
Dominique Strauss-Kahn apresenta demissão
Após escândalo sexual
O diretor geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, apresentou na noite de quarta-feira, quinta-feira em Portugal, a sua demissão imediata do cargo na instituição financeira, mas nega as acusações de violação  e agressão sexual.
Detido na cadeia de Rikers Island, Dominique Strauss-Kahn, ou simplesmente DSK como também é conhecido, tenta a liberdade provisória e já garantiu sujeitar-se a todas as medidas de controlo dos seus movimentos, além de ter entregado os documentos de viagem para que não restem dúvidas de que não pretende a fuga. Num comunicado difundido pelo Fundo Monetário Internacional é salientado que Strauss-Kahn apresentou a sua demissão de dirigente da instituição, mas que nega "com a mais absoluta firmeza todas as acusações" que pendem sobre si. De acordo com a mesma nota, Strauss-Kahn tomou a decisão com "infinita tristeza" e pensando, em primeiro lugar, na sua mulher que "quer mais do que tudo", nos seus filhos, famílias e amigos. O antigo director-geral deixa também uma nota aos seus antigos colegas onde salienta terem conseguido "grandes feitos" nos últimos três anos e alguns meses. Dominique Strauss-Kahn acrescenta também na sua carta de demissão que toma a decisão para proteger a instituição que diz ter "servido com honra e devoção", mas também porque pretende dedicar todo o seu esforço à prova da sua inocência. Desde que foi detido no sábado em Nova Iorque, sob a acusação de ter praticado sete crimes de violação e agressão sexual a uma empregada do hotel onde estava instalado, tem crescido a pressão internacional para a saída de Strauss-Kahn, o homem que era apontado como o principal rival de Nicolas Sarkozy na corrida a presidência francesa. 
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