
Julian Assange pede asilo político ao Equador
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Equador, Ricardo Patiño, informou hoje que o fundador do portal WikiLeaks, Julian Assange, pediu asilo político a este país andino, solicitação que esta a ser analisada pelo governo.
 Patiño disse aos jornalistas que Assange, que se encontra na embaixada do Equador em Londres, enviou uma carta ao presidente do Equador, Rafael Correa, em que garante que está a ser alvo de "perseguição" pelo que lhe solicita asilo político. 

No passado dia 14, o Supremo Tribunal britânico rejeitou um pedido de reavaliação do processo de extradição para a Suécia do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, por alegados abusos sexuais. 

 A decisão da mais alta instância jurídica britânica foi tomada depois dos advogados de Assange, de 41 anos, terem solicitado a reabertura do caso.

 No passado dia 30 de Maio, o Supremo Tribunal britânico rejeitou um recurso contra a extradição de Assange, mas aceitou na mesma ocasião dar à defesa um período de 14 dias para analisar a sentença e avaliar a hipótese de um recurso para reabrir o caso.

 Assange sempre contestou estes factos, alegando que as relações foram consensuais.

 Os apoiantes de Assange alegam que o processo é uma conspiração arquitectada por Washington, em represália pela publicação pelo 'site' WikiLeaks de dezenas de milhares de documentos militares secretos sobre o Iraque e o Afeganistão e de telegramas diplomáticos norte-americanos.



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