
WikiLeaks: Amazon deixou de albergar site
Afirma senador norte-americano
A Amazon, sítio da internet de venda retalhista, deixou de albergar o site da WikiLeaks, indicou um senador dos Estados Unidos, enquanto este, que tem estado a divulgar milhares de mensagens diplomáticas secretas, esteve parcialmente inacessível esta quarta-feira.   <br/>
O sítio principal e o sub-sítio dedicado aos documentos diplomáticos estiveram hoje indisponíveis nos Estados Unidos e na Europa, com os servidores da Amazon a recusarem reconhecer os pedidos de informação.A disponibilidade daqueles sítios tem sido irregular desde domingo, quando começaram a ser atacados por 'hackers' desconhecidos. A WikiLeaks reagiu aos ataques mudando-se para servidores geridos pela Amazon Web Services, que funcionam com a lógica do 'self-service'. O senador independente Joe Liberman declarou em comunicado que, "esta manhã, a Amazon informou" a sua equipa que "tinha deixado de albergar o sítio da WikiLeaks". O antigo parceiro de Al Gore na candidatura presidencial democrata acrescentou que "teria preferido que a Amazon tivesse tomado esta medida antes, considerando as publicações precedentes de informações classificadas pela WikiLeaks". A medida tomada pela Amazon é "a boa decisão e deverá constituir uma referência para as outras empresas que a WikiLeaks utilize para divulgar ilegalmente as suas informações", salientou ainda Liberman. A Amazon não comenta a sua relação com a WikiLeaks nem esclarece se a forçou a sair. 
wikileaks, amazon, diplomacia, eua


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