
Crato já tem alternativas caso o exame de português não se realize segunda-feira
Realizar o exame na segunda chamada ou marcar nova data são as alternativas à greve de segunda-feira. Esta sexta-feira o Ministério da Educação continuará a reunir-se com os sindicatos.
O Ministério da Educação terá já pensadas alternativas caso o exame de português do 12º ano não se realize segunda-feira, ainda que não as divulgue.     A solução poderá passar pela realização do exame na segunda chamada ou pela marcação de uma data alternativa, escreve o jornal Público, na sua edição desta sexta-feira. Dependendo da adesão à greve, a tutela decidirá a opção que seguirá.     O gabinete de Nuno Crato garantiu que nenhum aluno deixará de fazer exame por razões que não lhe possam ser imputadas, refere a mesma publicação. Porém, na eventualidade do exame não se realizar, o GAVE (gabinete de avaliação educacional) estará já a preparar um novo exame, escreve o Sol.     A possibilidade de haver alunos que realizem em exame e outros que não o possam fazer, inclusive na mesma escola, preocupa a Confederação Nacional de Associações de Pais (Confap). A equidade não está garantida afirmou ao Público a confederação, que defende que a prova deveria ser anulada, caso não possa ser realizada por todos os alunos inscritos.     Esta sexta-feira realizar-se-á uma reunião entre o ministério da educação e os sindicatos dos professores, anunciou Nuno Crato. A questão dos exames serão novamente discutidos afirmou o ministro.     O pré-aviso de greve dos professores para segunda-feira, 17 de Junho faz temer que nem todos os alunos possam realizar exame de português naquele dia. Isto, apesar de todos os docentes das escolas públicas estarem convocados para aquele dia.

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