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 Poluio [ INLINE ]

 INTRODUO AO ESTUDO DA POLUIO

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 * English version

 " Vivemos os ltimos anos do juzo final "

 ( Texto escrito e autorizado por Roberto C. P. Junior )

 Conceito

 Poluio

 Emisso de resduos slidos , lquidos e gasosos , em quantidade superior 

 capacidade de absoro do meio ambiente ou maior do que a quantidade existente

 no meio .
 Tambm  causada pelo lanamento de substncias que no existem na

 natureza , como os inseticidas .
 A poluio interfere no equilbrio ambiental e

 na vida dos animais e vegetais. [ INLINE ]

 Poluio do ar.Vastas quantidades de poluentes resultantes de atividades

 humanas so lanadas na atmosfera .
 Os veculos automotores emitem gases como o

 monxido e o dixido de carbono , o xido de nitrognio , o dixido de enxofre e

 os hidrocarbonetos .
 As refinarias de petrleo , indstrias qumicas e

 siderrgicas , fbricas de papel e cimento emitem xidos sulfricos e

 nitrogenados , hidrocarbonetos , enxofre , diversos resduos slidos e metais

 pesados ( como chumbo , zinco e nquel ) .
 Aerossis e outros produtos liberam

 clorofluorcarbonos ( CFCs ) produtos qumicos sintticos .

 A emisso excessiva de poluentes tem provocado srios danos  sade distrbios

 respiratrios , alergias , leses degenerativas no sistema nervoso ou em rgos

 vitais e cncer .
 Em cidades muito poludas , esses distrbios agravam-se no

 inverno com a inverso trmica : uma camada de ar frio forma uma redoma na alta

 atmosfera , aprisionando o ar quente e impedindo a disperso dos poluentes .
 Os

 principais impactos ao meio ambiente so a reduo da camada de oznio , a

 ocorrncia de chuva cida e o aquecimento global ( ver Efeito estufa ) .

 Poluio sonora Algumas pesquisas mostram que o rudo constitui um dos agentes

 mais nocivos  sade humana , causando hipertenso arterial , gastrites , lceras

 e impotncia sexual .
 O limite de tolerncia do homem a rudos contnuos e

 intermitentes , estabelecido pelo Ministrio do Trabalho ,  de 85 decibis por 8

 horas dirias .

 Pessoas que trabalham ou vivem em locais com muito rudo podem ficar surdas ou

 com um zumbido constante nos ouvidos .
 Nas principais ruas da cidade de So

 Paulo , os nveis de rudo atingem de 88 a 104 decibis .
 Isso explica porque os

 motoristas profissionais so o principal alvo de surdez adquirida .
 Nas reas

 residenciais , os nveis de rudo variam de 60 a 63 decibis acima dos 55

 decibis estabelecidos como limite pela Lei Municipal de Silncio .

 Contaminao das guas As atividades industriais , mineradoras e agrcolas so

 as principais emissoras de poluentes txicos nas guas .
 Entre as substncias

 descarregadas esto os compostos orgnicos do clorinato , minerais , derivados de

 petrleo , mercrio e chumbo ( todos pelas indstrias ) e fertilizantes ,

 pesticidas e herbicidas ( pela agricultura ) , que so arrastados para os rios com

 as chuvas .
 Outra fonte importante de poluio so os esgotos : nas cidades e

 regies agrcolas so lanados diariamente cerca de 10 bilhes de litros de

 esgoto que poluem rios , lagos e reas de mananciais .
 Qualquer poluente que

 entre em contato com o solo ou com a gua pode contaminar tambm os lenis de

 gua subterrneos .

 Os oceanos recebem boa parte dos poluentes dissolvidos nos rios , alm do lixo

 dos centros industriais e urbanos localizados no litoral .
 Esse lixo , em geral ,

  despejado sem nenhum tipo de tratamento .
 O excesso de material orgnico no

 mar leva  proliferao descontrolada de microrganismos , que acabam formando as

 chamadas mars vermelhas , que matam peixes e deixam os frutos do mar imprprios

 para a alimentao .
 Anualmente , 1 milho de toneladas de leo espalham-se pela

 superfcie dos oceanos , formando uma camada compacta que demora para ser

 absorvida .

 Poluio Atmosfrica

 As fontes de emisso de poluentes primrios e dos componentes secundrios pode

 ser as mais variadas possveis .
 A emisso de gases txicos por veculos

 automotores  a maior fonte de poluio atmosfrica .

 Nas cidades , esses veculos so responsveis por 40 % da poluio do ar , porque

 emitem gases como o monxido e o dixido de carbono , o xido de nitrognio , o

 dixido de enxofre , derivados de hidrocarbonetos e chumbo .
 As refinarias de

 petrleo , indstrias qumicas e siderrgicas , fbricas de papel e cimento

 emitem enxofre , chumbo e outros metais pesados , e diversos resduos slidos .

 A identificao de uma fonte de poluio atmosfrica , depende , antes de mais

 nada , dos padres adotados para definir os agentes poluidores e seus efeitos

 sobre homens , animais , vegetais ou materiais outros , assim como dos critrios

 para medir os poluentes e seus efeitos .

 Essas alteraes provocam no homem distrbios respiratrios , alergias , leses

 degenerativas no sistema nervoso , e em rgos vitais , e cncer .
 Em cidades

 muito poludas , esses distrbios agravam-se no inverno com a inverso trmica ,

 quando uma camada de ar frio forma uma redoma na alta atmosfera , aprisionando o

 ar quente e impedindo a disperso dos poluentes .

 Sem indicar a que nvel estamos interessados a conversar a qualidade do ar , 

 impossvel controlar as fontes de poluio .
 Outros fatores a considerar so de

 natureza social ( presso de grupos ) , ambientais ( Sinergismos ou antagonismos ) e

 mesmo pessoal como suscetibilidade de indivduos ou grupos , e vrios outros .

 Efeitos da Poluio Atmosfrica

 O homem , mergulhado na atmosfera que os cerca , faz passar por seus pulmes , em

 mdia , 12m3 de ar , por dia .
 Este ar mergulha no sistema respiratrio , atingindo

 as regies mais profundas , tomando contato com os alvolos pulmonares ,

 irrigando uma rea de mais de 70m2 .
 O ar dever transportar o vital oxignio ,

 mas poder tambm levar outros gases menos saudveis , alm de material

 particulado de tamanho suficiente para atingir os alvolos , e destes serem

 removidos e levados para as regies onde podem ser absorvidos , ou onde vo

 produzir ao irritante mais ou menos acentuada .

 As defesas naturais do homem , contra as impurezas do ar , so muito precrias ,

 entre elas podemos citar :

 * Secreo mucosa das vias areas superiores , que tende aglutinar as partculas

 slidas e fixar gases e vapores ;

 * Cilhos que vo desde a traquia at os brnquios com a finalidade de levar as

 partculas inaladas em direo a faringe ;

 * Movimento peristlticos bronquolos , colaborando na eliminao de partculas ;

 * Forma peculiar das fossas nasais , fazendo com que as partculas de maior

 tamanho sejam precipitadas sobre a base da lngua ;

 * Espasmos das cordas vocais e da musculatura brnquica , procurando evitar a

 penetrao de impurezas nas partes mais profundas das vias areas ;

 * Reflexos de tosse e espirro , criando violentas correntes de ar com a

 finalidade de expulsar substncias estranhas das vias areas .

 A determinao da influncia da poluio do ar na sade humana e extremamente

 complexa e difcil .
 Exige uma avaliao quantitativa e qualitativa de um grande

 numero de fatores , tais como a concentrao de poluente , durao da exposio ,

 localizao da sua atuao , efeitos sinergticos ou antagnicos , tudo aliado 

 influncia de fatores meteorolgicos .

 Salvo as excees de casos graves especficos , no h prova cientfica de que a

 poluio atmosfrica , seja capaz , por si s de causar doena .

 Os efeitos sobre a sade do homem podem ser avaliados em quatro nveis :

 * Ausncia de efeitos biolgicos apreciveis pelos mtodos atuais de

 investigao ;

 * Irritao dos rgos sensoriais ;

 * Efeitos adversos sobre funo biolgica , podendo chegar a doenas crnicas ;

 * Doena aguda e " morte "

 Poluio Das guas

 A poluio das guas tem sido um problema para a nossa sociedade , e  tempo de

 por fim a todo o custo este assunto .
 Nestes ltimos anos o governo tem tentado

 ensibilizar a opinio pblica para esta situao que tem vindo a agravar-se

 devido h falta de fundos .
 Tambm as indstrias , que cada vez fazem mais

 poluio sem qualquer medida proteccionista contribuem fortemente para o

 problema sem qualquer multa por parte do Governo .
 Ns neste trabalho vamos

 falar nas formas de poluio aqutica no mundo e e no Brasil .
 Tambm vamos

 falar dos poluentes da gua e os seus perigos para a sociedade .
 Durante um

 longo perodo de tempo , a introduo dos poluentes nos oceanos poder conduzir

 a uma acumulao de substncias txicas , a longo prazo , disseminando mortandade

 e contaminao de seres vivos do oceano .
 Uma vez chegado a isto , no h

 hiptese de voltar atrs mas no vamos deixar que isto se alastre para causas

 muito piores do que aquelas que j existem por isso contamos com a colaborao

 de toda a sociedade e comear a sensibilizar a sociedade escolar , ou seja , mais

 os alunos que sero o futuro de amanha para no continuarem a poluir como os

 nossos antepassados poluram .

 A maior parte dos poluentes atmosfricos reage com o vapor de gua na atmosfera

 e volta  superfcie sob a forma de chuvas , contaminando , pela absoro do

 solo , os lenis subterrneos .
 Nas cidades e regies agrcolas so lanados

 diariamente cerca de 10 bilhes de litros de esgoto que poluem rios , lagos ,

 lenis subterrneos e reas de mananciais .

 Os oceanos recebem boa parte dos poluentes dissolvidos nos rios , alm do lixo

 dos centros industriais e urbanos localizados no litoral .
 O excesso de material

 orgnico no mar leva  proliferao descontrolada de microrganismos , que acabam

 por formar as chamadas " mars vermelhas " - que matam peixes e deixam os frutos

 do mar imprprios para o consumo do homem .
 Anualmente 1 milho de toneladas de

 leo se espalham pela superfcie dos oceanos , formando uma camada compacta que

 demora para ser absorvida .

 Desde h muito que os peritos marinhos e aquticos argumentam que todos os

 novos compostos introduzidos no nosso mar e rios deveriam ser considerados

 potencialmente letais .
 Eis um testemunho desses peritos :

 " No dia seguinte navegvamos sob vento fraco atravs de um oceano onde a gua

 lmpida estava cheia de massas flutuantes e negras de alcatro , aparentemente

 sem fim ...
 O Atlntico j no era azul , mas sim cinzento esverdeado e opaco ,

 coberto de cogulos de petrleo que variavam de tamanho , desde a cabea de um

 alfinete at s dimenses de uma sanduche .
 No meio do lixo , flutuavam garrafas

 de plstico .

 Poderamos estar num sujo porto citadino ...
 Tornou-se claro para ns que a

 humanidade estava realmente a poluir a sua mais vital nascente , o indispensvel

 filtro do nosso planeta , o oceano. "

 Parte da poluio  muito visvel : rios espumosos , um brilho oleoso 

 superfcie de um lago , cursos de gua atulhados de lixo domstico ( como  o

 caso do nosso rio Douro ) .
 Mas grande parte  invisvel .
 Lagos afectados pelas

 chuvas cidas podem ainda parecer muito bonitos mas sem vida .

 Infelizmente a agresso ao nosso ambiente aqutico no acaba aqui .
 Nos mares ,

 lagos e rios existe uma enorme diversidade de espcies diferentes muitas das

 quais fornecem  humanidade muita comida nutritiva .
 No existiam ameaas a esta

 fonte de alimentos antes do sc. XIX .
 Quando navios maiores e tcnicas

 piscatrias mais eficientes , comearam a provocar um srio desgaste nas

 populaes reprodutoras .
 Desde a baleia de oceano at ao mais pequeno crustceo

 de gua doce tem sido dizimado pelo Homem .

 A difuso de lixo martimo de plo a plo torna necessria uma vigilncia

 internacional .

 Os navios que derramam impunemente petrleo e poluentes qumicos na gua dos

 oceanos .
 Mas embora as descargas e derrames de petrleo no alto mar tenham

 efeitos locais importantes , estas guas encontram-se livres dos piores efeitos

 da poluio .

 As principais reas de preocupao so as que se encontram prximo de terra e

 de aglomerados humanos .
  aqui que a poluio se concentra ,  tambm aqui que

 se encontra a maioria de vida marinha , nas plataformas continentais .

 O lixo da sociedade tornou-se uma praga para a vida marinha .
 As tartarugas

 marinhas e as baleias ingerem sacos de plstico , que tomam por medusas ,

 provocando-lhe a morte por asfixia .
 Uma vez , encontrou-se um cachalote com 50

 sacos de plsticos entalados na garganta .
 As aves marinhas ingerem pequenas

 bolas de polietileno que flutuam  superfcie do mar ; as aves sentem-se fartas

 e isso impede-as de se alimentarem adequadamente .
 No conseguem engordar e ,

 assim , a sua aptido para sobreviverem  reduzida .

 Nas ilhas Aleutas , no Pacfico Norte , a populao de focas tem diminudo 10 % ,

 no devido  caa ou  diminuio das reservas de peixes , mas por serem

 apanhadas por precintas plsticos de embalagem e por tiras plsticas que mantm

 unidas as latas de bebidas .
 Anualmente , um milho e meio de quilmetros de

 redes de pesca , de " nylon " ( conhecidas por " a cortina da morte " ) , so lanadas

 ao mar e cerca de 100 quilmetros de rede acabem por perder-se .
 Essas " redes -

 fantasmas " continuam a pescar , sem governo .
 Capturam e provocam o afogamento de

 tartarugas marinhas , focas , aves marinhas , golfinhos e baleias .
 A partir de

 finais de 1988 , dever ter entrado em vigor um tratado internacional que

 tornar ilegal o despejo de matrias plsticas ou redes de " nylon " no mar .

 A poluio das guas fluviais so , hoje , constantemente agredidas pelo excesso

 de poluentes derramados e despejados destas guas .
 Os constantes despejos de

 esgotos das fbricas e dos centros urbanos esto carregados de substncias que

 podem constituir causa sria de poluio como por exemplo : ovos de parasitas ,

 fungos , bactrias , e vrus que ocasionam doenas como tifo , tuberculose ,

 hepatite e clera .
 A poluio marinha se d principalmente pelo derramamento de

 petrleo em caso de vazamentos e acidentes com petroleiros .

 As grandes formas de poluio aqutica

 Esgotos pluviais e escoamento urbano - Escoamento de superfcies impermeveis

 incluindo ruas , edifcios e outras reas pavimentadas para esgotos ou tubos

 antes de descarregarem para guas superficiais .

 Industrial - Fbricas de polpa e de papel , fbricas de qumicos , fbricas de

 txteis , fbricas de produtos alimentares ...

 Agrcola - Excesso de fertilizantes que vo infiltrar-se no solo e poluir os

 lenis de gua subterrneos e por sua vez os rios ou ribeiros onde estes vo

 dar Extrao de recursos Minas ...
 - Modificaes hidrolgicas Canalizaes ,

 construo de barragens ...

 A Poluio Trmica

 A poluio trmica decorre do lanamento , nos rios , da gua aquecida usada no

 processo de refrigerao de refinarias , siderrgicas e usinas termoeltricas .

 Para os seres vivos , os efeitos da temperatura dizem respeito  acelerao do

 metabolismo , ou seja , das atividades qumicas que ocorrem nas clulas .
 A

 acelerao do metabolismo provoca aumento da necessidade de oxignio e , por

 conseguinte , na acelerao do ritmo respiratrio .
 Por outro lado , tais

 necessidades respiratrias ficam comprometidas , porque a hemoglobina tem pouca

 afinidade com o oxignio aquecido .
 Combinada e reforada com outras formas de

 poluio ela pode empobrecer o ambiente de forma imprevisvel .

 Poluio do Litoral

 Outrora , pensava-se que as substncias residuais despejadas no mar se diluiriam

 e desapareceriam para sempre .
 Porm , essas substncias permanecem , em

 movimento , no mar .
 As correntes deslocam os desperdcios de um lado para o

 outro , concentrado-os aqui e diluindo-os ali .
 As correntes ascendentes , nas

 reas onde a gua fria das profundezas sobe  superfcie , podem trazer  luz

 resduos perigosos , enterrados em locais que se pensava serem seguros .
 O

 litoral brasileiro nos ltimos anos , vem sendo constantemente agredido pelo

 homem .
 Um dos maiores problemas  a poluio pelo derramamento de petrleo a

 partir de navios petroleiros ou , mesmo , devido a acidente com estes navios ou

 com oleodutos litorneos .

 Os litorais de So Paulo e Rio de Janeiro so os mais agredidos por esse tipo

 de poluio , dada a grande concentrao demogrfica e industrial nestes

 estados , exigindo-se grandes desembarques de petrleo nesta rea ,

 principalmente no terminal martimo da Petrobrs em So Sebastio ( SP ) .
 O

 vazamento de petrleo no mar implica no aparecimento da chamada " mar negra " ,

 que mata os peixes de toda a regio poluda e escurece toda a areia da praia

 afetada .
 Alm do petrleo , algumas indstrias qumicas localizadas no litoral

 costumam despejar seus detritos no mar , poluindo as praias e causando grande

 mortalidade da fauna marinha .
 Outro srio problema enfrentado pelo litoral

 brasileiro  o despejo de dejetos , fazendo com que muitas praias se tornem um

 grande esgoto a cu aberto .

 Poluio Radioativa

 Desde o incio da era atmica , as centenas de experincias com material nuclear

 tm jogado quantidades enormes de resduos radioativos na atmosfera .
 As

 orrentes de ar , por sua vez , se encarregam de distribuir este material para

 todas as regies da Terra .
 Com o tempo , a suspenso  trazida para o solo e

 para os oceanos , onde ser absorvida e incorporada pelos seres vivos .

 Alm da liberao direta de material radioativo , existe o grave problema do

 lixo atmico , produzido pelas usinas nucleares , que apresenta uma srie de

 dificuldades em seu armazenamento .

 O estrncio-90 radioativo liberado por vazamentos ou exploses nucleares pode

 causar srios problemas quando assimilado .
 Uma vez na corrente sangnea , ele 

 confundido com o clcio ( ver a distribuio ambos na tabela peridica ) e

 absorvido pelo tecido sseo , onde ser fixado .
 Agora fazendo parte dos ossos ,

 ele emite sua radiao e acabar por provocar srias mutaes cancergenas nos

 tecidos formadores de sangue encontrados na medula ssea .

 Principais elementos radioativos

 IODO 131

 PLUTNIO 239

 ESTRNCIO 90

 URNIO

 COBALTO

 CLCIO

 Energia Nuclear

 Nos anos 50 , este tipo de energia se apresentava como a soluo energtica

 ideal para a humanidade .
 Porm , depois de vrios acidentes , entre os quais o da

 usina Chernobyl ( Ucrnia ) na dcada de 80 , passou a ser muito questionada a sua

 utilizao .
 Os riscos de exploso e contaminao so grandes , o que torna

 temerria sua utilizao.Vrios pases , como os EUA , a Inglaterra , o Japo , a

 Rssia e outros , utilizaram usinas termonucleares .
 Porm , outros , como a

 Sucia , a Noruega e Alemanha , tm desativado seus programas nucleares e at

 mesmo desmontando usinas .

 O programa nuclear brasileiro , desde sua implantao , foi muito questionado ,

 por vrios motivos .

 Atualmente , o Brasil tm uma usina termonuclear em funcionamento em Angra dos

 Reis ( RJ ) .
 Desde o incio da era atmica , as centenas de experincias com

 material nuclear tm jogado quantidades enormes de resduos radioativos na

 atmosfera .
 As correntes de ar , por sua vez , se encarregam de distribuir este

 material para todas as regies da Terra .
 Com o tempo , a suspenso  trazida

 para o solo e para os oceanos , onde ser absorvida e incorporada pelos seres

 vivos .

 Chuva cida

 Os cientistas descobriram que a poluio do ar causada pela combusto de

 combustveis fosseis  a maior causa da chuva cida .
 Os componente principais

 da poluio do ar que provocam a chuva cida so o dixido de enxofre ( SO2 ) e

 os xidos ntricos .

 A chuva cida forma-se normalmente a elevadas altitudes nas nuvens , onde o

 dixido de enxofre e os xidos ntricos reagem com a gua , oxignio e

 oxidantes .
 Esta mistura forma uma soluo de cido ntrico e sulfrico .
 A luz

 solar aumenta a frequncia destas reaces .
 A gua da chuva , a neve , o nevoeiro

 e outras formas de precipitao , contm as solues de cido ntrico e

 sulfrico que caem na terra sob a forma de chuva cida .

 Os estragos ambientais causados pelas chuvas cidas podem ser encontrados na

 Europa e na Amrica do Norte .
 Nveis elevados de chuva cida foram tambm

 encontrados noutros locais do mundo tais como por cima da floresta tropical

 hmida da frica .

 Destri plantas e animais nos lagos , florestas e sementeiras , a vida marinha

 nas guas costeiras , provoca a eroso de superfcies e contamina a gua

 potvel .

 As pesquisas mostraram que parte dos estragos resultam dos dixidos de enxofre

 da combusto do leo e do carvo e do xido ntrico produzido pelos motores de

 automveis intensificam os problemas causados pela chuva cida .

 Porm , a chuva cida no  a causa de toda a acidez que cai na terra .

 Cerca de metade da acidez na atmosfera cai para a terra sob a forma de gases e

 partculas secas .
 O vento transporta estas partculas cidas e gases para os

 edifcios , carros , lares e rvores .

 Esses gases e partculas so por vezes lavados das rvores e outras superfcies

 pelas tempestades .
 Quando isto acontece , a gua proveniente da chuva junta

 esses cidos  chuva cida tornando a combinao ainda mais cida

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