UE felicita laureadas e salienta papel da mulher no processo democrático




A União Europeia (UE), que foi mencionada como uma das potenciais vencedoras do <a href="http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=2040408">Nobel da Paz</a> 2011, felicitou «de todo o coração» as três mulheres distinguidas hoje pelo prémio. 
A União Europeia considera que o prémio Nobel da Paz para <a href="http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=2040788">Ellen Johnson Sirleaf</a>, <a href="http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=2040711">Leymah Gbowee</a> e <a href="http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=2040569">Tawakkul Karman</a> «é o reconhecimento do papel desempenhado pelas mulheres na resolução pacífica dos conflitos e na transformação democrática no mundo».
Esta declaração foi feita pelos presidentes da UE, Herman Van Rompuy, e da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, num comunicado conjunto.
«Trata-se da vitória de uma nova África democrática e de um novo mundo árabe democrático que vivem em paz e respeitam os direitos humanos», salientaram os dois responsáveis, apelando aos líderes mundiais para «melhorarem os direitos das mulheres».
O Comité Nobel Norueguês atribuiu hoje o Nobel da paz 2011 a três mulheres: a Presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf, a ativista liberiana Leymah Gbowee e a jornalista iemenita Tawakkul Karman.
O Comité distinguiu as três mulheres «pela luta pacífica em defesa da segurança das mulheres e dos direitos das mulheres na participação total no trabalho de construção da paz».
