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 [ INLINE ] As Lies pra Evitar o Churn

 Monitorar o usurio ainda  a melhor forma de no perd-lo para o concorrenteO

 churn - ou mudana de operadora - tem um sabor diferente no Brasil , segundo

 alguns especialistas ouvidos por Rede@Telecom .
 O usurio no est trocando de

 operadoras fixas , mas deixando a telefonia fixa para adotar a celular .
 " O

 espao das operadoras fixas est sendo suprida pelas mveis .
 Com isso , as

 chamadas operadoras-espelho , concorrentes das fixas tradicionais , perderam uma

 grande oportunidade de mercado " , avalia Eduardo Parra , diretor de Marketing e

 Vendas da CTBc .
 " O celular  um concorrente considervel .

 O pr-pago resolve os problemas de quem tem dificuldades para pagar a conta

 telefnica e por isso ganha mercado ".Parra no est sozinho na sua

 argumentao .
 Marco Antnio Ongarelli , gerente de contas celular do CPqD ,

 acredita que o churn na rea fixa  praticamente inexistente .
 " Ainda  um

 monoplio " , avalia .
 Para ele , o advento de novas tecnologias , talvez consiga

 mudar um pouco este cenrio .

 A tendncia de formao de grandes conglomerados , controlando comunicao de

 dados e ligaes de longa distncia tambm pode afetar a disputa , segundo

 ele. " O grande motivado r continua sendo o custo .
  por esta razo que o churn

 em nvel mundial est ocorrendo em direo s operadoras mveis " , explica

 Ongarelli .
 " E isso tambm justifica o porqu da existncia de uma operadora

 fixa por detrs das operadoras celulares .
 As empresas de telefonia fixa

 percebem que as receitas de voz esto migrando para a rea celular " ,

 complementa .

 Enquanto esta migrao fixa-mvel ainda tem cho para avanar , nas operadoras

 celulares a disputa pelos clientes  uma constante .
 Para o especialista do

 CPqO , no entanto ,  fcil mapear as estratgias para evitar a perda do

 cliente.A primeira considerao  identificar como o usurio enxerga o celular .

 " Se a operadora no tem linha atrativa , com visual e cor , j est em

 desvantagem " .
 Um exemplo disso  o TOMA , cuja oferta de terminais praticamente

 est paralisada , segundo ele .
 " Em contraponto , o GSM est trazendo modelos para

 todos os tipos .
 A quantidade de oferta de terminais  muito grande .
  claro que

 o preo do terminal vai pesar nisso " , esclarece Ongarelli .

 O segundo ponto a ser considerado  o portflio de pacotes e tarifas .
 A

 conjuno entre variedade de terminais e planos tarifrios  o que permite a

 flexibilidade para atingir vrios segmentos de clientes , de acordo com ele do

 CPqO. Acrescente-se a isso a cobertura e est formado o trio fundamental para

 evitar que o usurio mude de operadora a cada batalha nas datas comemorativas

 do ano , avalia o consultor. " So fatores variveis .
 As operadoras TOMA tm

 cobertura , planos diversos , mas podem ficar limitadas quanto  variedade de

 terminais .
 O GSM ainda enfrenta limitaes de cobertura em algumas reas " ,

 acrescenta Ongarelli .
 " O COMA , por sua vez , tm reas de cobertura ainda

 analgica , o que pode levar a problemas de segurana " .

 Alm dos trs fatores j citados , as operadoras devem estar atentas  qualidade

 do servio que prestam .
 " Um sistema de gerncia de indicadores pode ajudar

 nisso .
 No mercado corporativo , o monitoramento  uma obrigatoriedade .
 Os novos

 contratos j incluem clusulas de nveis de qualidade de servio ( SLAs ) " ,

 argumenta Ongarelli.Apesar de concordar que o mercado empresarial  menos

 susceptvel de mudar de operadora , o especialista lembra que o cenrio est

 mudando com a criao dos grandes conglomerados , que oferecem servios fixos e

 mveis numa conta nica .

 Fonte : Rede@Telecom

 30/06/2004

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