 Projeto Cincia e Pseudocincias

 Parapsicologia 2

 Segundo Albino Aresi " Parapsicologia estuda fenmenos paranormais ,

 tanto subjetivos como objetivos ( psigama e psikappa ) , a fim de comprovar a sua

 natureza e suas causas agentes , supondo-se que dependem em tudo do prprio

 psiquismo humano , impressionando pelos sentidos atravs do crebro " .

 - O que so os fenmenos paranormais ?

 - Porque ocorrem ?

 - Sabe-se como ocorrem ?

 - O que  psiquismo humano ?

 - E a posio da cincia sobre essa pseudocincia ?

 Para entender-se melhor o conceito acima ,  necessrio uma pesquisa complexa

 sobre o assunto , porm , este artigo , constitui-se de uma sntese de vrios

 aspectos da Parapsicologia e da viso cientfica , que possui o objetivo de

 apresentar a Parapsicologia e no defende-la .

 Em hiptese alguma pretendemos afirmar a existncia da

 Parapsicologia no mundo cientfico , e sim a expor , apresentando as divergncias

 entre a mesma e a cincia , cabendo ao leitor definir sua prpria opinio em

 relao a esta pseudocincia .

 PARAPSICOLOGIA EM MAIS DETALHES

 As origens dessa pseudocincia no podem ser estabelecidas , pois se

 perdeu na histria da humanidade quase todos os documentos que relatem sobre .
 A

 sua origem oculta aumenta ainda mais a descrena por parte da Cincia , pois

 fica difcil crer em algo que no possui origem determinada .

 Muitos parapsiclogos reivindicam o fato da parapsicologia no

 possuir aceitao devida e ser considerada uma pseudocincia dentre o universo

 cientfico .
 Outros representantes vo ainda mais longe .
 Afirmam que esta  uma

 cincia j reconhecida .
 Mas o que  certo de se afirmar ,  que no

 ocorre a aceitao da cincia com esta e outras pseudocincias .
 Em resumo , a

 parapsicologia ainda carrega o ttulo de pseudocincia .

 Todo estudo que  realizado gira em torno de um objetivo .
 Portanto ,

 a parapsicologia tambm possui um objeto de estudo , qual seja , os fenmenos

 paranormais .
 Tais fenmenos fogem de toda a normalidade e so inexplicveis

 atravs de um meio natural ou de uma teoria cientfica .
 As pessoas que possuem

 a capacidade de desenvolver estes fenmenos , como a telepatia ( leitura de

 pensamentos ou sentimentos de uma pessoa ) so denominadas sensitivas .
 Existe

 ainda a hiptese de que esses fenmenos so ocasionados atravs do

 inconsciente , uma rea do crebro que  induzida por smbolos .

 No h muitas experincias que obtiveram resultados capazes de

 mudar a posio de pseudocincia da Parapsicologia .
 As que tiveram resultados

 bem sucedidos so de nmeros insignificantes e muitas delas no possuem muita

 credibilidade , pois foram comprovados muitos atos fraudulentos , o que implica

 ainda mais a situao indefinida da parapsicologia .

 Os fenmenos , quando comprovadamente fraudulentos , dificultam ainda

 mais a aceitao da parapsicologia no rol das cincias .
 A maioria deles so

 realizados buscando alcanar resultados secundrios , quer financeiros , ou para

 alcanar a fama e nunca em prol da pseudocincia estudada .

 Os congressos internacionais de cincia psquica , nome dado

 primordialmente  cincia dos fenmenos paranormais , possuam o objetivo de

 classificar e denominar para a cincia os fenmenos paranormais , sendo que o

 primeiro foi realizado em Copenhague , no ano de 1921 , o segundo em Varsvia no

 ano de 1923 e o terceiro em Paris , no ano de 1927 , presidido por Richet , nome

 importante da Parapsicologia .

 A Segunda Guerra Mundial desviou os interesses .
 No incio da dcada

 de 30 , o professor Joseph Banks Rhine criou um laboratrio de Parapsicologia na

 Universidade Duke .
 Rhine foi o fundador da Parapsicologia moderna .

 FENMENOS PARANORMAIS

 Os fenmenos paranormais so inexplicveis cientificamente , pois

 no possuem teorias que permitam explica-los e no se verificam repetidas

 vezes .
 So de natureza desconhecida , contrariam toda a normalidade e ocorrem

 sem o controle do homem .
 A hiptese mais aceita  que sejam ocasionados pelo

 inconsciente , porm , no existem estudos detalhados e seguros que comprovem

 esta teoria , devido  complexidade desses fenmenos .
 Alguns fenmenos

 classificados por parapsiclogos :

 Fenmeno Psi :  um termo tcnico sem nenhuma outra inteno seno a

 de mencionar o desconhecido mecanismo mental , que no s produz efeitos

 paranormais , como os prprios fenmenos decorrentes desses efeitos .

 Fenmeno Psi-Gamma : so fenmenos subjetivos , no possuindo nenhum

 detalhe que implique ao no mundo material de forma objetiva .

 Fenmeno Psi Kappa : so fenmenos objetivos .
 Compreendem a

 psicocinesia ( ao direta da mente sobre o mundo fsico ) , bem como todos os

 demais fenmenos paranormais que impliquem ao nos objetos do mundo material .

 Os principais fenmenos paranormais so descritos a seguir :

 Hiperestesia Direta : hiperestesia significa exaltao .

 Hiperestsico  que capta e pode manifestar estmulos mnimos .
 De algum modo ,

 todos somos hiperestsicos , isto  , todos somos capazes de captar com os

 sentidos , estmulos mnimos .
 s vezes estes estmulos ao to pequenos que o

 inconsciente no tem modo de reagir e cair na conta da percepo hiperestsica

 inconsciente .
 So sensaes inconscientes .

 Hiperestesia Indireta ( HIP ) : todos os nossos atos psquicos , de

 qualquer espcie , conscientes ou inconscientes , pensamentos , recordaes ,

 sentimentos , se traduzem ou so acompanhados por reflexos fsicos de diversas

 ordens .
 Atravs deste mecanismo , os pensamentos de qualquer pessoa passam s

 demais pessoas presentes no mesmo ambiente .
 Tudo que ns sentimos e imaginamos ,

 passa e no pode deixar de passar s pessoas que esto presentes .
 Essas

 pessoas , inconscientemente , captam de uma forma direta os reflexos sensoriais

 indiretamente os pensamentos ou os atos psquicos que os provocaram .

 Pantomnsia : alm de sbio , o inconsciente no esquece nada .
 Outra

 faculdade inconsciente , comum a todo o gnero humano ,  chamada Pantomnsia .

 Por meio da hipnose ou de associaes , testes , drogas , etc ; o psiquiatra poder

 obter , algumas vezes , do inconsciente , recordaes que o auxiliem na

 recuperao dos pacientes .
 Pela hipnose se chegou , h bastante profundidade do

 arquivo inconsciente .

 Xenoglossia :  a faculdade que possui o inconsciente de falar

 lnguas .
 Nosso inconsciente  a maior escola de lnguas .
 Em Xenoglossia

 prescindimos da fraude .
 Por uma simples fraude pode-se atrair a ateno ,

 durante anos de muitos sbios como de fato existiram fatos concretos .

 Telergia : Designava a excitao que devem receber os centros

 motores e sensoriais da pessoa , de um modo mais ou menos direto , que poderamos

 chamar telrgico .
 Os fenmenos parapsicolgicos de efeitos fsicos ,

 extranormais , sejam quais forem , no seriam mais que exteriorizaes e

 transformaes da energia do organismo do dotado : a essa energia fisiolgica

 exteriorizada e transformado para realizar fenmenos parapsicolgicos , chamamos

 de Telergia .

 Telecinesia : a ao parapsicolgica sobre objetos distantes ,

 comandados , s vezes , at pela vontade consciente , porm geralmente pelo

 inconsciente  um fenmeno que , desde a mais remota antiguidade e em todos os

 povos se atribui a certos dotados .

 Ectoplasmia : conhecemos a telergia que poderamos descrever como

 uma fora psicofsica exteriorizada .
 Algumas vezes esta forma est condensada ,

 como j vimos , apresentando-se at visivelmente .
 Uma fora condensada dirigida

 pela psicobulia e dependente dela , teoricamente poderia ser modelada .
 Ao menos

 a telergia visvel possui diversas formas .
 A exteriorizao desta substncia ,

 a sua formao externa , mais ou menos modelada recebe o nome de ectoplasmia

 ou , em concreto , ectoplasma .
 O termo foi criado por Richet .
 Ectoplasmia designa

 o fenmeno .
 Ectoplasma , a substncia .

 Fantasmognese : entendemos por fantasmognese a produo

 ectoplasmtica de um fantasma inteiro , ao menos aparentemente de pessoa , animal

 ou objeto .
 O verdadeiro fantasma no  uma apario meramente subjetiva , mas

 tem certa consistncia material , porm mais ou menos tnue , mais ou menos

 transparente , com peso reduzidssimo em comparao com o peso do modelo

 reproduzido .

 Precognio :  toda predio real de um acontecimento futuro ,

 atravs do conhecimento direto do porvir , sem a utilizao dos recursos

 somticos normais .
 As precognies , por suas caractersticas se enquadram no

 grupo dos fenmenos paramentais .

 Telepatia : Define-se a telepatia como a " percepo paranormal do

 contedo de um ato psquico " .
 A transmisso de pensamento ou a adivinhao do

 pensamento  s um aspecto da telepatia , no abrangendo todos os tipos de

 telepatia .
 O percepiente capta em meu inconsciente , por exemplo , idias que eu

 captei inconscientemente em outra pessoa ou na realidade fsica .
 O inconsciente

 de uma pessoa ( A ) capta algo por telepatia , mas seu consciente no fica

 sabendo , Uma outra pessoa ( B ) que est junto com ( A ) pode captar por simples

 HIP em ( A ) o que ( A ) captou por telepatia .

 Levitao : por levitao designa-se o levantamento - acompanhado ou

 no - de um movimento de transladao do corpo humano no espao .
 Truques de

 levitao so inmeros e com vrias tcnicas de realizao .
 Mas existe a

 levitao autntica .
 Em nenhuma levitao , considerada autntica , sem truque , 

 levanta outra pessoa .
 S pode levitar-se o prprio dotado .
 Outra pessoa s ser

 levitada , se o dotado atuar sobre o instrumento onde aquela estiver sentada ,

 como uma cadeira , por exemplo .
  que o ser humano pode atuar

 parapsicologicamente , por fora fsica sobre si mesmo , no sobre outra pessoa .

 Casualmente suas levitaes foram observadas por uma ou mais pessoas .
 A

 levitao poder ser exercida por alavancas ectoplasmticas apoiando-se no

 cho .
 Por essa Teoria mecnica , a gravidade seria equilibrada por uma fora

 igual dirigida de baixo par cima .
 Por ectoplasma se endente a energia na qual

 se tenha visto o ectoplasma .
 Compreende-se que a levitao venha acompanhada

 por outros fenmenos se estes de devem  telergia .
  comum um fenmeno

 telrgico vir acompanhado de outro tambm telrgico , por exemplo : telecinesia ,

 acompanhada de luzes ( fotognese ) , de pancadas ( tiptologia ) , de odores

 ( osmognese ) , etc .

 Clarividncia :  o conhecimento psigmico de coisas objetivas ,

 fsicas .
 Diferente da Telepatia , que consiste em conhecer no diretamente a

 realidade fsica , mas o contedo de um ato psquico subjetivo : os pensamentos ,

 imaginaes , sentimentos ou desejos de uma pessoa .

 INCONSCIENTE E INCONSCIENTE COLETIVO DE JUNG

 Inconsciente

 O inconsciente no  um rgo nem um lugar no crebro ao ver da cincia , e sim

 um mtodo de trabalho mental para lidar com informaes sem precisar tomar

 atitude deliberada .
 Ele  cada vez mais uma ferramenta de trabalho mental que

 executa tarefas fundamentais .
 O inconsciente no funciona somente como uma

 caixa em que se depositam informaes para atividades futuras atividades

 mecnicas .

 Inconsciente por Freud

 Freud diz que o inconsciente  uma espcie de poro onde fica guardado o que

 no se quer mostrar , mas que pode revelar seu contedo com a ajuda de uma

 lanterna .
 Ele acreditava que essa parte de crebro guardava fatos e sentimentos

 que o indivduo na tem coragem de contar para si mesmo , e por isso , esqueceu .

 Seria o caso de um garotinho com desejo sexual por sua me , mas como a

 sociedade reprime esse comportamento , ele reprime .
 Segundo a psicanlise , o

 material inconsciente no fica escondido para sempre , mas tambm no pode ser

 recuperado a qualquer momento .
 Tudo fica trancafiado e s aflora por meios de

 sonhos , de piadas e atos falhos .
 Se forem bem interpretados podem revelar

 pistas dos male que afligem os pacientes .

 Inconsciente Coletivo de Jung

 Quando Jung estudava os sonhos de seus pacientes ele procurou

 dedicar-se pelos meios de expresso do inconsciente .
 Os sonhos pessoais de cada

 um de seus pacientes os intrigavam pela semelhana dos temas culturais e

 mitolgicos universais , ainda mais quando o paciente no conhecia nada sobre

 mitos ou mitologias .
 Essas semelhanas levaram Jung a descobrir que , alm do

 inconsciente pessoal ( inconsciente que pertence ao indivduo , constitudo pelos

 seus desejos e mpetos infantis reprimidos e por inmeras experincias

 esquecidas , exclusivo de cada um ) o ser humano possui o inconsciente coletivo .

 O inconsciente coletivo  um estrato do inconsciente mais profundo

 que o inconsciente pessoal .
  o material desconhecido de onde emerge a nossa

 conscincia .
  onde estariam as figuras , smbolos e contedos arqutipos de

 carter universal .
 Arqutipo  o contedo do inconsciente coletivo .
 Representa

 tambm imagens ou smbolos do inconsciente coletivo .

 Enquanto o inconsciente pessoal consiste fundamentalmente de

 material reprimido e de complexos , o inconsciente coletivo  composto

 fundamentalmente de uma tendncia para sensibilizar se com certas imagens , ou

 melhor , smbolos que representam sentimentos profundos de apelo universal , os

 arqutipos : da mesma forma que animais e homens parecem possuir atitudes

 inatas , chamadas de instintos , tambm  provvel que em nosso psiquismo exista

 um material psquico com alguma analogia com os instintos .
 PSICANLISE

  a pseudocincia que procura descobrir as origens e as causas dos

 estados mentais .
 Saber o porque da razo de tais estados existirem , o motivo , a

 manifestao , os desejos , emoes o porqu das pessoas simplesmente

 " esquecerem " .
 A psicanlise procura descobri o porqu de tais fatos .

 O pioneiro e mais conhecido psicanalista foi Freud .
 O que ser

 relatado a partir do prximo pargrafo so conceitos e idias de Freud .
 Muitas

 teorias de Freud j foram derrubadas .
 Apresentaremos conceitos que definiro

 superficialmente a nossa misteriosa e grandiosa psicanlise .

 A psicanlise parte do princpio de que , para descobrir os

 diferentes fenmenos mentais , ela ter que recua at o mais remoto passado do

 indivduo .
 As imagens e os , digamos assim , " arquivos " de lembrana que existem

 em sua mente , so compostos por registros de lembranas desde quando voc era

 beb at ltima coisa que voc viu .
 Tudo est em sua mente .
 Nada  esquecido .

 Lembranas que voc armazenou quanto beb esto e continuaro em sua mente para

 o resto de sua vida .

 Os atos que voc pratica hoje tem uma relao com tudo que est em

 seu subconsciente .
 O que est em seu subconsciente so todas as lembranas que

 esto armazenadas em toda sua vida .
 Nada que voc imagina  destrudo , as

 lembranas se desaparecem e tornam-se invisveis por estarem cobertas .
 Essas

 lembranas tornaram-se inacessveis para a conscincia por estarem " enterrados "

 mais no fundo na mente , mas no deixam de existir .
 O que foi " enterrado " na sua

 mente pode voltar a ser lembrado atravs da hipnose .
 Como provar isso ?
 Como

 provar que nada foi esquecido ?
 Para provar isso precisamos conhecer todas as

 impresses que alguma vez armazenamos na memria , ou que alguma vez atuaram

 sobre o nosso esprito , assim tentando trazer estas " lembranas enterradas "

 novamente  conscincia .
 Como ?
 A cincia no v nenhum mtodo possvel para

 este fato ser concretizado .

 INSTINTOS E SENTIMENTOS SEGUNDO FREUD

 Mostraremos aqui a explicao que Freud apresentava em relao aos

 sentimentos .
 Imagens que vemos nos faz pensar na seguinte questo : " o que os

 olhos vem o corao sente ?
 " .
 Ou poderemos ir mais fundo : " o que o corao

 sente os olhos no vem ?
 " .
 Infelizmente no enxergamos os sentimentos , assim

 no podemos estuda-los .
 Mas para que estudar os sentimentos ?
 Para que estudar o

 que no vemos ?
 Por que entender o que no vemos ?
 E os nossos instintos ?
 Onde

 esto ?
 Onde se manifestam ?
 Os sentimentos nada mais so do que manifestaes de

 nossos instintos , instintos que nossa mente nunca entender .
 Os nossos

 instintos so equilibrados .
 Quanto mais voc ama algo voc est disposto a

 odi-lo na mesma freqncia .

 Precisamos abrir portas de nossas mentes para que nosso

 subconsciente armazene imagens e com estas imagens abriremos uma segunda porta ,

 a porta dos sentimentos .

 O Sentimento ( instinto ) est assimilado a qualquer imagem ou

 objeto .
 O subconsciente entende o que os olhos apenas observam , assim fazendo

 com que o esprito de nossos corpos materiais crie os sentimentos .
 Estes

 sentimentos esto relacionados com lembranas capturadas pelos sentidos

 humanos , que foi entendida pelo subconsciente e transformada , com a ajuda do

 instinto em sentimentos .

 Ento : " o que os olhos no vem o subconsciente armazena ; o que o

 subconsciente armazena o esprito v ; e o que o esprito v o corao sente !!!

 Voltamos a seguinte questo : Devemos seguir nossas vidas apenas com os olhos do

 esprito ?
 No podemos esquecer que alm de nosso corpo material temos no nosso

 corpo espiritual .
 Este segundo e que se responsabiliza por nossos instintos , e ,

 o corpo material ,  o manifestador dos sentimentos impulsionados pelo instinto .

 QUERER  PODER

 Aqui mostraremos como a psicanlise entende o fato de " querer 

 poder " .

 O fato de um homem querer algo j basta para que este mesmo " algo "

 seja seu objetivo .
 No seu subconsciente o ser humano armazena pequenas imagens

 do seu " querer " fazendo com que , com um devido esforo mental , o consciente se

 preocupe com o objetivo do querer .
 No seu inconsciente esto o " poder " do

 " querer " .
 Esse " poder " , com o devido esforo , passa para o subconsciente , que 

 lido pelo consciente que , com a fora instintiva do esprito , faz com que o

 " querer " seja realizado em forma de satisfao no mundo material .

 Devemos sempre nos concentrar no objetivo do " querer " , analisarmos

 ele de todas as formas possveis , assim abrindo portas para o " poder " que est

 no inconsciente passar para o consciente , que ser realizado pelo corpo

 material em forma de satisfao ordenada pelo esprito que obedece ao instinto .

 Tentamos perceber o porque da ganncia e satisfao que nosso corpo material

 nos mostra , mas o quanto mais paramos para pensar nisso mais o tempo se perde .

 O corpo  uma coisa diferente do esprito que  diferente da mente .

 A NATUREZA INCONSCIENTE DA FUNO " PSI "

 As experincias realizadas at o presente momento evidenciam que a

 telepatia , a clarividncia , a precognio e a retrocognio no podem mas ser

 negadas ,  o que afirmam os parapsiclogos .
 Estes fenmenos so explicados como

 decorrentes de estranhas propriedades ainda ignoradas da mente .
 A maioria dos

 psiclogos no se preocupa com a natureza ltima da mente nem tampouco com a

 relao entre mente e corpo .

 O importante a ser destacado  a natureza inconsciente da funo Psi .
 Isto se

 evidncia pelo fato de que os sensitivos paranormais , na maioria , no tem

 controle voluntrio e consciente sobre suas faculdades paranormais .
 A

 inconscincia da funo Psi  uma das caractersticas mais mas notveis , tendo

 despertado a ateno de pesquisadores que consideram a funo arcaica de nossa

 mente .

 Com a relao  inconscincia da funo Psi , Hernani Andrade props um esquema

 interessante da provvel organizao da mente em seu livro Parapsicologia

 Experimental .
 Neste esquema so representadas duas zonas principais , o

 consciente e o inconsciente .
 Cada parte dessas , so subdivididas em mais duas

 que representam as funes subjetivas e objetivas .
 Na regio do consciente ,

 est a percepo dos sentidos , e na regio do inconsciente , existe uma certa

 relao entre o inconsciente com as funes conscientes segundo o autor .

 GNOSE

 A palavra GNOSIS vem do grego e significa , " CONHECIMENTO

 UNIVERSAL " .
  a sabedoria que abrange todos os ramos de estudos existentes :

 filosofia , psicologia , astrologia , astronomia , medicina , alquimia , metafsica ,

 anatomia oculta , ufologia , antropologia , teosofia , etc .
  a sntese entre os

 conhecimentos exotricos e esotricos .
 Quando nos referimos a GNOSIS como

 instituio , encontramos uma Escola de Filosofia que se dedica ao estudo da

 natureza interna dos seres humanos , visando adquirir o conhecimento de si mesmo

 e do universo .

 GNOSIS  o conhecimento que apresenta como sntese uma sabedoria

 transcendental e transformativa , onde se ensina a humanidade a ver , ouvir e

 apalpar todas as coisas que at o momento se mostraram como grandes mistrios e

 enigmas .
 A GNOSIS  o ocultismo prtico , filosofia suprema , que possui todos os

 conhecimentos cientficos , cabalsticos , hermticos e sagrados .
  guardi dos

 grandes mistrios iniciais que outrora possuam os magos e que s eram

 ensinados nas Grandes Escolas de Mistrios .

 GNOSIS  funcionalismo natural da CONSCINCIA que permite o

 conhecimento de si mesmo , que conecta o homem com o Crculo da Humanidade

 Consciente .
 A GNOSIS  to antiga quanto o homem e to grande quanto o espao

 infinito , pois encerra o contedo de toda a sabedoria e conhecimentos mltiplos

 do nosso planeta , mundo , sis e galxias que giram em suas rbitas dentro do

 espao sem limite

 CARTAS ZENER

 Foram desenvolvidas pelo Doutor Zener para desenvolver pesquisas de

 telepatia e clarividncia e muito utilizadas pelo professor Rhine .
  tambm

 chamado de cartas de ESP ou baralho Zener .
 O baralho  composto por vinte e

 cinco cartas sendo que s possuem cinco smbolos , desta forma , deve haver cinco

 cartas repetidas de cada figura .
 As cartas so embaralhadas  mo .
 Corta-se o

 baralho e as duas partes so misturadas .
 O paciente  colocado longe ou perto

 das cartas , ele deve enumerar na ordem em que elas esto superpostas ,

 procurando adivinhar cada carta .
 Segue-se esse processo com as 25 cartas .
 So

 feitas anotaes de todos os palpites do paciente .
 Resta indagar qual  a causa

 dos resultados serem muitas de nmero de coincidncias elevadas .
 Ao ver

 cientfico , pode-se comparar os grandes resultados a apenas simples

 coincidncias .

 CINCIA

 A cincia pode ser definida como a investigao metdica , causal e

 sistemtica da realidade , objetivando responder questes e solucionar problemas

 e desenvolver de modo mais efetivo os procedimentos para se obter respostas e

 solues .
 Um dos aspectos mais importantes  a sua caracterstica de produzir

 leis e teorias capazes de permitir o domnio ou manipulao da realidade ,

 assim , um conhecimento para ser cientfico deve possuir leis e teorias capazes

 de permitir a predio , a explicao , a descrio e o controle dos fenmenos

 abordados .
 A replicao dos fenmenos abrangidos pelas leis e teorias  um

 aspecto importante no conhecimento cientfico .
 Os fenmenos paranormais possuem

 como caracterstica a irrepetitibilidade .
 Isto implica que para ser cientfica ,

 a parapsicologia necessitaria produzir testes repetitivos .

 A parapsicologia utiliza de mtodos de investigao recolhidos de

 outras cincias , como a estatstica , a eletrnica , a tecnologia da biomedicina ,

 computadores , etc .
 Pelo rigor dos seus mtodos poderia ser considerada uma

 cincia , mas inexistem teorias .

 CONCLUSO

 A cincia e a parapsicologia seguem caminhos totalmente contrrios .

 A cincia j possui seus padres e caractersticas estabelecidas , das quais a

 parapsicologia  desprovida .

 A cincia somente aceita como cientfico , o que possui uma teoria ,

 a qual deva se enquadrar nas leis da natureza .
 As pseudocincias em geral , no

 possuem teorias e a maioria das que foram formuladas no conseguem estabelecer

 meios fsicos para a explicao , defendendo a idia de que os fenmenos

 paranormais obedecem s leis naturais e no se enquadram aos meios fsicos ,

 argumentando que as leis da natureza que so seguidas , ainda no so

 compreendidas pelo homem .

 Deste modo , no somente a parapsicologia , mas todas as

 pseudocincias , tm muito ainda o que desenvolver no que diz respeito a seus

 conceitos , para serem aceitas pela cincia .

 BIBLIOGRAFIA

 Livros :

 ANDRADE , Hernani Guimares .
 Parapsicologia Experimental.So Paulo

 ARESI , Albino .
 Fundamentos Cientficos da Parapsicologia.So Paulo , 1978

 FORDHAM , Frieda.Introduo a parapsicologia de Jung .
 1982

 JUNG , Carl Gustav .
 O Pensamento vivo de Jung .1986

 MARINUZZI , Raul .
 Parapsicologia Didtica .
 Rio de Janeiro , 1977

 QUEVEDO , Oscar Golalves .
 O que  Parapsicologia .
 So Paulo , 1974

 SILVA , Gasto Pereira do .
 Parapsicologia , Enciclopdia de Psicologia e

 Psicanlise .
 Belo Horizonte , 1968

 TINOCO , Carlos Albeto .
 Parapsicologia e Cincia , Origens e limites do

 conhecimento Parapsicolgico .
 So Paulo , 1993

 Sites :

 Conceitos de Parapsicologia

 http : // ppessoas.zaz.com.Br / paginas / poacoa00.htm /

 Fenmenos Paranormais

 http : // educao.ufpr.br / ~ basileu / parapsicologia /

 Autores ( as ) do Artigo

 Ana Paula Krevoruczka

 Bruna Oliveira

 Guilhermo Malanca

 Larissa Gonalves

 Vicente Carrano

 Eduardo Andrade

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