Seleção Brasileira de Futebol

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Seleção Brasileira de Futebol
Alcunhas?  Verde-Amarela
Canarinho
Associação Confederação Brasileira
de Futebol
Confederação Conmebol (América do Sul)
Patrocinadores Guaraná Antarctica
Vivo
Material desportivo?  Nike
Treinador Dunga
Capitão Lúcio
Mais participações Cafu (148)
Artilheiro Pelé (95)
Código FIFA BRA
Ranking FIFA 2
Melhor colocação FIFA 1 (Setembro de 1993)
Pior colocação FIFA 8 (Agosto de 2006)
Ranking Elo 1
Melhor colocação Elo 1 (Março de 1953)
Pior colocação Elo 18 (Novembro de 2001)
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Uniforme
titular
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Uniforme
alternativo
1ª Partida Internacional
 Argentina 3 - 0  Brasil
Buenos Aires, 20 de Setembro de 1914
Melhor Resultado
 Brasil 14 - 0  Nicaragua
México, 17 de Outubro de 1975
Pior Resultado
 Uruguai 6 - 0  Brasil
Viña del Mar, 18 de Setembro de 1920
Copa do Mundo
Participações 18 (1ª em 1930)
Melhor Resultado Campeões - 1958, 1962,
1970, 1994 e 2002
Copa América
Participações 31 (1ª em 1916)
Melhor Resultado Campeões - 1919, 1922, 1949,
1989, 1997, 1999, 2004 e 2007
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A Seleção Brasileira de Futebol é a seleção nacional de futebol que mais vezes conquistou a Copa do Mundo da FIFA, com cinco títulos. Uma máxima comum no futebol é: “Os ingleses o inventaram, os brasileiros o aperfeiçoaram”.

Índice

[editar] Primórdios

A Seleção Brasileira foi formada pela primeira vez em 20 de agosto de 1914, fazendo seu primeiro jogo contra o Exeter City da Inglaterra, no campo do Fluminense, em 27 de julho daquele ano. Vitória para os brasileiros por 2 a 0, com o primeiro gol sendo marcado por Oswaldo Gomes, do Fluminense. Mas a equipe jogou oficialmente ainda naquele ano, em um jogo contra a equipe da Argentina pela Copa Roca, competição que visava aproximar mais estes dois países, em que acabou vencendo por 1 a 0 em Buenos Aires (gol de Rubens Salles) e se consagrando campeã do torneio, sendo esse o primeiro de vários títulos conquistados pela seleção Canarinho.

O primeiro título relevante conquistado pela Seleção Brasileira foi o Campeonato Sul-Americano de 1919, atual Copa América, com Friedenreich marcando o gol do título sobre o Uruguai, no Estádio das Laranjeiras construído pelo Fluminense para esta ocasião, já que o governo brasileiro não tinha o dinheiro para financiar este evento internacional.

Em 1922, o Fluminense ampliou o seu estádio e a Seleção Brasileira conquistou o segundo título relevante de sua história, o bicampeonato do Sul Americano de Seleções.

O Brasil é a única nação a ter se classificado para todas as edições da Copa do Mundo. Contudo, as participações iniciais do país estavam longe de serem bem sucedidas, parcialmente devido à disputa interna do futebol brasileiro sobre o profissionalismo, o que fez com que a Confederação Brasileira de Futebol fosse incapaz de convocar times com a força total. Em particular, disputas entre as federações estaduais de São Paulo e do Rio de Janeiro (as duas mais importantes da época) significavam que a seleção seria composta por jogadores vindos de apenas uma das federações. Tanto na Copa de 1930, quando Preguinho marcou o primeiro gol da história da Seleção Brasileira em Copas do Mundo, na estréia contra a Iugoslávia, em que o Brasil perdeu por 2 a 1, quanto na de 1934, o Brasil foi eliminado logo na primeira fase, mas 1938 era um sinal do que viria, uma vez que o Brasil terminou em um bom terceiro lugar, com Leônidas da Silva fazendo história e sendo o primeiro jogador a marcar quatro gols em uma única partida de Copa do Mundo.

O Brasil sediou a Copa do Mundo de 1950, que foi o primeiro torneio a acontecer depois da II Guerra Mundial, a única no Brasil. O torneio de 1950 foi único por não ter uma única final, mas ao invés disso, um quadrangular final; contudo, para todos os fins o jogo decisivo entre Brasil e Uruguai serviu como "final" do torneio. A partida foi jogada no estádio do Maracanã no Rio de Janeiro (então capital do país), assistida por algo em torno de 200.000 pessoas, e o Brasil apenas precisando de um empate para ser campeão, acabou perdendo por 2 a 1 de virada; essa partida desde então ficou conhecida na América do Sul como o Maracanazo.

A Seleção jogou de branco até a data fatídica de 16 de Julho de 1950, quando perdeu para o Uruguai. Após essa data houve um concurso para escolher o novo uniforme da equipe, tendo sido escolhidos o amarelo como cor da camiseta, o azul como cor do calção e o branco a cor dos meiões. O concurso, promovido pelo jornal Correio da Manhã, do Rio de Janeiro, foi ganho pelo professor, jornalista gaúcho e, ironicamente, torcedor do Uruguai Aldyr Garcia Schlee, .

Para a Copa do Mundo de 1954, na Suíça, a equipe brasileira estava completamente renovada, para que a derrota do Maracanã pudesse ser esquecida, mas ainda tinha um bom grupo de jogadores, incluindo Nilton Santos, Djalma Santos e Didi. O Brasil não foi muito longe por duas razões principais: a necessidade que seus jogadores tinham para provar que não eram covardes (como muitos foram acusados em 1950) e o fato de terem enfrentado a Hungria, o melhor time daquela Copa, na terceira fase.

O técnico do Brasil, Vicente Feola impôs regras estritas para a equipe para a Copa do Mundo de 1958, na Suécia. Os jogadores receberam uma lista de quarenta coisas que eles não tinham permissão de fazer, incluindo usar chapéu ou guarda-chuva, fumar enquanto vestiam uniforme oficial e conversar com a imprensa fora dos locais designados. Era o único time que havia trazido um psicólogo (por causa das memórias de 1950, que ainda afetavam alguns jogadores) ou um dentista (já que, por causa de suas origens humildes, muitos jogadores tinham problemas dentais, o que causava infecções e tinham também um impacto negativo nas performances) com eles, e haviam mandado um representante para a Europa para assitir as partidas eliminatórias um ano antes do começo do torneio.

O Brasil caiu no grupo mais difícil, com Inglaterra, URSS e Áustria. Eles bateram a Áustria por 3 a 0 na primeira partida, então empataram em 0 a 0 com a Inglaterra. Os brasileiros estavam preocupados com sua partida com os soviéticos, que tinham um físico excepcional e eram um dos favoritos a ganhar o torneio; sua estratégia era arriscar no começo do jogo para tentar marcar um gol logo no início. Antes da partida, os líderes do time, Bellini, Nílton Santos e Didi, falaram com o técnico e o persuadiram a fazer três substituições que seriam cruciais para o Brasil ganhar dos soviéticos e a Copa: Zito, Garrincha e Pelé começariam o jogo contra a União Soviética. No apito inicial, eles passaram a bola para Garrincha que passou por três jogadores antes de acertar a trave com um chute. Eles mantiveram a pressão sem descanso, e após três minutos que mais tarde seriam chamados de "os três minutos mais grandiosos da história do futebol", Pelé deu ao Brasil a liderança no placar. Eles ganharam a partida por 2 a 0. Pelé marcou o único gol da partida das quartas-de-final contra o País de Gales, e eles bateram a França por 5 a 2 nas semi-finais. O Brasil bateu os donos da casa, Suécia, na final por 5 a 2, ganhando sua primeira Copa do Mundo e se tornando a primeira nação a ganhar um título de Copa do Mundo fora de seu próprio continente. Um fato lembrado foi que Feola algumas vezes tirava sonecas durante os treinamentos e fechava os olhos durante os jogos, dando a impressão que ele estava dormindo! Por causa disso, Didi algumas vezes era tido como o verdadeiro técnico do time, já que ele comandava o meio de campo. Outro detalhe: na final da Copa, quando enfrentou a Suécia, o time brasileiro teve que arrumar o segundo uniforme urgentemente, já que o sueco era amarelo também. A Suécia emprestou ao Brasil seu uniforme reserva (camisetas azuis e calções brancos), e há informações de que os próprios jogadores costuraram os distintivos da CBD (Confederação Brasileira de Desportos) durante a noite na camiseta no lugar dos distintivos suecos. Assim surgiu o uniforme reserva do Brasil. Diz-se que o chefe da delegação, Paulo Machado de Carvalho, tentou estimular os jogadores associando o azul da camisa ao "manto de Nossa Senhora".

[editar] A Era Pelé e Garrincha (1958–1970)

Na Copa do Mundo de 1962, o Brasil conseguiu seu segundo título com Garrincha como a grande estrela, fazendo gols de cabeça e também de perna esquerda e ainda jogando com febre a final, especialmente após Pelé ter se machucado no segundo jogo e estar impossibilitado de jogar pelo resto da Copa do Mundo.

Na Copa do Mundo de 1966, a preparação do time foi afetada por influências políticas. Todos os grandes clubes do futebol brasileiro queriam seus jogadores incluídos na equipe brasileira, para lhes dar mais exposição. Nos meses finais da preparação, o técnico Vicente Feola estava trabalhando com 46 jogadores, na qual apenas 22 iriam para a Inglaterra; isso causou muitas disputas internas e pressão psicológica. O resultado foi que, em 1966, o Brasil teve uma das piores performances em todas as Copas do Mundo. Além disso, a derrota para a Hungria representou a única derrota de Garrincha com a camisa da seleção.

O Brasil ganhou sua terceira Copa do Mundo no México na Copa do Mundo de 1970. Naquela ocasião, colocou em campo o que foi considerado a melhor equipe de futebol de todos os tempos [1] com Pelé, em sua última edição de Copa do Mundo, Carlos Alberto Torres, Jairzinho, Tostão, Gérson, Piazza e Rivelino. Após ganhar a Taça Jules Rimet pela terceira vez, o Brasil pôde mantê-la para si. Porém ela foi roubada e derretida anos mais tarde.

Depois dessa conquista, a seleção passaria 24 anos sem conquistar uma Copa. Nesse meio tempo, o Brasil chegou a perder a Copa do Mundo de 1982 com uma seleção que tinha jogadores como Zico, Sócrates, Falcão e Júnior, sendo considerada por muitos a melhor seleção da história das copas.

[editar] O quarto título

Em 1994, o Brasil não era tido como favorito. Nas eliminatórias, se classificou no sufoco, graças a ajuda de Romário, que foi até apelidado de São Romário. O time de Carlos Alberto Parreira era considerado defensivo demais, o que contradiz ao estilo do futebol brasileiro. No entanto, o Brasil foi ganhando jogo por jogo, e ganhou a final sobre a Itália nos pênaltis. Passaria a ser a única seleção a conquistar quatro copas do mundo e a primeira a conquistar o título através da cobrança de penalidades máximas.

Painel do penta, loja da Nike, Londres.
Painel do penta, loja da Nike, Londres.

[editar] O quinto título

A Seleção Brasileira teve problemas para se classificar: troca de técnicos (Vanderlei Luxemburgo, Candinho, Emerson Leão e Luiz Felipe Scolari) e pouco tempo para treinos atrapalharam a campanha. E outra vez a Seleção não era vista como favorita. E, outra vez, acabou surpreendendo bastante. Na Copa do Mundo de 2002, Ronaldo foi convocado, o que gerou muitas dúvidas se realmente tinha condições de jogar, pois estava há dois anos parado, por problemas de contusão. Porém, na Copa, estourou. O Brasil, que eliminou as seleções da Bélgica, Inglaterra, Turquia e Alemanha, esta última na final, acabou tendo Ronaldo como o artilheiro, com oito gols, sendo grande nome da seleção. E conquistou assim o seu quinto título, vencendo todas as partidas, mantendo sua hegemonia.

[editar] Presente

Com o bom desempenho nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2006, o Brasil continuou sendo o único país a se classificar para todas os mundiais, além de já ser o que mais vezes foi campeão (cinco).

Depois do fracasso da Brasil na Copa do Mundo de 2006 (Ver artigo principal Brasil na Copa do Mundo de 2006.), onde a Seleção não demonstrou o futebol esperado e sucumbiu de forma vexatória para a França, fracassando no sonho de obter o hexacampeonato mundial de futebol.

Em 24 de julho de 2006, após a má campanha da Seleção na Copa, Parreira foi demitido, e Dunga foi anunciado como o novo treinador,[1] numa tentativa da CBF de dar uma resposta às pesadas críticas por parte da torcida e da imprensa. Esta troca se deu em função da imagem de luta e garra que Dunga enquanto jogador sempre fez questão de demonstrar, contrapondo-se à imagem de falta de comando e profissionalismo, que foi criada de seu antecessor na campanha fracassada de 2006.

Desde que assumiu a Seleção, a palavra de ordem do técnico Dunga é renovação. Diante disto, foram afastados da equipe brasileira jogadores veteranos como Cafú, Roberto Carlos, Ronaldo e Emerson, jogadores que ao lado do técnico Carlos Alberto Parreira, foram responsabilizados pelo fracasso brasileiro no mundial da Alemanha.

Dunga, que vive sua primeira experiência como técnico de futebol, chamou seu amigo e ex-companheiro na vitoriosa campanha da Copa do Mundo de 1994, Jorginho para o cargo de auxiliar técnico, cargo este que era ocupado por Zagallo.

O ex-jogador nunca trabalhara na função, o que surpreendeu os torcedores e a imprensa, que esperavam a designação de nomes já reconhecidos na função. Dunga estreou na seleção no amistoso contra a Noruega, no dia 16 de agosto, em Oslo. O jogo acabou em 1 a 1. Em sua segunda atuação como técnico, Dunga levou a Seleção à vitória contra a Argentina em 3 de setembro, em Londres, por 3 a 0. O amistoso seguinte contra o País de Gales em 5 de setembro em Londres foi outro sucesso para a Seleção, vencendo por 2 a 0. Ainda jogou contra um combinado do Kuwait, e o Brasil ganhou de 4 a0, com a estréia do goleiro Hélton.

No último jogo de 2006, o Brasil enfrentou a Suíça, e levou a melhor com uma vitória de 2 a 1. A Suíça não havia levado nenhum gol em sua campanha da Copa do Mundo de 2006.

É marcado para o dia 6 de fevereiro um amistoso contra Portugal, do ex-técnico do Palmeiras e pentacampeão pela Seleção Brasileira Luis Felipe Scolari. Dunga é criticado por escolher um time considerado fraco, e ao contrário do que muitos esperavam, não convoca Rogério Ceni para a meta da seleção, insistindo nos goleiros Hélton e Júlio César. A derrota por 2 a 0 foi a primeira do técnico.

Em março, o Brasil realizou dois amistosos na Suécia: 4 a 0 contra o Chile e 1 a 0 contra Gana.

No ano de 2007, o Brasil disputou a Copa América, na Venezuela, e sagrou-se campeão vencendo a Argentina por 3 a 0. Ainda neste ano, começam as eliminatórias da Copa do Mundo de 2010. O estádio escolhido foi o Maracanã.

[editar] Olímpíadas e Jogos Pan-americanos

Nos Jogos Olímpicos, o Brasil jamais ganhou uma medalha de ouro. Chegou perto em 1984 e 1988, mas teve que se contentar com a medalha de prata (O Brasil foi derrotado, respectivamente, pela França e pela antiga União Soviética). Ainda possui uma medalha de bronze conquistada em 1996 (após ser desclassificado pela Nigéria, que se tornaria a campeã). A medalha de ouro olímpica do futebol é o único título que o Brasil ainda não conquistou.

Já nos Jogos Pan-americanos, a situação é melhor: o Brasil ganhou quatro medalhas de ouro em 1963 (quando atuou em casa), 1975 (dividida com o México), 1979 e 1987. Ainda possui duas medalhas de prata conquistadas em 1959 e 2003 e uma de bronze conquistada em 1983.

Nos Jogos Pan-americanos de 2007, disputados na cidade do Rio de Janeiro, o Brasil tentou conquistar sua quinta medalha de ouro, porém foi eliminado pelo Equador, que acabaria se tornando campeão pan-americano.

[editar] Elenco na Copa América de 2007

[editar] Desempenho nas Copas do Mundo

O Brasil é o país que mais vezes conquistou a Copa do Mundo com 5 titulos, seguido da Itália com 4 títulos.
O Brasil é o país que mais vezes conquistou a Copa do Mundo com 5 titulos, seguido da Itália com 4 títulos.
Bolas e chuteiras das copas vencidas pelo Brasil, loja da Nike, Londres
Bolas e chuteiras das copas vencidas pelo Brasil, loja da Nike, Londres
Ano Desempenho Colocação J V E D GP GC
1930
primeira fase
6
2
1
0
1
5
2
1934
primeira fase
14
1
0
0
1
1
3
1938
terceira colocação
3
5
3
1
1
14
11
1950
vice-campeões
2
6
4
1
1
22
6
1954
quartas-de-final
5
3
1
1
1
8
5
1958
campeões
1
6
5
1
0
16
4
1962
campeões
1
6
5
1
0
14
5
1966
primeira fase
11
3
1
0
2
4
6
1970
campeões
1
6
6
0
0
19
7
1974
quarta colocação
4
7
3
2
2
6
4
1978
terceira colocação
3
7
4
3
0
10
3
1982
quartas-de-final
5
5
4
0
1
15
6
1986
quartas-de-final
5
5
4
1
0
10
1
1990
oitavas-de-final
9
4
3
0
1
4
2
1994
campeões
1
7
5
2
0
11
3
1998
vice-campeões
2
7
4
1
2
14
10
2002
campeões
1
7
7
0
0
18
4
2006
quartas-de-final
5
5
4
0
1
10
2
Total
5/18
2 (na FIFA)
92
64
14
14
201
84
Ver artigo principal: Brasil na Copa do Mundo

[editar] Desempenho na Copa América

 
  • 1942 - terceira colocação
  • 1945 - vice-campeão
  • 1946 - vice-campeão
  • 1947 - desistiu
  • 1949 - campeão
  • 1953 - vice-campeão
  • 1955 - desistiu
  • 1956 - quarta colocação
  • 1957 - vice-campeão
  • 1959 - vice-campeão (arg)
  • 1959 - terceira colocação (equ)
  • 1963 - quarta colocação
  • 1967 - desistiu
 

[editar] Jogadores famosos

[editar] Masculino

[editar] Feminino

[editar] Gols na estréia

Em toda a história da Seleção Brasileira de Futebol, somente cinco jogadores fizeram gol em sua estréia. Alexandre Pato, Zico, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo e Pelé.

[editar] Títulos

[editar] Campanhas destacadas

[editar] Artilheiros

Posição Jogador Partidas Gols
Pelé 114 95
Ronaldo 112 73
Romário 85 71
Zico 94 68
Bebeto 112 55
Jairzinho 106 44
Rivellino 121 43
Leônidas da Silva 41 39
Tostão 65 36
10º Ademir de Menezes 41 35
11º Rivaldo 76 34
12º Ronaldinho Gaúcho 73 33
13º Zizinho 54 31
14º Careca 64 30
15º Gérson 98 28
16º Adriano 41 27
17° Kaká 66 27
18º Roberto Dinamite 48 26
19º Sócrates 63 25
20º Jair Rosa Pinto 41 24
21º Pepe 40 22
22º Didi 74 21
23º Waldemar de Brito 18 18
24º Baltazar 31 18
25º Quarentinha 17 17
26º Nilo 18 17
27º Garrincha 60 17
28º Raí 51 16
29º Heleno de Freitas 18 15
30º Vavá 25 15
31º Cláudio Adão[3] 11 14
32º Patesko 34 14
33º Carvalho Leite 23 13
34º Julinho Botelho 27 13
35º Túlio Maravilha 12 13
36º Edmundo 39 12
37º Edu 50 12
38º Müller 59 12

[editar] Ver também

Referências

  1. Dunga é o novo técnico da Seleção Brasileira. UOL (24/07/2006).
  2. Título dividido com o México
  3. Melhor média de gols, 1,27

[editar] Ligações externas


Copa do Mundo de 2006 | Alemanha

Grupo A
 Alemanha
 Costa Rica
 Polónia
 Equador
Grupo B
 Inglaterra
 Trinidad e Tobago
 Paraguai
 Suécia
Grupo C
 Argentina
 Costa do Marfim
 Sérvia e Montenegro
 Países Baixos
Grupo D
 México
 Irã
 Angola
 Portugal
Grupo E
 Itália
 Gana
 Estados Unidos
 República Checa
Grupo F
 Brasil
 Croácia
 Austrália
 Japão
Grupo G
 França
Suíça
 Coréia do Sul
 Togo
Grupo H
 Espanha
 Tunísia
 Arábia Saudita
 Ucrânia