

 [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ]

 [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ]

 [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ]

 [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ]

 [ LINK ] [ INLINE ] [ INLINE ]

 [ INLINE ]

 [ INLINE ] [ INLINE ] [ INLINE ]

 Instituto Cultural SNA Faculdade de Cincias Agro-Ambientais

 Universidade Castelo Branco [ INLINE ]

 [ INLINE ]

 [ INLINE ] [ INLINE ]

 [ INLINE ]

 [ INLINE ]

 [ INLINE ]

 Clique no ttulo para ler a notcia na ntegra :

 [ INLINE ] Setor de automao em cdigo de barras visa crescer 25 % com

 implantao ...
 [ INLINE ] Agricultores familiares de Gois recebem assistncia da

 Embrapa para ...

 [ INLINE ] Outlook Forum sinaliza posio de liderana do Brasil no mercado

 agrcola ...

 [ INLINE ] Diagnsticos equivocados e solues demaggicas esto " paralisando "

 as ...

 [ INLINE ] Soja desenvolvida em Roraima ganha espao

 [ INLINE ] Intercmbio / Estgio Agrcola no Exterior

 [ INLINE ] Produtores brasileiros so foco da Intervitis Interfructa 2004 na

 Alemanha

 [ INLINE ] Governo sinaliza soluo para o cultivo da soja geneticamente

 modificada ...

 [ INLINE ] Cubanos em parceria com Embrapa para vacina de controle do carrapato

 [ INLINE ] Cajucultura - Zoneamento pedoclimtico do Maranho em CD-Rom

 [ INLINE ] Colmbia quer tecnologias da Embrapa Pecuria Sudeste

 [ INLINE ] Aditivo orgnico aumenta peso das carnes nobres dos bovinos

 [ INLINE ] Tortuga ter transmisso on line do XV Congresso Reproduo

 Animal

 [ INLINE ] Nota oficial do Ministrio da Agricultura - O Campo Produz

 Paz

 [ INLINE ] Produo de mudas por estacas melhora produo de caf

 [ INLINE ] Embrapa capacita veterinrios para credenciamento junto ao ...

 [ INLINE ] Embrapa e Fundao Bahia lanam nova cultivar de soja ...

 [ INLINE ] Quarentena para abate de bovinos pode pegar pecuaristas ...

 [ INLINE ] Normas para rotulagem de produtos orgnicos brasileiros

 Setor de automao em cdigo de barras visa crescer 25 % com

 implantao do Sistema de Produo Integrada de Frutas [ LINK ]

 O setor de automao e cdigo de barras no Brasil est ansioso pela

 implantao definitiva do PIF ( Sistema de Produo Integrada de

 Frutas ) .
 A inovao dever impulsionar a venda de equipamentos de

 leitura e impresso de etiquetas , alm do software que controla os

 dados gerados e demais insumos , em cerca de 25 % ainda esse ano .
 A

 estimativa  do especialista da rea , o engenheiro Fbio Grossmann ,

 diretor da Facislito , empresa fabricante e distribuidora de produtos

 para o setor .
 Grossmann  um dos pioneiros da tecnologia no pas e

 autor do livro " Cdigo de Barras - da Teoria  Prtica " , editado pela

 Nobel .

 A nova certificao , que  exigida desde 2003 pelos Estados Unidos e

 por vrios pases da Europa para a comercializao de frutas como

 ma , uva e pssego , acarreta um ganho de qualidade para toda a

 sociedade quanto  inocuidade alimentar e rastreabilidade das frutas

 temperadas .
 A partir de 2005 o mesmo ser exigido para todas as

 espcies de frutas e , por esse motivo , o governo brasileiro est

 propondo o Sistema de Produo Integrada de Frutas - PIF .

 O Ministrio da Agricultura , Pecuria e Abastecimento ( MAPA ) prope o

 PIF , atravs das Instrues Normativas do INMETRO , de 31 de julho de

 2002 .
 A proposta tem como diretrizes , a sustentabilidade ambiental ,

 sade humana , fatores sociais , viabilidade econmica , avaliao da

 conformidade e rastreabilidade. Trata-se , no entanto , de um sistema de

 adeso voluntria de produtores e empacotadores , os packing house .

 Para que o produtor ou empacotador identifique exclusivamente seus

 produtos com as informaes de rastreabilidade , ele deve utilizar as

 numeraes do sistema EAN.UCC - que j esto disponveis - como 

 utilizado nos demais produtos do varejo ( s que os nmeros sero

 colocados nas caixas e paletes ) .
 Grossmann assegura que o mercado est

 preparado para atender a demanda por equipamentos .
 " Os produtores

 podero contar com o que h de mais moderno em matria de equipamentos

 de impresso e leitura , alm de etiquetas e fitas de termo

 transferncia ( ribbons ) " , ressalta .

 Atualmente , o pssego produzido no sul do pas j  rastreado , desde a

 plantao at o consumo , e a ma est caminhando para isso tambm .
 As

 demais frutas ainda no utilizam o sistema de rastreamento , salvo

 algumas excees isoladas de alguns produtores .

 Fonte : Contato Comunicao - Tels. ( 11 ) 4195-0400/6403 -

 Cludio Ferreira - claudio@contato.ppg.br - 9803-6434

 Maurcio Santini - mauricio@contato.ppg.br - 9540-4871

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Agricultores familiares de Gois recebem assistncia da Embrapa para

 cultivo de algodo [ LINK ]

 A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuria ( Embrapa ) , vinculada ao

 Ministrio da Agricultura , Pecuria e Abastecimento , manter , at o

 dia 13 de maro , um tcnico especializado em tempo integral para o

 rientar agricultores familiares do estado de Gois no manejo da

 cultura do algodo .
 O engenheiro agrnomo Srgio Ricardo de Paula

 Pereira , da Embrapa Algodo ( Campina Grande-PB ) , j est na regio a

 companhando os agricultores de 12 municpios , entre os quais

 Araguapaz , Mundo Novo , So Miguel do Araguaia , Amaralina , Orizona e

 Piracanjuba .

 A Embrapa implantou no ano passado 12 Unidades de Transferncia e

 Demonstrao ( UTD's ) que serviro de base no trabalho de

 assessoramento a agricultores que atuam nas reas que compe o projeto

 " Algodo na Agricultura Familiar de Gois " .
 O projeto  fruto do

 convnio que a Embrapa

 Algodo firmou em 2003 envolvendo a Federao dos Trabalhadores na

 Agricultura no Estado de Gois ( Fetaeg ) , o Fundo de Incentivo 

 Cultura do Algodo ( Fialgo ) a Agncia Rural e o Sebrae / GO .

 " Dessa vez vamos repassar orientaes sobre controle de pragas ,

 reguladores de crescimento e manejo da cotonicultura " , detalha Srgio

 Ricardo .
 Em cada um dos municpios foram instalados

 experimentos , a maioria em reas de assentamento .
 " A idia  capacitar

 os agricultores familiares e assentados rurais , para que possam

 competir no mercado " , afirma Elias Borges , diretor da FETAEG .

 " Com a adoo de novas tcnicas , os agricultores familiares de Gois

 podem ampliar significativamente a produtividade da cultura ,

 principalmente nas condies do cerrado goiano " , avalia Jos Mrio

 Cavalcanti , responsvel pelo setor de transferncia de tecnologia da

 Embrapa na Paraba .

 Fonte : Jornalista Dalmo Oliveira da Silva - Embrapa Algodo - Fone :

 ( 83 ) 315.4362/9312.3066

 Fax : ( 83 ) 315.4367 - oparaiba@hotmail.com

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Outlook Forum sinaliza posio de liderana do Brasil no mercado

 agrcola mundial em 2004 [ LINK ]

 Braslia ( 04.03.04 ) - O cenrio mundial  favorvel para o Brasil

 crescer ainda mais na condio de grande exportador de commodities

 agrcolas , avaliam tcnicos da Confederao da Agricultura e Pecuria

 do Brasil ( CNA ) que participaram do Agricultural Outlook Forum 2004 ,

 nos Estados Unidos .
 " H perspectiva de crescimento da economia mundial

 no ano comercial 2004/2005 acima de 3 % , o que fortalece a demanda por

 produtos agropecurios , favorecendo o Brasil " , diz o chefe do

 Departamento Econmico ( Decon ) da CNA , Getlio Pernambuco .
 A economia

 dos Estados Unidos deve crescer entre 4,5 % e 5 % este ano ; a da Unio

 Europia , em cerca de 2 % e a da China , em mais de 9 % .
 Essa expanso

 econmica certamente vai elevar a demanda por alimentos , diz

 Pernambuco .

 O Agricultural Outlook Forum  um evento anual , representando o

 principal espao para avaliao de conjuntura e pespectivas para o

 setor agropecurio mundial .
 Este ano , nos dias 19 e 20 de fevereiro ,

 com a presena de 1,4 mil tcnicos dos setores pblico e privado de 80

 pases , a principal linha de discusso no frum foi a oferta de

 alimentos saudveis .
 Essa nova demanda significa boas oportunidades

 para o Brasil , explica o chefe do Departamento de Comrcio Exterior

 ( Decex ) da CNA , Antonio Donizeti Beraldo , citando como exemplo a

 qualidade da carne bovina nacional frente  de outros competidores .

 Nos Estados Unidos , grandes produtores e consumidores , esto

 enfrentando restries s exportaes de carne bovina desde que

 registraram caso de Encefalopatia Espongiforme Bovina ( EEB ) , no ano

 passado .

 " O cenrio  positivo para o setor de carnes " , diz Paulo Mustefaga ,

 assessor tcnico do Decon , responsvel pela rea de pecuria de corte .

 Conforme o tcnico , o surgimento de caso de EEB - a doena da vaca

 louca - nos Estados Unidos em dezembro passado provocou alteraes no

 mercado mundial de carne bovina .
 Desde ento , fornecedores

 norte-americanos tm enfrentando restries dos principais

 importadores , que so Coria do Sul , Japo e Mxico .
 Em 2003 , os

 Estados Unidos exportaram 1,15 milho de toneladas de carne bovina ,

 volume que deve cair para 100 mil toneladas em 2004 .
 Apesar de o

 Brasil no ter acordo sanitrio para exportar carne bovina para os

 principais clientes norte-americanos , dever ocorrer uma mudana no

 fluxo internacional de fornecimento do produto , o que representa

 oportunidades de negcios para o Brasil .
 As mesmas perspectivas se

 abrem para as exportaes de aves brasileiras , depois que a gripe

 aviria atingiu criaes da sia e da Amrica do Norte .

 A mdio prazo , porm , h uma preocupao quanto  possibilidade de

 crescimento de exportaes do setor .
 Beraldo explica que o Brasil foi

 o nico grande fornecedor mundial de commodities agropecurias que

 ratificou o protocolo de biossegurana .
 Isso significa que o Brasil

 assumiu a obrigao de implementar novas regras de certificao e

 rastreabilidade sobre os produtos exportados a partir de setembro de

 2005 .
 Outros grandes exportadores , como Argentina , Canad e Estados

 Unidos no aderiram ao protocolo .
 Beraldo ressalta que o Brasil

 precisa estar atento  regulamentao das regras referentes ao

 protocolo , para evitar que sejam criadas exigncias excessivas ,

 capazes de comprometer a expanso das exportaes agropecurias

 brasileiras .
 " O certo , porm ,  que o Brasil , que j foi destaque em

 2003 , em funo de sua crescente posio como competidor no mercado

 internacional , foi novamente colocado como lder para 2004 " , diz

 Beraldo .

 Fonte : Departamento de Comunicao da CNA - ( 61 ) 424-1419 -

 mailto : www.cna.org.br

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Diagnsticos equivocados e solues demaggicas esto " paralisando " as

 iniciativas dos agricultores [ LINK ]

  profundamente lamentvel que na Amrica Latina tenhamos perdido mais

 de 50 anos elaborando diagnsticos equivocados sobre a problemtica

 rural e dizendo aos agricultores que os seguintes fatores exgenos

 foram ou continuam sendo as principais causas dos seus problemas :

 - - - o colonialismo e o imperialismo

 - - - as polticas de ajuste " impostas " pelo FMI e pelo Banco Mundial

 - - - o neoliberalismo , a globalizao e a OMC

 - - - a falta de polticas , de garantias de comercializao , de crditos

 abundantes e baratos , de refinanciamento e perdo das dvidas

 - - - a falta de subsdios internos e de medidas de proteo contra a

 importao de produtos agrcolas

 - - - o valor do dlar e o preo dos pedgios

 - - - os subsdios e medidas protecionistas que os pases ricos concedem

 aos seus agricultores .

 Essas afirmaes contm algumas verdades e so muito teis em termos

 eleitorais .
 No entanto :

 a .
 Ser que as causas eliminveis dos problemas dos agricultores e as

 solues viveis de serem concretizadas so realmente as acima

 mencionadas ?
 Ou ser que os " inimigos externos " so uma excelente

 justificativa e escusa para ocultar a nossa incapacidade de

 eliminarmos , ns mesmos , os nossos " inimigos internos " , utilizando as

 ferramentas da tecnologia , da administrao e organizao rural e do

 profissionalismo ?

 b.Quando os agricultores elegem os seus lderes rurais e as

 autoridades do pas , ser que o fazem para que eles continuem , ad

 infinitum , identificando supostos culpveis e propondo solues

 utpicas ?
 Ou o fazem para que eles adotem medidas realistas que possam

 ser levadas  prtica , mesmo que no seja possvel eliminar aqueles

 fatores externos ?

 c .
 Quando os agricultores , atravs dos seus impostos , pagam os

 salrios dos funcionrios das instituies de apoio  agricultura ,

 ser que o fazem para que tais instituies continuem elaborando

 diagnsticos sobre as causas remotas , no tempo e no espao , do " por

 que " somos subdesenvolvidos ?
 Ou o fazem na expectativa de que essas

 instituies se tornem muito mais eficazes na correo das

 ineficincias do negcio agrcola ?

 d .
 No ser que antes de atribuir a culpa a terceiros , deveramos "

 fazer os deveres de casa " , como , por exemplo , corrigir as distores

 descritas a seguir , pois estas sim podem ser evitadas ou eliminadas ,

 independente do que acontea ou deixe de acontecer com aqueles

 " inimigos externos " ?

 1.Em cada hectare de terra os agricultores latino-americanos produzem

 em mdia : 3189 kgs de arroz ; 712 kgs de feijo ; 3288 kgs de milho ;

 13.561 kgs de batata inglesa ; 2090 kgs de trigo .
 No busquemos " bodes

 expiatrios " ; estes baixssimos rendimentos so conseqncia de erros

 primrios , facilmente corrigveis , como , por exemplo : utilizar

 sementes geneticamente erodidas ou contaminadas com patgenos , no

 fazer teste de germinao , no inocular as sementes das leguminosas ,

 no regular adequadamente a plantadeira , no fazer anlise de solo ,

 no adotar a rotao e a diversificao de culturas , no eliminar as

 ervas daninhas antes que elas prejudiquem as culturas , no evitar

 perdas antes e durante a colheita , etc .
 Na pecuria , os produtores

 obtm , em mdia , menos de 1200 litros de leite por vaca / ano ; a

 primeira prenhez ocorre aos 33 meses de vida , podendo ocorrer antes

 dos 19 meses ; o intervalo entre partos  de 22 meses , podendo ser de

 13 meses ; a taxa de desfrute  de 19 % , o rendimento  de apenas 60

 quilos de carne por hectare / ano e os novilhos atingem o peso de abate

 aos 50 meses de idade , podendo faz-lo antes dos 25 .
 Similar ao caso

 da agricultura , esses indicadores zootcnicos so o reflexo da

 no-adoo de prticas tambm elementares , como , por exemplo : falta de

 cuidados no parto , inclusive proteo contra as intempries ,

 no-desinfeco do umbigo , no administrao do colostro nas primeiras

 horas de vida , no-adoo de medidas de preveno contra enfermidades

 e parasitos , falta de higiene nas instalaes e na ordenha , perdas de

 cios , falta de registros produtivos e reprodutivos , e , muito

 especialmente , porque os animais geralmente esto sub ou mal

 alimentados , durante longos perodos do ano ; a inadequada ou

 insuficiente alimentao  , de longe , a causa mais importante do

 modesto desempenho da nossa pecuria .
 Ao contrrio do que se costuma

 afirmar , esses erros no se devem aos supostos fatores exgenos

 mencionados no incio deste artigo ; eles se devem ao fato concreto de

 que a maioria dos produtores - no por culpa deles , evidentemente - no

 possui os conhecimentos elementares , to necessrios para evit-los ou

 corrigi-los .

 2 .
 Muitos agricultores ainda adotam a mono ou bicultura e ,

 conseqentemente , obtm receitas apenas uma ou duas vezes ao ano .
 

 por esta razo , e no por falta de decises polticas , que se tornam

 to dependentes do crdito rural ; se diversificassem a produo e a

 integrassem com a produo pecuria tambm diversificada , poderiam

 produzir alimentos " balanceados " para a famlia e para os animais ,

 alm de ingressos em dinheiro , durante os 365 dias do ano .
 Com esta

 medida , to elementar , porm altamente eficaz , tornar-se-iam menos

 dependentes do crdito rural e menos vulnerveis a outros fatores

 externos ( clima , mercado , pragas , etc. ) .
 Solues pragmticas ,

 similares  diversificao produtiva , deveriam ser enfatizadas nas

 escolas agrotcnicas e faculdades de cincias agrrias , em vez de

 esperar que os economistas do Banco Central ou os parlamentares do

 Congresso Nacional resolvam os problemas econmicos dos agricultores .

  prefervel eliminar esta causa da excessiva dependncia do crdito

 do que aliviar os seus sintomas ou conseqncias , utilizando

 artificialismos compensadores da falta de diversificao .

 3 .
 Paradoxalmente , enquanto se queixam da insuficincia de recursos ,

 muitos agricultores superdimensionam e mantm na ociosidade elevados

 investimentos em terra , maquinria e instalaes que produzem com

 baixos rendimentos e permanecem sub-utilizadas durante uma grande

 parte do ano.Se os produtores formassem grupos para executar e

 utilizar em conjunto alguns investimentos ( aqueles que so de alto

 custo e que so utilizados com baixa freqncia ) , poderiam reduzir

 esta distoro que incrementa , desnecessariamente , os seus custos

 fixos .
 Com os recursos obtidos graas a tal " enxugamento " , poderiam

 adquirir os insumos que necessitam ( mas que deixam de comprar porque

 no dispem de dinheiro ) para aumentar os rendimentos e reduzir os

 custos por quilo produzido .
 Idntico problema ocorre com os animais ;

 os pecuaristas geralmente possuem uma excessiva quantidade de animais

 mal alimentados , em vez de t-los em menor nmero porm bem

 alimentados e , conseqentemente , mais produtivos .
 Estas

 sub-utilizaes no ocorrem por falta de decises polticas nem por

 culpa do colonialismo ou do neoliberalismo , mas sim porque os

 agricultores no foram formados nem capacitados para praticar o

 associativismo , intensificar a produo e melhorar a administrao das

 suas propriedades ; outra vez , a causa do problema e a sua soluo no

 esto no Ministrio da Fazenda , mas sim no sistema de educao rural ,

 formal e no formal .

 4 .
 Os produtores rurais mais pobres so os que produzem espcies de

 baixa densidade econmica que , coincidentemente , so consumidas pelas

 famlias mais pobres , como , por exemplo : batata inglesa , mandioca ,

 batata doce , abbora , chuchu , milho , arroz , feijo .
 Produzindo estas

 espcies consumidas pelos pobres , mesmo que os agricultores fossem

 eficientes e obtivessem altos rendimentos por hectare , teriam ganhos

 muito limitados , pois essas culturas , para proporcionarem uma melhor

 renda , necessitam de uma grande escala de produo , vantagem que os

 pequenos no possuem .
 Conseqentemente ,  necessrio capacit-los para

 que produzam alimentos diferenciados , mais sofisticados e de maior

 densidade econmica , como , por exemplo : produtos orgnicos ou

 hidropnicos , hortalias cultivadas sob plstico para vend-las fora

 de estao , frutas , flores e plantas ornamentais , cogumelos , aspargos

 e outras hortalias mais nobres , mudas de hortalias e de fruteiras ,

 animais menores , mel , peixes , frangos e ovos " caipiras " , condimentos ,

 plantas medicinais , etc. ; e , oxal , vend-los com algum valor

 agregado .
 Com tal reconverso produtiva , deixariam de vender muito

 ganhando pouco e passariam a vender pouco ganhando muito .
 A correo

 desta ineficincia dever ser ensinada pelos agrnomos e zootecnistas

 diretamente nas propriedades rurais , ao invs de continuar pedindo que

 os economistas do Banco Mundial e do FMI a resolvam l em Washington .

 5 e 6 .
 Tanto na aquisio dos insumos como na venda dos seus

 excedentes , os agricultores atuam individualmente .
  devido a esta

 falta de esprito e exerccio associativo , e no tanto por culpa da

 globalizao ou do FMI , que eles adotam procedimentos totalmente

 contrrios aos seus interesses , como , por exemplo : na compra dos

 insumos os adquirem no varejo , com alto valor agregado , do ltimo elo

 da cadeia de intermediao ; entretanto , na comercializao dos seus

 excedentes , do um giro de 180 graus e fazem exatamente o contrrio ,

 pois os vendem no atacado , sem nenhum valor agregado , ao primeiro elo

 da cadeia de intermediao.O esprito de cooperao e solidariedade e

 a prtica do associativismo - necessrios para que os prprios

 agricultores possam reverter essa dupla distoro -  necessrio

 ensinar s crianas nas escolas fundamentais rurais ; em vez de

 continuar culpando a OMC ou aos pases ricos que subsidiam e protegem

 os seus agricultores .
 Sejamos objetivos e realistas , os elevados

 preos que os agricultores pagam na compra dos insumos e os baixos

 preos que obtm na venda das suas colheitas se devem , em grande

 parte ,  excessiva intermediao ; e esta , por sua vez , se deve ao fato

 de que os nossos agricultores no foram formados nem capacitados para

 assumir uma maior fatia da etapa rica do agronegcio .
 Em vez de

 mendigar que os supermercados , as agroindstrias e os intermedirios

 paguem preos mais justos pelas suas colheitas , os agricultores

 deveriam exigir que o sistema educativo rural ensine , a eles e aos

 seus filhos , como poderiam organizar-se para diminuir a excessiva

 intermediao na venda dos seus produtos .

 Esses seis so os principais problemas , solucionveis pelos prprios

 agricultores , que com maior freqncia afetam a grande maioria deles ;

 essas so as principais causas eliminveis que provocam esses

 problemas e essas so as solues possveis de ser adotadas .
  fcil

 constatar e concluir que os problemas , as causas e as solues esto

 principalmente nas propriedades e nas comunidades rurais , nos trs

 nveis da educao agrcola formal e nos servios de extenso rural .

 No vale a pena perder demasiado tempo buscando-os em Bruxelas ,

 Genebra , Washington ou Tquio .
 Se o sistema educativo proporcionasse

 s famlias rurais , to somente , as competncias ( conhecimentos ,

 habilidades e atitudes ) de que necessitam para corrigir apenas estas

 seis ineficincias , elas mesmas o fariam , reduziriam os custos por

 quilo produzido , melhorariam a qualidade e incorporariam valor s

 colheitas , incrementariam os preos de venda dos seus excedentes , se

 auto-abasteceriam de alimentos , para a famlia e para los animais , e

 obteriam receitas durante os 365 dias do ano .
 Se fizessem to somente

 isto , teriam maior rentabilidade , seriam mais competitivos ; e , alm do

 mais , se tornariam muito menos dependentes da ajuda dos seus governos

 e muito menos vulnerveis aos fatores externos que eles no podem

 controlar ( clima , mercado , falta de crdito , subsdios e protecionismo

 dos pases ricos , etc ) .
 Enfim , seus principais problemas estariam

 resolvidos , por eles mesmos , independente do que decidam ou deixem de

 decidir os seus prprios governos , os governos dos pases ricos , os

 organismos internacionais , etc .
 Se  assim , por que no faz-lo ?
 Por

 que continuar " paralisando " as iniciativas dos agricultores em vez de

 estimular o seu protagonismo ?

 Na Pgina web : http : // www.polanlacki.com.br esto includos os

 seguintes textos que descrevem " como os prprios agricultores poderiam

 solucionar os seus problemas , com menos polticas , menos crditos e

 subsdios e , enfim , com menos Estado : 1 .
 Desenvolvimento agropecurio :

 da dependncia ao protagonismo do agricultor ; e 2 .
 La modernizacin de

 la agricultura : los pequeos tambin pueden ( este ltimo disponvel

 apenas em espanhol ) .
 Na referida pgina tambm esto includos os

 documentos que sugerem as modificaes que o sistema de educao rural

 poderia adotar para enfrentar , com as armas do conhecimento e da

 eficincia , os " inimigos externos " acima mencionados .
 Crticas ao

 artigo sero bem-vindas atravs do E-Mail Polan.Lacki@uol.com.br

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Soja desenvolvida em Roraima ganha espao [ LINK ]

 Cultivares de soja desenvolvidas e selecionadas pela Embrapa Roraima

 em parceria com a Embrapa Soja , que tem sede em Londrina , no Paran ,

 esto sendo cultivadas com sucesso nos estados do Par , Piau ,

 Maranho , Bahia e Tocantins .
 A informao  do pesquisador Vicente

 Gianluppi , um dos pioneiros no trabalho de melhoramento gentico e

 seleo de cultivares de soja na regio norte .

 No centro do avano da soja roraimense esto as cultivares Boa Vista ,

 Gara Branca , Conquista e Tracaj .
 Segundo Vicente Gianluppi , no

 estado do Tocantins , por exemplo , elas vm fazendo a alegria dos

 produtores .
 A Tracaj , num ciclo de maturao de 108 dias , vem tendo

 uma produtividade mdia de 3,7 toneladas por hectare .
 A Boa Vista ,

 cujo nome  uma homenagem a capital de Roraima ,  ainda mais

 produtiva : com um ciclo de maturao de 106 , ela alcana 3,8 toneladas

 por hectare .

 As cultivares Gara Branca e Conquista tm uma produtividade um pouco

 menor , porm , com um ciclo de maturao mais curto .
 A Gara Branca

 consegue 3,4 toneladas por hectare , num ciclo de 102 dias , enquanto

 que a Conquista alcana 3,1 toneladas por hectare , com um ciclo de 97

 dias .

 Mas o sucesso da soja desenvolvida e selecionada em Roraima no pra

 por a .
 Outras cultivares , como a Sambaba e a Mirador , vm

 conseguindo cada vez mais espao nas fazendas de estados como Piau ,

 Maranho , Bahia e Par .

 A performance dessas cultivares  considerada boa .
 A Sambaba , com um

 ciclo de maturao de 102 dias , vem tendo uma produtividade mdia de 3

 toneladas por hectare .
 J Mirador , com um ciclo de 98 dias , tem um

 melhor desempenho : 3,2 toneladas por hectare .
 As pesquisas com soja no

 estado de Roraima brotaram a partir de 1981 , com a dupla de irmos

 Daniel e Vicente Gianluppi .
 Em 1982 , foi recomendada a primeira

 cultivar , de nome Tropical .
 Ao longo desses 22 anos de pesquisas , a

 Embrapa Roraima j conseguiu um portflio de 15 cultivares de soja .

 A Unidade j desenvolveu tambm um sistema completo de produo de

 soja para os cerrados do estado de Roraima , alm de tecnologias para

 correo de solo , adubao e produo de sementes .
 Mais informaes

 com o pesquisador Vicente Gianluppi , pelo telefone ( 95 ) 626-7125 ,

 ramal 224 ; ou atravs do e-mail vicente@cpafrr.embrapa.br .

 Fonte : Pauta Macuxi - Newsletter da Embrapa Roraima

 Fernando Sinimbu - Jornalista responsvel

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Intercmbio / Estgio Agrcola no Exterior [ LINK ]

 O CAEP - Programa de Intercmbio ( Estgio Agrcola Remunerado ) no

 Exterior , tem o objetivo de divulgar e estimular o interesse ,

 contribuindo para o crescimento cultural e profissional dos jovens

 ligados ao agronegcio brasileiro , oferecendo a eles a oportunidade de

 vivncia internacional , seja estudante ou agricultor .

 O programa oferece a todos os interessados a oportunidade de morar em

 uma fazenda no Exterior e de desenvolver todas as atividades rurais na

 propriedade , de acordo com os interesses de aperfeioamento de cada

 estagirio .

 O objetivo do CAEP BRASIL , alm de proporcionar vivncia

 internacional ,  tambm estimular o interesse individual para novas

 realizaes e estar ciente da necessidade interao no mundo

 globalizado , onde as fronteiras so as do prprio conhecimento .

 Enfatizamos que " todo " jovem tem condies de participar !
 Mesmo aos

 que no acham isso  possvel , se elaborarem um planejamento

 financeiro no mdio ou no longo prazo , e iniciarem um curso de ingls ,

 ou seja , caso se preparem para participar deste intercmbio .

 Fonte : Juliano Bertoncini - Dep .
 Comunicao CAEP BRASIL -

 Cummunicating for Agriculture - Fone / Fax : ( 43 ) 3323-4815 -

 http : // www.caep.com.br / - E-Mail : comunicacao@caep.com.br

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Produtores brasileiros so foco da Intervitis Interfructa 2004 na

 Alemanha [ LINK ]

 Organizao espera um pblico de 50 mil visitantes durante o principal

 evento do mercado de sucos , frutas e vinho .

 Vinicultura e enologia. Cultivo e processamento de frutas .
 Tcnicas de

 envasamento e embalagens .
 Esses so os temas centrais da principal

 feira do setor , a Intervitis Interfructa que acontece de 11 a 15 de

 maio de 2004 , em Stuttgart , na Alemanha .
 O evento , que no Brasil 

 representado pelo Departamento de Feiras da Cmara de Comrcio e

 Indstria Brasil-Alemanha , contar com mais de 600 expositores .

 O aprofundamento em temas setorizados faz do evento um dos mais

 esperados por cerca de 50 mil visitantes vindos , principalmente , de

 pases europeus .
 A partir de sua prxima edio , em 2004 , a Intervitis

 Interfructa espera atrair um contingente maior de produtores da

 Amrica Latina , que concentra um potencial enorme de negcios .

 " Nesse contexto , o Brasil  um importante produtor de frutas tropicais

 e laranjas , sendo que o vinho ganha cada vez mais importncia .

 Recentemente , o pas tem investido na ampliao de suas exportaes ,

 conquistando novos mercados .
 Dessa forma , a Intervitis Interfructa  o

 palco ideal para conhecer e adotar as tecnologias e o know-how

 necessrios para alcanar este objetivo .
 Os expositores internacionais

 tambm estaro interessados em conhecer os produtores e exportadores

 brasileiros " , comenta Thomas Brandl , diretor de Imprensa e Comunicao

 da Messe Stuttgart , responsvel pelo evento .

 Como parte do desenvolvimento das relaes bilaterais entre Brasil e

 Alemanha , a feira tambm representa uma oportunidade para

 desmistificar conceitos pr-estabelecidos sobre a produo alem .

 " Alm de incentivar a participao dos produtores brasileiros e

 estimular as relaes comerciais dos pases , a Intervitis Interfructa

 apresenta a qualidade e o diferencial da produo vincola alem que ,

 durante muito tempo , foi fortemente associada ao vinho da garrafa

 azul .
 Nesse evento ,  possvel perceber os diferentes tipos e o

 consumo correto de cada produto " , explica Dinah Worisch Mazzo ,

 representante do Departamento de Feiras da Cmara de Comrcio e

 Indstria Brasil-Alemanha .

 A Cmara de Comrcio e Indstria Brasil-Alemanha tambm iniciou

 contatos com entidades importantes no mercado brasileiro como ABRAB

 ( Associao Brasileira de Bebidas ) , IBRAF ( Instituto Brasileiro de

 Frutas ) e ABIA ( Associao Brasileira de Alimentos ) .
 " O objetivo 

 unir esforos para que pequenos produtores tenham a oportunidade de

 participar de uma das principais feiras internacionais do setor " ,

 declara Dinah Worisch Mazzo .

 Os produtos e servios da Intervitis Interfructa 2004 sero divididos

 em cinco sees : tcnicas de cultivo ; semeadura e processamento ;

 enologia ; envasamento , arrolhamento , cobertura , selamento e

 empacotamento ; vendas e marketing .
 Alguns assuntos sero destaque pela

 primeira vez como cultivo ecolgico , inovaes na tecnologia para

 vinho a arte da destilao de uvas e frutas .
 Em razo do profundo

 conhecimento no campo da vinicultura , a Intervitis Interfructa dar

 prioridade aos tpicos de cultivo de fruta e sucos em 2004 .
 Entidades

 como German Winegrower's Association ( DWV ) , Association of the German

 Fruit Juice Industry ( VDF ) , International Fruit Juice Union ( IFU ) e

 International Federation of the Wine and Spirits Industry ( FIVS )

 desempenharo papis importantes durante o evento .

 Com a perspectiva de crescimento da feira , a organizao anunciou um

 plano de expanso do Centro de Exibies , localizado nas adjacncias

 do aeroporto de Stuttgart , que ser efetivado em 2006 .

 Para as empresa interessadas em obter mais informaes ou participar

 da Intervitis Interfructa 2004 , basta entrar em contato com :

 Fonte : Cmara de Comrcio e Indstria Brasil-Alemanha - Tel : 11

 5187-5213 - feiras@ahkbrasil.com

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 GOVERNO SINALIZA SOLUO PARA O CULTIVO DE SOJA GENETICAMENTE

 MODIFICADA NA PRXIMA SAFRA AGRCOLA [ LINK ]

 O ministro-chefe da Casa Civil , Jos Dirceu , reuniu-se hoje com

 representantes do setor agrcola gacho e com o governador do Rio

 Grande do Sul , Germano Rigotto , e acenou com a possibilidade de o

 Governo Federal estabelecer rapidamente critrios para o cultivo de

 soja geneticamente modificada na prxima safra .
 Conforme Carlos

 Sperotto , vice-presidente da Confederao da Agricultura e Pecuria do

 Brasil ( CNA ) e presidente da Federao da Agricultura do Estado do Rio

 Grande do Sul ( Farsul ) , o ministro indicou a possibilidade de que uma

 soluo para a regulao do uso de variedades geneticamente

 modificadas seja implantada por meio de Medida Provisria ,

 estabelecendo a possibilidade de adoo de critrios regionais para o

 cultivo , colheita e comercializao de soja transgnica .
 Em

 contrapartida , Jos Dirceu solicitou que o setor privado apresente

 propostas de criao de logstica de colheita e comercializao para a

 soja tradicional .
 A proposta ser apresentada ao presidente da

 Repblica , Luiz Incio Lula da Silva , pelo ministro Jos Dirceu .

 Conforme Sperotto , o ministro sensibilizou-se pelo fato de

 representantes de grandes , mdios e pequenos produtores , alm do

 governador do Estado estarem presentes na reunio , demonstrando

 preocupao sobre como conduzir o cultivo da prxima safra , cujo

 plantio comea nos prximos meses .
 Com a falta de definio sobre a

 possibilidade do uso de variedades geneticamente modificadas ( que

 foram cultivadas nas lavouras gachas na ltima safra ) , os

 agricultores esto enfrentando dificuldades para planejar o cultivo

 das lavouras , embora o prazo para o plantio esteja terminando .

 Estiveram tambm presentes na reunio representantes das cooperativas

 ( por meio da Fecoagro / RS ) e dos pequenos produtores ( com a Contag ) .

 Na ltima safra , o Rio Grande do Sul teve 3,5 milhes de hectares

 cultivados com soja , gerando uma produo de 9,8 milhes de hectares .

 De acordo com Sperotto , h a expectativa de que , caso autorizado o

 cultivo transgnicos , o Estado passaria a ter 90 % da produo com

 sementes geneticamente modificadas .
 Para permitir a venda da soja

 transgnica cultivada na ltima safra , o Governo editou Medida

 Provisria ( convertida na Lei 10.688 , de 13/06/2003 ) .
 A regra garantiu

 a comercializao da soja j colhida , mas deixou indefinida a situao

 sobre o plantio da nova safra .

 Fonte : Departamento de Comunicao da CNA - Fone ( 61 ) 424-1419 -

 http : // www.cna.org.br /

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Cubanos em parceria com Embrapa para vacina de controle do carrapato

 [ LINK ]

 Buscando viabilizar uma parceria com a Embrapa Gado de Corte ,

 estiveram , hoje ( 31 de julho ) , na Unidade , o vice-presidente do Centro

 de Engenharia Gentica e Biotecnologia de Havana ( Cuba ) e responsvel

 pelo Programa Biotecnolgico Agropecurio de Cuba , o pesquisador

 Carlos Borroto , e o secretrio do Polo Cientfico da Embaixada de Cuba

 no Brasil , Eddisel Rosario Alfonso .
 A inteno  firmar uma parceria

 para desenvolver , juntamente com o pesquisador da Embrapa Renato

 Andreotti , uma vacina polivalente para o controle do carrapato .

 O carrapato ( Boophilus microplus )  um parasita de grande importncia

 econmica em bovinos .
 Os prejuzos causados esto estimados na ordem

 de 2 bilhes de dlares / ano .
 Hoje , o controle qumico vem apresentando

 problemas de seleo para resistncia .
 O Brasil ainda no possui uma

 vacina de controle do parasita .
 Existem equipes desenvolvendo

 trabalhos nessa rea .
 " Temos o interesse de firmar uma parceria com os

 cubanos e desenvolver a vacina polivalente com a combinao da BM-86

 ( cubana ) e da BMTI ( em estudo pela Embrapa ) , que j se sabe , so

 compatveis " , afirma Andreotti .

 A tecnologia agiria em diferentes fases da vida do carrapato ,

 potencializando o efeito do produto .
 A BM-86 tem efeito de proteo

 nos animais em torno de 50 % , a desenvolvida pelo pesquisador da

 Embrapa , BMTI , 72,8 % .
 " Uma vacina polivalente seria menos dependente

 ou independente do controle qumico , que deixa resduos nos alimentos ,

 causa impacto ambiental e  de alto custo " , ressalta Andreotti .

 De acordo com o pesquisador cubano , as perspectivas em relao 

 vacina so grandes .
 " Estamos entusiasmados com as possibilidades do

 produto .
 A combinao das duas vacinas trariam um efeito mais rpido ,

 mais amplo , alm de evitar que o parasita crie resistncia " , afirma

 Borroto .
 Ainda , segundo ele , a parceria das duas instituies iria

 acelerar a obteno da vacina , que deveria ser introduzida no mercado

 em , aproximadamente , quatro anos .

 Fonte : Gisele Rosso ( DRT 3091/PR ) - Embrapa Gado de Corte - Telefones :

 ( 67 ) 368-2142 e 368-2023 / girosso@cnpgc.embrapa.br

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Cajucultura - Zoneamento pedoclimtico do Maranho em CD-Rom [ LINK ]

 O estudo sobre o zoneamento pedoclimtico da cultura do cajueiro no

 Estado do Maranho acaba de ganhar a verso em CD-Rom .
 O trabalho ,

 iniciado h dois anos , considerou todos os fatores climticos e

 pedolgicos , em confronto com as necessidades da cultura .

 Particularmente , em relao ao Maranho , o resultado confirmou a

 vocao do Estado para o cultivo , com um total de 65 % de reas

 propcias em regime de sequeiro .

 O projeto foi desenvolvido pela Embrapa Agroindstria Tropical

 ( Fortaleza / CE ) , Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa

 Agropecuria , vinculada ao Ministrio da Agricultura , Pecuria e

 Abastecimento e acompanhou as sries histricas de precipitao da

 Sudene e as de temperatura do DNMET , alm do balano hdrico segundo

 Thornthwaite & Mather para elaborar o zoneamento climtico .
 Com

 relao  anlise do solo , foi utilizado o zoneamento agroecolgico

 nas 172 unidades geoambientais .
 Como resultado , as reas foram

 classificadas em quatro nveis de aptido : preferencial , regular ,

 marginal e no-indicada " .

 De acordo com a pesquisadora da Embrapa e coordenadora do projeto ,

 Maria de Jesus Nogueira Aguiar , " a edio do estudo em CD-Rom ser uma

 ferramenta importante para os produtores , que podero avaliar a

 aptido da rea para o plantio , alm de poder ser utilizada por

 instituies financiadoras na hora da aprovao de crdito para os

 produtores " .

 A instalao do CD-Rom  bastante simples e o usurio ter 

 disposio informaes referentes a rea , populao e percentuais de

 aptido por municpio , mesorregio e microrregio , alm das

 coordenadas geogrficas por municpio .
 Cerca de 500 exemplares j

 foram encaminhados para a Secretaria de Planejamento do Estado do

 Maranho , que vai disponibilizar o material para produtores ,

 universidades e demais entidades interessadas .

 A edio tambm pode ser adquirida por R$ 20,00 pelo telefone ( 85 )

 299-1817 ou pelo correio eletrnico vendas@cnpat.embrapa.br .

 O trabalho contou com o apoio financeiro do Governo do Maranho e do

 Banco do Nordeste e foi executado em parceria com a Embrapa Solos , a

 Unidade Estadual e Pesquisa de Pernambuco , a Universidade Federal da

 Paraba e a Data Agros .

 Fonte : Teresa Barroso DRT 812CE JP - Contato ( 85 ) 299-1907 -

 teresa@cnpat.embrapa.br

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Colmbia quer tecnologias da Embrapa Pecuria Sudeste [ LINK ]

 Colmbia e Brasil podem e devem aumentar o intercmbio de tecnologias

 agropecurias , pois existem semelhanas entre algumas regies da

 Colmbia e do Brasil , h escassez de recursos para pesquisa e h

 problemas comuns na pecuria das duas naes .
 Essas foram algumas das

 propostas apresentadas pelos pesquisadores colombianos Jaime Triana e

 Jorge Medrano , em recente visita  Embrapa Pecuria Sudeste , em So

 Carlos-SP .

 Eles querem adotar tecnologias , manejos e processos agropecurios

 vistos naquele centro de pesquisa , para melhorar a produo e

 produtividade da pecuria de corte e leiteira da Colmbia e reduzir a

 degradao de pastagens .
 O pesquisador Jaime Triana , da Corpoica -

 Corporacin Colombiana de Investigaciones Agricolas - ex-presidente da

 instituio - disse que o intercmbio deve ser feito como negcio e

 sem paternalismos , dentro das relaes bilaterais .
 Triana observou

 ainda que a escassez de recursos financeiros nos dois pases  mais um

 bom motivo para a unio de esforos na busca da produtividade e

 competitividades agrcolas .
 Ele se declarou favorvel  maior

 aproximao entre as duas naes e tambm entre o Mercosul e o Pacto

 Andino ( que rene Colmbia , Venezuela ,

 Equador , Peru e Bolvia ) .
 " Estamos interessados em efetivar esse

 intercmbio , pois ambos os pases

 podem se beneficiar com a troca de experincias em ecossistemas e

 sistemas de produo semelhantes " , disse o chefe geral da Embrapa

 Pecuria Sudeste , Aliomar Gabriel da Silva .
 Ele frisou ainda que a

 Embrapa mantem intercmbio com cerca de 80 pases , tanto na importao

 como na exportao de tecnologias , servios e processos e concordou

 com os pesquisadores colombianos , de que essa troca deve ser feita

 como negcio , sem assistencialismos de qualquer parte .

 O diretor da Corpoica , Jorge Medrano , explicou que a Colmbia , mesmo

 com baixos ndices de produtividade na pecuria , exporta ,

 esporadicamente , pequenos volumes de carne bovina para a Venezuela ,

 Peru , Paraguai e pases do Caribe , mas tambm importa carne dos

 Estados Unidos .
 A

 Colmbia ainda tem incidncia de aftosa , mas , segundo o tcnico ,

 dever em breve ser declarada zona livre da doena , o que 

 oficializado pela OIE-Organisation Internationale des pizooties ,

 rgo internacional com sede em Paris .
 A Colmbia quer explorar melhor

 seus " llanos " - corrrespondentes ao cerrado brasileiro - para dispor

 de maior oferta para o consumo interno e reduzir importaes .
 Quanto

 ao leite , o tcnico informou que existe importao de leite em p da

 Australia , Nova Zelndia e Unio Europia , mas o pas j exporta

 pequenos volumes para a Venezuela .

 Outra proposta dos pesquisadores venezuelanos  a traduo , para o

 castelhano , das milhares de publicaes da Embrapa , e sua distribuio

 na zona tropical da Amrica Latina .
 No sentido contrrio , o Brasil

 pode se beneficiar das tecnologias e processos avanados que a

 Colmbia dispe , principalmente em dend , caf , flores , controle

 biolgico e agricultura familiar .
 Segundo Jaime Triana , a pesquisa

 entre agricultura familiar e empresarial so semelhantes , mas as

 diferenas e maiores

 dificuldades esto na transferncia de tecnologias e extenso rural .

 Fonte : Jorge Reti - Assessor de imprensa Embrapa Pecuria Sudeste -

 Fone ( 0xx16 ) 261-5611 -

 jreti@cppse.embrapa.br

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Aditivo orgnico aumenta peso das carnes nobres dos bovinos [ LINK ]

 Fator Premium , o aditivo nutricional 100 % orgnico da Premix -

 Tcnicas em Suplementao , colabora decisivamente para a melhora da

 carcaa bovina e , especialmente , da qualidade da carne mais nobre e

 valorizada do boi : o traseiro .

 Experimento realizado pela Premix em parceria com a Universidade

 Federal de Gois - e que ser apresentado na 40 Reunio Anual da

 Sociedade Brasileira de Zootecnia , programada para 21 a 24 de julho de

 2003 , em Santa Maria ( RS ) - testou com sucesso quatro grupos genticos

 de animais divididos em dois grupos : um suplementado com Fator Premium

 e outro sem o aditivo orgnico .

 Foram utilizados 48 bovinos de corte machos , inteiros e com idade

 mdia inicial de 12 meses .
 Em todos os perodos do teste , a

 alimentao predominante foi de pastagem de Brachiaria brizantha , com

 adio de farelo de girassol e cana-de-acar em perodos

 determinados .
 Os animais foram pesados a cada 28 dias , sempre com

 jejum hdrico e slido , totalizando 15 pesagens durante o perodo

 experimental .

 Os resultados finais apontaram melhora no peso do traseiro da carcaa

 dos bovinos suplementados com o aditivo Fator Premium , registrando

 57,93 kg de traseiro enquanto os animais tratados sem o aditivo

 registraram 56,73 kg de traseiro .
 Ou seja : ganho de 2,1 % a mais de

 carne somente no peso da parte traseira dos animais .

 O rendimento nas caractersticas de dianteiro , ponta de agulha ,

 comprimento de carcaa e rendimento de carcaa tambm foram superiores

 nos animais suplementados com a molcula orgnica , informa o dr .

 Lauriston Bertelli , diretor tcnico da Premix .

 Molcula 100 % natural - Fator Premium  uma molcula 100 % orgnica

 composta por leveduras , aminocidos , cromo orgnico e polmeros de

 origem vegetal ricos em cidos graxos essenciais ( olico e linolico ) ,

 certificada pelo Instituto Brasileiro de Biodinmica ( IBD ) como

 produto orgnico .
 O aditivo , que  adicionado aos suplementos

 nutricionais da Premix , aumenta o metabolismo ruminal , melhora a

 digesto de alimentos fibrosos ( capim ) , aumenta a converso alimentar ,

 auxilia no combate a carrapatos e mosca-dos-chifres , ajuda a reduzir o

 estresse dos bovinos no manejo e melhora na fertilidade .
 " No balano

 final , esses itens so incorporados ao ganho de peso .
 Os animais

 ganham em mdia 20 % a mais de peso , se compararmos com o rendimento da

 suplementao convencional " , explica Alexandre Vilela , diretor da

 Premix .

 Informaes adicionais sobre Fator Premium podem ser obtidas pelo

 telefone ( 16 ) 3145-1411 ou e-mail : premix@francanet.com.br

 Fonte : Texto Assessoria de Comunicaes ( Tel. 11 3675-1818 ) -

 Jornalista Responsvel : Altair Albuquerque ( MTb 17.291 ) - Coordenao :

 Nadia Andrade ( nadia@textoassessoria.com.br ) - Atendimento : Vania

 Stecanella ( vania@textoassessoria.com.br )

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Tortuga ter transmisso on line do XV Congresso Reproduo Animal

 [ LINK ]

 A Tortuga , maior empresa de nutrio e sade animal do Pas , em

 parceria com o CBRA ( Colgio Brasileiro de Reproduo Animal ) , far a

 transmisso on line do que de mais importante ocorrer no XV Congresso

 Brasileiro de Reproduo Animal , que pela primeira vez acontece em

 Porto Seguro ( BA ) , entre os dias 11 e 15 de agosto .
 A realizao do

 evento ser do CBRA .

 Assim como ocorreu na Agrishow 2003 , em maio quando a Tortuga foi

 pioneira em transmitir um evento agropecurio em tempo real uma equipe

 de jornalistas , profissionais de tecnologia e especialistas de

 marketing estaro no CBRA coletando informaes sobre o evento ,

 entrevistando tcnicos e palestrantes e divulgando as principais

 novidades pela internet .
 Todo esse material ser disponibilizado em

 tempo real pelo site : www.canaltortuga.com.br , podendo ser acompanhado

 de qualquer lugar do planeta .

 A internet  um canal de divulgao extremamente rpido e eficaz .

 Vamos transmitir as informaes mais importantes do XV Colgio

 Brasileiro de Reproduo Animal diretamente de Porto Seguro .
 Quem no

 tem condies de ir at o evento saber o que estar acontecendo de

 maneira rpida , eficaz e com responsabilidade .
 Nossa experincia na

 Agrishow foi extremamente positiva e estaremos abrindo o site

 www.canaltortuga.com.br para transmisso on line dos mais importantes

 eventos em que a Tortuga estiver presente , tais como : exposies ,

 leiles , dias de campo , simpsios tcnicos etc .
 Este  mais um

 pioneirismo da Tortuga. , afirma Celso Freitas , gerente de Marketing

 da Tortuga .

 Para acompanhar a Congresso Brasileiro de Reproduo Animal pela

 internet , basta acessar : http : // www.canaltortuga.com.br / .
 O site

 entrar no ar j a partir de 04 de agosto , com a programao do

 evento .

 Fonte : Texto Assessoria de Comunicaes Tel. : ( 11 ) 3675-1818 -

 Jornalista Responsvel : Altair Albuquerque ( MTb. 17.291 ) -

 Coordenao : Paulo R. Tunin ( paulo@textoassessoria.com.br ) -

 Atendimento : Adilson Rodrigues ( adilson@textoassessoria.com.br )

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 NOTA OFICIAL DO MINISTRIO DA AGRICULTURA [ LINK ]

 " O CAMPO PRODUZ PAZ "

 A sociedade brasileira foi surpreendida com declaraes de

 representantes de movimentos sociais no campo incitando  guerra

 contra os produtores rurais .
 Trata-se de um absurdo inconcebvel , um

 equvoco brutal , e uma ameaadora agresso ao Estado de Direito e 

 Democracia .
 Defender uma soluo violenta para a questo agrria  no

 ter compromisso com o Imprio da Lei , com a Democracia e com a Paz .

 Tais declaraes esto na contramo dos extraordinrios avanos

 econmicos alcanados pelo campo nos ltimos tempos .
 A ameaa feita

 contra os empresrios rurais revela total desconhecimento sobre a

 verdadeira revoluo pacfica vivida pelo agronegcio brasileiro .

 Basta ler o relatrio divulgado pela ONU h duas semanas prevendo que

 o Brasil dever ser o maior produtor agrcola do mundo num prazo de 12

 anos .

 O agronegcio  o mais importante setor da economia nacional , responde

 por 27 % do PIB , gerando 37 % do total dos empregos no Brasil e

 garantindo o saldo da balana comercial : a extraordinria

 competitividade determinada pela impressionante modernizao do campo

 produziu um saldo comercial nos ltimos 12 meses superior a 24 bilhes

 de dlares .
  , na verdade , o setor que mais incorporou tecnologia nos

 ltimos anos : a rea plantada desde 1990 cresceu 14 % , enquanto a

 produo em toneladas aumentou 107 % .
 E tudo isto foi feito suportando

 o peso imenso de ter que garantir a estabilizao da economia e o

 combate  inflao .
 No  por outra razo que foi chamado de " ncora

 verde " no Plano Real e hoje  considerado o grande motor da economia .

 Pois  este setor , que trabalha dia e noite , rasgando a fronteira

 agrcola , enfrentando o protecionismo externo dos pases ricos ,

 abastecendo o povo brasileiro , abrindo mercados estrangeiros na base

 da eficincia e modernidade , que vem sendo ameaado por declaraes

 que no podem ter mais vez no mundo democrtico que todos almejamos .

 O campo  moderno e competitivo , mas  pacfico e solidrio .
 Sua

 guerra  contra a fome e a misria , produzindo comida , empregos e

 excedentes exportveis que reduzem nossa dependncia de dlares de

 fora e contribuem para diminuir a vulnerabilidade externa de nossa

 economia .

 O campo quer a Paz , sem o que perde a confiana em investir e

 continuar a ser a grande alavanca do desenvolvimento nacional , gerando

 poupana para a promoo de outros setores da economia .

 O campo precisa da paz , at porque qualquer guerra no ficar restrita

 a ele : terminar invadindo as cidades .

 O campo quer a reforma agrria para promover a justia social e

 compensar os excludos rurais , vtimas de erros passados , de dcadas

 de descaso para com o setor .
 Mas  absolutamente imprescindvel que

 esta reforma agrria seja feita dentro da legalidade , com o respeito 

 Constituio , ao direito de propriedade e  intocabilidade das terras

 produtivas .

 O Estado de Direito  a nica via para o Pas seguir avanando .
 A

 alternativa a ele  a barbrie .
 Esta situao no interessa 

 Democracia e muito menos ao cidado comum , que acaba sendo a grande

 vtima de uma eventual quebra do Contrato Social .

 No se pode continuar atribuindo atraso ao setor que mais se

 desenvolveu no Brasil , pelo esforo hercleo dos produtores rurais .
 O

 discurso de que o campo  atrasado  muito mais atrasado : estacionou

 no sculo passado , enquanto o setor rural avanou rumo ao terceiro

 milnio .

 Paz no campo  a verdadeira sada para o desenvolvimento equilibrado .

 Preserv-la  uma garantia para atrair investimentos externos

 produtivos .
 Reforma agrria sim , mas dentro da Lei .
 Sem violncia .

 Roberto Rodrigues

 Ministro de Estado da Agricultura , Pecuria e Abastecimento

 Fonte : Ministrio de Agricultura Nota Oficial enviada  imprensa

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Produo de mudas por estacas melhora produo de caf [ LINK ]

 A produo de mudas de caf por estaca  uma alternativa para garantir

 uma lavoura mais uniforme e produtiva .
 O mtodo j  empregado em 30 %

 das reas de cultivo de caf Conillon no Esprito Santo , o maior

 produtor desta variedade no Brasil .
 H pouco mais de dois anos , a

 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuria ( Embrapa ) , vinculado ao

 Ministrio da Agricultura , Pecuria e Abastecimento , tem pesquisado a

 tecnologia com adaptaes para as caractersticas locais e definindo

 metodologia que pode ser facilmente adotada pelo pequeno cafeicultor

 do Acre .

 Segundo o pesquisador Celso Bergo , da Embrapa Acre ( Rio Branco - AC ) ,

 a produo de sementes e mudas de boa qualidade  a base de

 sustentao de qualquer cultura , mais especialmente para do caf .
 As

 espcies do grupo arbica como Catua , Icatu e Mundo Novo e as

 canephora como o Conillon apresentam diferenas significativas quanto

 ao porte , vigor , quantidade de frutos , qualidade das sementes ,

 tolerncia ou resistncia a pragas e doenas de uma planta para outra

 mesmo dentro da mesma lavoura .

 Na utilizao da tcnica de multiplicao do caf Conilon por estaca 

 possvel aumentar a produtividade dessa espcie em mais de 20 % .
 Basta

 selecionar nos plantios comerciais as plantas com qualidades de

 interesse .
 Retira-se um pedao da planta me este vai funcionar como

 um clone que repetir as mesmas caractersticas da matriz de origem .

 " Se fizermos uma seleo de 50 ou 100 boas plantas nas lavouras dos

 produtores de caf conilon , podemos no s garantir uma safra mais

 uniforme e produtiva , mas tambm identificar aquelas que podero

 proporcionar uma colheita mais precoce , mdia ou ainda tardia " ,

 explica Bergo .

 Para ampliar os resultados da pesquisa , Bergo gostaria de coletar

 materiais de bons exemplares no Estado para reproduzi-los nas reas

 dos prprios produtores .
 O processo participativo geraria ganhos para

 o setor que trabalha com a perspectiva de melhores preos nos prximos

 dois anos .

 Vale lembrar que at a dcada de 1970 , o Acre era tido como estado

 invivel para cafeicultura pr suas caracterstica de altitude e

 clima .
 No entanto , as pesquisas iniciadas pela Embrapa , em meados da

 dcada de 1980 , esto mostrando outro cenrio .
 Hoje , j existem

 recomendaes de variedades do grupo arbica como Catua e Icatu e

 canephora como o Conillon .
 Com pouca adoo de tecnologia , os

 produtores esto conseguindo colher em mdia 120 sacas de caf em coco

 pr hectare e em breve sero lanadas novas cultivares com

 produtividade ainda melhor .

 Pessoas interessadas no assunto podem consultar as publicaes

 gratuitas na home page da Embrapa Acre ( http : // www.cpafac.embrapa.br / )

 ou entrar em contato plos telefones 0xx 68 212 3200 ou 212 3228 .

 Fonte : Jornalista Soraya Pereira ( MTB 26165/SP ) - E-mail :

 soraya@cpafac.embrapa.br

 Pesquisador Celso Bergo - celso@cpafac.embrapa.br Embrapa Acre

 Telefone : ( 68 ) 212 3200

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Embrapa capacita veterinrios para credenciamento junto ao PNCEBT

 [ LINK ]

 O controle de doena animal  fundamental para a produtividade dos

 rebanhos , reduo dos custos de produo e qualidade dos produtos .
 No

 cenrio atual , deu-se maior importncia ao controle de doenas devido

 s barreiras sanitrias impostas pelo mercado internacional , sendo um

 dos fatores limitantes para a comercializao de carne .

 O Ministrio da Agricultura , Pecuria e Abastecimento ( Mapa )

 adequando-se a esta situao , estabeleceu novas estratgias em relao

  poltica e s aes de defesa sanitria , entre elas , a transferncia

 de atividades , como diagnstico de doenas , a laboratrios

 credenciados de organizaes autnomas e no-governamentais .

 Nesse contexto , a qualificao de profissionais em conceitos , mtodos

 e tcnicas em imunodiagnstico e controle veterinrio possibilitar ao

 pas participar com competncia nesse seleto mercado .
 Desta forma , a

 Embrapa Gado de Corte realizar o treinamento em " Mtodos de

 diagnstico e controle da brucelose e tuberculose animal e noes em

 encefalopatias espongiformes transmissveis " , que enfocar o

 diagnstico de trs doenas de defesa sanitria de bovinos no Brasil :

 brucelose , tuberculose e encefalopatias espongiformes transmissveis ,

 e credenciar mdicos-veterinrios para o Programa Nacional de

 Controle e Erradicao da Brucelose e Tuberculose Animal ( PNCEBT ) .

 O treinamento acontece na rea de Sanidade Animal da Embrapa Gado de

 Corte em Campo Grande ( MS ) de 21 a 25 de julho .
 A coordenao tcnica

 ser feita pelos pesquisadores Cludio Roberto Madruga , Cleber

 Oliveira Soares , Flbio Ribeiro de Arajo e Pedro Paulo Pires.A

 organizao do evento  da rea de Negcios para Transferncia de

 Tecnologia .

 So 20 vagas oferecidas para mdicos-veterinrios e as inscries

 podem ser feitas pelo telefone ( 67 ) 368-2010 , no valor de 600 reais .
 O

 depsito deve ser realizado em nome de Fundapam , Banco do Brasil ,

 agncia 3381-2 , c / c 6.999 - X e enviar comprovante para o fax ( 67 )

 363-4124 .
 O valor inclui almoo , transporte , material didtico e

 laboratorial .

 Informaes podem ser obtidas na Fundapam pelo telefone ( 67 ) 368 2010 .

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Embrapa e Fundao Bahia lanam nova cultivar de soja para o Nordeste

 [ LINK ]

 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuria ( Embrapa ) e a Fundao

 Bahia de Apoio  Pesquisa lanam amanh , dia 1 , a BRS Corisco ,

 cultivar de soja especialmente desenvolvida para o oeste baiano ,

 durante o evento Divulgao de Resultados da Fundao BA , no auditrio

 Porto Brasil , em Barreiras , Bahia .
 O evento deve reunir cerca de 200

 profissionais , entre membros da Fundao Bahia e produtores de gros

 da regio .
 O objetivo  apresentar

 os resultados dos trabalhos de pesquisa relativos s culturas da soja

 e do milho , com destaque para a parceria entre a Embrapa e a Fundao

 BA .

 Um dos principais resultados a ser apresentado  o desenvolvimento da

 BRS Corisco , que teve rendimento mdio 10 % superior , quando comparada

 

 cultivar precoce mais usada na Bahia .
 A cultivar ganhou esse nome por

 sua rapidez em chegar  fase de maturao , o que lembra o relmpago ou

 corisco .
 " Essa precocidade , associada  facilidade de cultivo tanto em

 novembro ( no cedo ) , quanto em dezembro ( no tarde )  um diferencial

 importante , por causa da irregularidade das chuvas na regio " , explica

 a pesquisadora Ana Cludia Barneche de Oliveira , da Embrapa Soja .
 Alm

 desse ponto forte , a nova cultivar  ainda resistente a vrias doenas

 que afetam a cultura da soja na regio .
 A BRS Corisco  resistente 

 necrose da haste , aos nematides de galhas Meloidogyne javanica e

 M.arenaria e moderadamente resistente ao nematide de galha

 Meloidogyne incgnita .
 " Essas caractersticas da nova cultivar so

 importantes , porque podem colaborar , de forma decisiva , para manter a

 competitividade da soja baiana " , explica Ana Cludia .

 Segundo a pesquisadora , a regio oeste da Bahia tem grande potencial

 produtivo de gros .
 Na safra 2001/2002 , ltimos dados disponveis , a

 soja foi cultivada em 800 mil hectares e teve produo de 1,4 milho

 de toneladas .
 " Apesar dos baixos rendimentos nas duas ltimas safras ,

 principalmente por adversidades climticas e ferrugem da soja , a

 regio deve se consolidar como importante produtora de gros " , avalia

 Ana Cludia .

 Fonte : Jornalista : Lebna Landgraf ( MTb 2903 ) - Embrapa Soja -

 Telefone : ( 43 ) 371-6061 E-mail : lebna@cnpso.embrapa.br

 [ LINK ]

 _________________________________________________________________

 Quarentena para abate de bovinos pode pegar pecuaristas de calas

 curtas [ LINK ]

 So Paulo ( 12/06/03 ) As regras para ajustar o Sisbov - Sistema

 Brasileiro de Identificao e Certificao de Origem Bovina e Bubalina

 ao mercado externo ficaram mais rgidas .
 A partir de 15 de julho s

 sero abatidos bovinos que estejam registrados h mais de 40

 ( quarenta ) dias no Banco Nacional de Dados .
 As mudanas comunicadas

 pela Secretaria de Defesa Agropecuria , do Ministrio da Agricultura ,

 Pecuria e Abastecimento , ainda no produziram os efeitos esperados no

 mercado e sua inobservncia poder deixar milhares de pecuaristas de

 calas curtas .

 Essas alteraes comeam pela padronizao do Documento de

 Identificao Animal ( DIA ) utilizado para garantir a auditoria e

 segurana do Sisbov e pelo mecanismo de controle e fiscalizao

 informatizados .
 Para evitar fraudes ou irregularidades nos

 procedimentos , a comprovao de validao do registro do animal ser

 obtida atravs da autenticao eletrnica monitorada pelo MAPA .
 A

 liberao desta autenticao eletrnica s ser possvel aps o animal

 estar a mais de 40 ( quarenta ) dias na Base Nacional de Dados e que

 obrigatoriamente ser impressa no local apropriado do DIA , como

 comprovao de sua autenticidade .

 Pecuaristas que deixarem o registro para 16 de julho , por exemplo , s

 tero seus animais liberados para abate transcorrida a quarentena

 ( neste caso , o animal s poder ser abatido a partir de 25 de agosto ) .

 Alm dessas exigncias do MAPA , para o pecuarista retirar a GTA e

 transportar seus animais ser obrigatria a comprovao do cadastro de

 seus animais junto ao Sisbov h mais de 40 dias , liberados pelas

 certificadoras credenciadas .

 Alm das informaes obrigatrias , o DIA conter a identificao do

 responsvel tcnico da certificadora ( nome e CRMV ) , cdigo de barras

 do nmero do Sisbov e local para a autenticao eletrnica de

 validao de registro .
 Com estas mudanas , o MAPA ganha uma nova

 ferramenta de controle e auditoria , dando maior credibilidade para o

 Sisbov , explica Valmir Rodrigues , diretor da Biorastro .

 Animais destinados ao abate para exportao  Unio Europia devero

 estar acompanhados da GTA e respectivos DIAs , impressos pela

 Certificadora , aps a validao , pelo MAPA , do registro do animal no

 Banco Nacional de Dados .
 Os pecuaristas que providenciaram registro

 antes de 15 de julho podero , segundo a SDA , abater seus animais

 normalmente aps esta data , pois seus animais no estaro presos no

 Sistema , explica Valmir .
 A partir de 15 de julho , todos os animais

 cadastrados no Banco devero cumprir o prazo de 40 dias .

 Tambm  bom lembrar que o cronograma do Sisbov determina que a partir

 de dezembro deste ano , os frigorficos que exportarem para outros

 pases , alm da Unio Europia , sero obrigados a exigir de seus

 fornecedores somente animais cadastrados no Sisbov .

 A instruo do SDA permite que nos prximos dias , pecuaristas ,

 Certificadoras e frigorficos acertem os cronogramas de abate ,

 evitando que haja descompasso na produo , prejudicando contratos de

 exportao j firmados com a UE. Nova misso europia dever retornar

 ao Brasil no segundo semestre para verificar o funcionamento das novas

 diretrizes incorporadas ao Sisbov .

 Fonte e Informaes adicionais : BIORASTRO : Valmir Rodrigues [ 14 ]

 6824.3440 / valmir.rodrigues@biorastro.com.br

 Assessoria de Imprensa : ContatoCom : [ 15 ] 224-1000 / Atendimento :

 Denise Rocha ( ramal 25 ) denise@contatocom.com.br

 [ LINK ]

 incio

 [ INLINE ]

 quem somos

 [ INLINE ]

 contato

 [ INLINE ]

 cursos

 [ INLINE ]

 publicaes

 [ INLINE ]

 Academia Nacional de Agricultura

 [ INLINE ]

 artigos tcnicos

 [ INLINE ]

 criaes

 [ INLINE ]

 congresso de agronegcios

 [ INLINE ]

 incubadora

 [ INLINE ]

 meio ambiente

 [ INLINE ]

 rea verde

 [ INLINE ]

 eventos

 [ INLINE ]

 notcias

 [ INLINE ]

 links

 _________________________________________________________________

 mailto : sna@sna.agr.br

