Prémio é «para as mulheres africanas» em particular, diz Leymah Gbowee




A liberiana <a href="http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=2040711">Leymah Gbowee</a>, que hoje recebeu o prémio <a href="Nobel/Paz: Ellen Johnson Sirleaf diz que prémio é para "todo o povo liberiano"" temp_href="Nobel/Paz: Ellen Johnson Sirleaf diz que prémio é para "todo o povo liberiano"">Nobel da Paz</a> com mais duas premiadas, considerou que a distinção é «para as mulheres africanas», num contacto telefónico a partir de Nova Iorque com a agência France Presse. 
«É um Nobel para as mulheres africanas, é assim que o descrevo. É para as mulheres em geral, mas em particular para as mulheres em África», declarou.
Além da pacifista Leyman Gbowee, a Presidente da Libéria, <a href="http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=2040788">Ellen Johnson Sirleaf</a>, e a jornalista e activista iemenita <a href="http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Internacional/Interior.aspx?content_id=2040569">Tawakkul Karman</a> ganharam o prémio Nobel da paz 2011.
As três mulheres foram distinguidas «pela luta pacífica em defesa da segurança das mulheres e dos direitos das mulheres na participação total no trabalho de construção da paz», segundo o Comité Nobel Norueguês.
