Relato resumido da discussão presencial no Encontro 10 anos
Nesta
mensagem tento fazer um resumo com as principais questões debatidas na
parte do debate do Encontro Linguateca 10 anos no passado 11 de
Setembro (relembro que as apresentações já estão acessíveis)
Algumas críticas e/ou pontos de vista diferentes:
Graça Nunes: Sítio da Linguateca demasiado auto-centrado na Linguateca, difícil de encontrar os recursos/ferramentas
Vera Strube de Lima: Tudo grátis não é o único modelo (fundação?)
Mário J. Silva: Os recursos precisam de manutenção / continuarem a ser desenvolvidos (ou seja, congelamento não é solução)
Nuno Marques: Não houve ênfase na interoperabilidade
António Teixeira: Não há uma relação explícita do que falta ou pode/deve haver
Diana Santos: Não houve relação com o financiamento institucional (culpa dos políticos)
Mário J. Silva: Não se percebeu a diferença entre infraestruturas e investigação (culpa dos políticos) - a certa altura foi preciso avaliar a Linguateca como um projecto de investigação
Coisas positivas que foram salientadas:
Muito trabalho feito e que ficou para a comunidade
o Mário J. Silva e a Belinda Maia salientaram a importância da Escola de Verão
a Violeta Quental congratulou-se com o facto de os recursos já existentes (inclusive serviços, tais como AC/DC) continuarem ad eternum na FCCN
Propostas de continuação
António Teixeira: entidade (política) de definição da área: indicar o caminho a seguir à comunidade
Cristina Mota: lista de módulos para fazer uma aplicação
Diana Santos: fazer projectos de avaliação conjunta já com participantes também
Daniela Braga: entidade de validação/avaliação de produtos (pública? ou mesmo privada)
António Teixeira: seguir o modelo do instituto para a língua holandesa
Liliana Ferreira: implementar normas para avaliação rápida em domínios específicos
Belinda Maia e Eckhard Bick: redes (informais?) para ligar instituições académicas
Daniela Braga: uma empresa de recursos que os venda caro, tal como a http://www.appen.com.au/ que a Microsoft utiliza
Anabela Barreiro: porque não iniciar um projecto de TA?
Questões debatidas sobre as quais não me pareceu haver consenso (outros intervenientes ainda não mencionados foram a Paula Carvalho, o Agostinho, a Lúcia Rino e o Mário Rodrigues)
- a questão da importância (ou não) das avaliações conjuntas
- não queremos pôr todos a fazer o mesmo (cada grupo devia especializar-se em coisas diferentes) ou queremos comparar diferentes métodos para a mesma tarefa?
- prefiro concorrer internacionalmente do que nacionalmente (opinião do Mário J. Silva) ao contrário da profissão de fé da Linguateca
- deve haver separação entre projectos de infraestrutura e outros de investigação? Ou todos os projectos devem ter uma componente de ambos?
- relação das empresas/estágios/modelo de Bolonha com os recursos/investigação
Outros pormenores mencionados, que têm a ver com a articulação do financiamento público:
Como é que é possível que a FCT tenha um organismo para fazer investigação numa dada área (o caso do ILTEC) cujo financiamento concorre com os outros? E o IC (instituto Camões) tem um observatório que desconhece totalmente a Linguateca? E a CPLP? Não devia ser ela a financiar (tb) a Linguateca?
Como é que não conseguimos articular a Linguateca com o Brasil (e outros países de LP)?
Este relato, mais do que um congelamento, pretende ser uma faísca para que muitos outros participem e/ou se pronunciem sobre alguns destes assuntos ou pontos.
Algumas críticas e/ou pontos de vista diferentes:
Graça Nunes: Sítio da Linguateca demasiado auto-centrado na Linguateca, difícil de encontrar os recursos/ferramentas
Vera Strube de Lima: Tudo grátis não é o único modelo (fundação?)
Mário J. Silva: Os recursos precisam de manutenção / continuarem a ser desenvolvidos (ou seja, congelamento não é solução)
Nuno Marques: Não houve ênfase na interoperabilidade
António Teixeira: Não há uma relação explícita do que falta ou pode/deve haver
Diana Santos: Não houve relação com o financiamento institucional (culpa dos políticos)
Mário J. Silva: Não se percebeu a diferença entre infraestruturas e investigação (culpa dos políticos) - a certa altura foi preciso avaliar a Linguateca como um projecto de investigação
Coisas positivas que foram salientadas:
Muito trabalho feito e que ficou para a comunidade
o Mário J. Silva e a Belinda Maia salientaram a importância da Escola de Verão
a Violeta Quental congratulou-se com o facto de os recursos já existentes (inclusive serviços, tais como AC/DC) continuarem ad eternum na FCCN
Propostas de continuação
António Teixeira: entidade (política) de definição da área: indicar o caminho a seguir à comunidade
Cristina Mota: lista de módulos para fazer uma aplicação
Diana Santos: fazer projectos de avaliação conjunta já com participantes também
Daniela Braga: entidade de validação/avaliação de produtos (pública? ou mesmo privada)
António Teixeira: seguir o modelo do instituto para a língua holandesa
Liliana Ferreira: implementar normas para avaliação rápida em domínios específicos
Belinda Maia e Eckhard Bick: redes (informais?) para ligar instituições académicas
Daniela Braga: uma empresa de recursos que os venda caro, tal como a http://www.appen.com.au/ que a Microsoft utiliza
Anabela Barreiro: porque não iniciar um projecto de TA?
Questões debatidas sobre as quais não me pareceu haver consenso (outros intervenientes ainda não mencionados foram a Paula Carvalho, o Agostinho, a Lúcia Rino e o Mário Rodrigues)
- a questão da importância (ou não) das avaliações conjuntas
- não queremos pôr todos a fazer o mesmo (cada grupo devia especializar-se em coisas diferentes) ou queremos comparar diferentes métodos para a mesma tarefa?
- prefiro concorrer internacionalmente do que nacionalmente (opinião do Mário J. Silva) ao contrário da profissão de fé da Linguateca
- deve haver separação entre projectos de infraestrutura e outros de investigação? Ou todos os projectos devem ter uma componente de ambos?
- relação das empresas/estágios/modelo de Bolonha com os recursos/investigação
Outros pormenores mencionados, que têm a ver com a articulação do financiamento público:
Como é que é possível que a FCT tenha um organismo para fazer investigação numa dada área (o caso do ILTEC) cujo financiamento concorre com os outros? E o IC (instituto Camões) tem um observatório que desconhece totalmente a Linguateca? E a CPLP? Não devia ser ela a financiar (tb) a Linguateca?
Como é que não conseguimos articular a Linguateca com o Brasil (e outros países de LP)?
Este relato, mais do que um congelamento, pretende ser uma faísca para que muitos outros participem e/ou se pronunciem sobre alguns destes assuntos ou pontos.