ares”.</p>

<pre id="wx27">
Esse fenómeno deveu-se em parte, à propagação epidémica da tuberculose, que ocorria por toda a Europa nessa altura. E embora a vacina tenha sido criada por volta de 1906, não foi devidamente disseminada até ao final da metade do século XX. Esta, aliada à melhoria significativa das condições da saúde pública levou a que a mortalidade aliada à tuberculose descesse a pique até aos dias de hoje. Mas enquanto a medicina não evoluía e o mundo assistia atónito à disseminação desta doença respiratória e contagiosa, com maior incidência entre as classes mais pobres, eram precisas alternativas. Criaram-se então sanatórios, estabelecimentos que atingiam proporções dignas de autênticas prisões e que eram dedicados ao isolamento e tratamento da doença (apesar dos benefícios do “ar fresco”, 75% dos doentes internados nestes sanatórios acabavam por morrer no prazo de 5 anos, segundo dados de 1908).
Assim, e dentro deste contexto, bem como, a localização geográfica de Cabeço de Montachique face a Lisboa, verifica-se com normalidade e fatalidade necessária, o papel importante que esta localidade assumiu nos cuidados de saúde contra a tuberculose. Chegaram a existir, nesta área, pelo menos 5 estruturas deste tipo. Dessa época destacam-se; o Sanatório Grandella (ou Albergaria) no sopé do monte – junto à Estrada Nacional N.º 374 – que nunca foi concluído, a antiga Casa de Saúde Guedes (na Rua Dr. João António Oliveira Assunção), a «Casa da Bela Vista» (com outro nome - hoje em ruínas, no topo do monte da Bela Vista) e a Quinta de S. Gião (pertença do Ministério da Saúde, que albergou o Antigo Centro Psiquiátrico de Recuperação de Montachique).
</pre>

<p id="wx28">O crescente movimento de pessoas, que procuravam em Cabeço de Montachique o ar puro e a cura para as suas maleitas, trouxe consigo uma panóplia de pessoas (que vieram em busca de trabalho e por conseguinte, de condições económicas mais favoráveis) e um conjunto de ferramentas de apoio (necessários a toda uma estrutura inerente aos doentes infecto-contagiosos - tuberculose).</p>

<pre id="wx29">
Este facto trouxe consigo um crescimento exponencial de habitantes (mas também aumentou o risco de contágio com a população) e de infra-estruturas. O curioso, é que muitos dos doentes da altura, acabaram por constituir família com as pessoas, que os tratavam, tendo permanecido na região até aos dias de hoje.
</pre>

<pre id="wx30">
A provar a importância do lugar, verifica-se a existência de uma carreira até Montachique, nos idos anos de 1915, da Companhia Carris em autocarros fornecidos pela Leyland, que obedeciam às normas impostas pelo Governo Civil de Lisboa: deviam possuir tejadilho, cortinas laterais por causa do Sol, bancos estofados com palha no assento e encostos de material imitando couro; tinham rodas de borracha e motores de 55 CV. Além deste destino, existam ainda carreiras para: para Algés, Carnaxide, Caneças, Bucelas, Mafra e Ericeira e, efemeramente, também Sintra. E por percorrem os arredores saloios, chamou-se-lhes carros saloios. No fim daquele ano de 15, por causa da Grande Guerra, os carros saloios acabaram.
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<p id="wx31">Os últimos sanatórios da região encerraram em 1971, tendo os edifícios que os albergavam, convertidos para outros usos. Outros foram abandonados e ficaram em ruínas. O impacto do fenómeno dos sanatórios foi tão grande, que muitos médicos tinham a sua residência na localidade e deram mais tarde o seu nome a alguns arruamentos, como por exemplo; a Rua Dr. João António Oliveira Assunção.</p>

<pre id="wx32">
Actualmente, Cabeço de Montachique reduz-se à sua qualidade de lugar, pouco povoado, devido em parte ao êxodo provocado pela falta de edifícios habitacionais, oportunidades de emprego e isolamento, a que a localidade ficou vetada durante anos. A esse facto não pode ser alheio a sua divisão administrativa, que em muito contribui para a quezília intermunicipal, que muitas das vezes, se limita a encontrar problemas, em vez de outras soluções. 
Já neste século, urbanisticamente verifica-se um salto na construção nova, nomeadamente no novo loteamento, que originou a possibilidade da construção da nova escola primária. O núcleo antigo, mais do que nunca, encontra-se vetado ao abandono. Pelos seus proprietários. Pela responsabilidade municipal e central.
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<a id="Patrim.C3.B3nio_constru.C3.ADdo" name="Patrim.C3.B3nio_constru.C3.ADdo"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Património construído" id="wxsec4"><h2 id="wx33">Património construído</h2>

<p id="wx34">Na localidade, que se encontra pouco desenvolvida urbanisticamente, salienta-se a construção ao longo das Ruas Dr. Catanho de Menezes, 1.º de Maio e Dr. João António Oliveira Assunção. É um edificado com uma média de 2 pisos, salientando-se o núcleo antigo presente, junto ao Largo 25 de Abril e Rua Catanho de Menezes. É um aglomerado urbano construído sobre a topografia do terreno, onde se pode encontrar uma simbiose entre edifícios e natureza.</p>

<p id="wx35">Salienta-se o seguinte Património Construído:</p>

<ul id="wx36">
<li id="wx37">
<p id="wx38">Quinta de São Gião (Fanhões) - Referenciado no Património Cultural Construído do Concelho de Loures de 1988;</p>
</li>

<li id="wx39">
<p id="wx40">Capela de Nossa Senhora do Livramento (Fanhões)- Referenciado no Património Cultural Construído do Concelho de Loures de 1988;</p>
</li>

<li id="wx41">
<p id="wx42">Chafariz (defronte à Capela) (Lousa);</p>
</li>

<li id="wx43">
<p id="wx44">Antiga Residência do Dr. Catanho de Menezes (Fanhões)- Referenciado no Património Cultural Construído do Concelho de Loures de 1988 - entretanto demolido;</p>
</li>

<li id="wx45">
<p id="wx46">Quinta da Sardinha (Lousa)- Referenciado no Património Cultural Construído do Concelho de Loures de 1988;</p>
</li>

<li id="wx47">
<p id="wx48">Ruínas do Antigo Sanatório Grandella (Lousa);</p>
</li>

<li id="wx49">
<p id="wx50">Antigo Edifício dos Correios (Lousa) - Referenciado no Património Cultural Construído do Concelho de Loures de 1988;</p>
</li>

<li id="wx51">
<p id="wx52">Chalé de Verão da Família Grandella (Milharado);</p>
</li>
</ul>

<a id="Festividades" name="Festividades"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Festividades" id="wxsec5"><h2 id="wx53">Festividades</h2>

<ol id="wx54">
<li id="wx55">
<p id="wx56">Quinta-feira de Ascenção (ou de Espiga) (dia do Feriado Municipal de Mafra);</p>
</li>

<li id="wx57">
<p id="wx58">Festas em Honra da Nossa Senhora do Livramento (no último fim de semana do mês de Julho ou no primeiro fim de semana do mês de Agosto);</p>
</li>

<li id="wx59">
<p id="wx60">Festival de Folclore (normalmente no primeiro fim de semana do mês de Setembro)</p>
</li>
</ol>

<a id="Ditos_populares" name="Ditos_populares"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Ditos populares" id="wxsec6"><h2 id="wx61">Ditos populares</h2>

<p id="wx62">«<i id="wx63">Costas e Grandellas… longe delas!</i>» – referindo-se aos elementos femininos da Família Costa e Grandella.</p>

<a id="Outras_refer.C3.AAncias" name="Outras_refer.C3.AAncias"/>
</wx:section><wx:section level="2" title="Outras referências" id="wxsec7"><h2 id="wx64">Outras referências</h2>

<p id="wx65">«<i id="wx66">A um lavabo do Rossio chegou um saloio "apertado" e, quando se preparava para fazer o seu "chichi" sentiu uma mão que lhe agarrava o pipe-line. Ficou aflito e dá um grito: "Atão isto aqui não é como lá em Montachique? Lá cada um mija ca sua…!"</i>» (<i id="wx67">in</i> Costa, Beatriz, MULHER SEM FRONTEIRAS, Publicações Europa-América, <a href="/wpt/1981" title="1981" wx:linktype="known" wx:pagename="1981" wx:page_id="11398" id="wx68">1981</a>, p. 79).</p>

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<table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" style="background-color: white; border: 1px solid #ccc; padding: 5px; font-size:85%;" class="noprint" id="wx69">
<tr id="wx70">
<td id="wx71"><a href="/wpt/Imagem:SintraPortugal02.JPG" title="" wx:linktype="image" wx:pagename="Imagem:SintraPortugal02.JPG" id="wx72"><img src="/wpt/Imagem:SintraPortugal02.JPG" alt="" width="25" id="wx73"/></a> </td>
<td id="wx74">
<p id="wx75">  <i id="wx76">Este artigo é um <a href="/wpt/Wikipedia:Esbo%C3%A7o" title="Wikipedia:Esboço" wx:linktype="known" wx:pagename="Wikipedia:Esboço" id="wx77">esboço</a> sobre <b id="wx78"><a href="/wpt/Geografia_de_Portugal" title="Geografia de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Geografia_de_Portugal" wx:page_id="23604" id="wx79">Geografia de Portugal</a></b>. Pode ajudar a Wikipédia <span class="plainlinks" id="wx80"><a href="http://wpt/wpt/index.php?title=Cabe%C3%A7o_de_Montachique&amp;action=edit" class="external text" wx:linktype="external" rel="nofollow" id="wx81">expandindo-o</a></span>.</i></p>
</td>
</tr>
</table>

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<a href="/wpt/index.php?title=Especial:Categories&amp;article=Cabe%C3%A7o_de_Montachique" title="Especial:Categories" wx:linktype="known" wx:pagename="Especial:Categories" id="wx82">Categorias de páginas</a>: <span dir="ltr" id="wx83"><a href="/wpt/Categoria:%21Esbo%C3%A7os_sobre_geografia_de_Portugal" title="Categoria:!Esboços sobre geografia de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:!Esboços_sobre_geografia_de_Portugal" wx:page_id="96186" id="wx84">!Esboços sobre geografia de Portugal</a></span> | <span dir="ltr" id="wx85"><a href="/wpt/Categoria:Loures" title="Categoria:Loures" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Loures" wx:page_id="145877" id="wx86">Loures</a></span> | <span dir="ltr" id="wx87"><a href="/wpt/Categoria:Aldeias_do_Distrito_de_Lisboa" title="Categoria:Aldeias do Distrito de Lisboa" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Aldeias_do_Distrito_de_Lisboa" wx:page_id="1286699" id="wx88">Aldeias do Distrito de Lisboa</a></span> | <span dir="ltr" id="wx89"><a href="/wpt/Categoria:Serras_de_Portugal" title="Categoria:Serras de Portugal" wx:linktype="known" wx:pagename="Categoria:Serras_de_Portugal" wx:page_id="94590" id="wx90">Serras de Portugal</a></span></div>
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