 Vestibular Graduao Ps-graduao Extenso

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 Licenciatura Plena em Letras - Portugus / Ingls

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 Base legal :

 Autorizado pela Portaria MEC n  574/98 publicado no Dirio Oficial da Unio de

 29 de junho de 1998 .

 Caracterizao :

 Carga horria 2.920 h / a

 Regime acadmico semestral

 Turno noturno

 N  de vagas por semestre 40 vagas

 Objetivo geral :

 Formar profissionais competentes , capazes de interferir nos destinos da

 sociedade em que est inserido .

 Oportunidades Profissionais :

 Professor de Lngua e Literatura de Lngua Portuguesa ;

 Redator ou revisor de textos ;

 Tradutor e interprete ( Ingls | Portugus | Ingls ) ;

 Secretrio ( a ) bilnge ( Portugus | Ingls ) .

 rea de Atuao :

 Professor atuante dos ensinos fundamental , mdio e superior .

 Assessor em Lngua Portuguesa ou Literatura ;

 Pesquisador da rea ou de reas afins ;

 Redator de textos de um modo geral , principalmente para jornais , revistas ,

 editoras e agncia de propagandas. ;

 Perfil do profissional formando

 LETRAS

 O formado de Letras Portugus / Ingls da UNESC - Faculdade So Gabriel dever

 estar apto a trabalhar com a linguagem numa dimenso que engloba os diversos

 cdigos e as novas tecnologias que pertencem s atividades de interao na

 sociedade .

 O curso de Licenciatura Plena em Letras Portugus / Ingls da UNESC Faculdade So

 Gabriel tem como pressuposto formar profissionais com uma slida formao

 acadmica e com habilidades prticas suficientes para interpretar e propor a

 melhor soluo para os problemas que lhe forem apresentados .
 Para isso a

 interdisciplinaridade , a investigao cientfica , a extenso e a efetiva

 prtica docente so imprescindveis para consolidar a fundamentao terica do

 curso , bem como para consolidar o perfil desejado para os nossos profissionais .

 Embora os cursos de graduao tenham como funo precpua a formao

 profissionalizante , o que os caracteriza como um curso de nvel superior 

 justamente o compromisso com a construo do conhecimento e no apenas com a

 sua transmisso .
 Neste sentido , a metodologia de ensino , por paradoxal que

 possa parecer , requer do professor que evite a utilizao de procedimentos

 metodolgicos que fazem da ao educativa uma mera rotina pedaggica ,

 proporcionando ao educando uma forma significativa de construo e de

 assimilao do conhecimento , representado nas instituies educacionais pelas

 matrias de ensino .

 Assim , alm dos recursos de exposio didtica , dos estudos prticos em sala de

 aula , estudos dirigidos e independentes , seminrios , entre outros

 procedimentos ,  necessrio incluir estratgias metodolgicas que assegurem a

 articulao da vida acadmica com a realidade concreta da sociedade e os

 avanos tecnolgicos .
 Inclui-se , portanto , nesta proposta pedaggica , um

 trabalho em sala de aula de forma dinmica e interativa , com a utilizao de

 novas alternativas , como televiso , multimdia , internet , etc .

 Esses recursos no podem se configurar como um fim em si mesmo , mas como um

 instrumento facilitador do processo de construo e assimilao do

 conhecimento , deve-se utilizar tambm mecanismos capazes de desenvolver no

 aluno a cultura investigativa , crtica pedaggica e uma postura criativa que

 lhe permite avanar frente ao desconhecido .

 Dessa forma , as metodologias de ensino a serem utilizadas devem propiciar ao

 educando condies para a construo do prprio conhecimento , assumindo o

 professor o seu papel principal o de mediador na interao dos alunos com o

 objetivo do conhecimento e na convivncia essencial a sua socializao .
 Deve-se

 buscar o desenvolvimento pleno dos pontos fortes do educando , levando-os a

 exercitar o julgamento crtico , a cooperao social , a criatividade , o esprito

 de pesquisa , o raciocnio lgico e correlao entre teoria e prtica .

 A busca da integrao entre teoria e prtica deve ser uma constante no Curso de

 Licenciatura Plena em Letras Portugus / Ingls atravs da Semana da Poesia da

 UNESC , da criao de projetos de extenso , de pesquisa e do estabelecimento de

 convnios com instituies pblicas e particulares que possibilitem ao aluno a

 interao entre os conhecimentos tericos e a realidade .

 A proposta pedaggica da Instituio , alm da ateno dada ao pragmatismo ,

 oferece um ensino em que o aluno construa e desenvolva as idias crticas em

 relao  realidade que o cerca , objetivando que a sua formao esteja voltada

 para uma atuao prtica e viso crtica do ensino de lnguas como um todo ,

 para que possa aplic-lo dentro dos padres da legalidade e responsabilidade

 social , nas diferentes situaes reais da vida .

 A ampliao e atualizao da biblioteca com suas informaes e aumento de

 acervo , o livre acesso dos alunos aos laboratrios de informtica , o incentivo

  formao docente continuada , a existncia de um Ncleo de Pesquisa e

 Extenso , o Programa de Monitoria e de Iniciao Cientfica so alguns dos

 instrumentos apresentados pela Faculdade para oportunizar aos professores e aos

 alunos uma atitude mais investigativa que os levem a produzir e acumular

 conhecimentos , possibilitando-lhes , alm da viso pragmtico-crtica da

 linguagem , a insero nas atividades de pesquisa cientfica e pedaggica .

 O corpo docente  estimulado continuamente  formao em servio para garantir

 a renovao de suas prticas pedaggicas , utilizando-se de metodologias

 inovadoras , com apoio nas tecnologias de informaes e nos recursos

 tecnolgicos contemporneos .

 De acordo com a filosofia educacional e a proposta pedaggica da Instituio ,

 cabe ao professor criar novas metodologias , com aprovao de seu plano de curso

 pelo Coordenador de Curso , visando uma complementao das tradicionais aulas

 expositivas .

 O professor deve utilizar , sempre , mtodos pedaggicos que estimulem a

 participao ativa do aluno , dinamizar aulas , oferecendo , aps a exposio ,

 condies de debates , que se dinamizam pela interveno e dvidas levantadas

 pelos alunos , considerando sempre a relao com as diversas reas afins .

 A apresentao de micro-aulas , para a formao dos alunos ,  outro instrumento

 metodolgico de extraordinrio alcance formativo .
 Da discusso de uma aula

 nasce o enriquecimento pessoal de cada aluno porque o obriga a pensar de forma

 metodolgica e ordenada para atingir um resultado , estando sempre presente o

 problema da tomada de deciso , que o futuro profissional de Letras ir conviver

 em sua rea de atuao .
 O professor poder ainda utilizar , dinmicas de grupo ,

 trabalho de pesquisa preparatria das aulas , tais como leituras , discusso de

 casos em pequenos grupos , pesquisa , preparao de apresentaes , seminrios ,

 painis , psteres e eventos similares com temticas interdisciplinares ,

 produo discente individual de textos , visitas orientadas a instituies de

 ensino pblicas e privadas .

 Na organizao de um trabalho de natureza educativa , o planejamento tem como

 funo a definio dos objetivos , dos contedos e dos meios a serem utilizados ,

 a execuo  responsvel pela construo de resultados e a avaliao serve de

 instrumento de verificao dos resultados que esto sendo obtidos , assim como

 da fundamentao das decises que devem ser tomadas para que os resultados

 sejam , de fato , construdos .

 Nesta perspectiva , a avaliao da aprendizagem se configura como um mecanismo

 subsidirio do planejamento e da execuo .
  uma atividade subsidiria e

 estritamente articulada com a execuo .
  uma atividade que no existe e

 subsiste por si mesma .
 Ela s faz sentido na medida em que serve para o

 diagnstico da execuo e dos resultados que esto sendo buscados e obtidos .

 A funo avaliativa tem por objetivo a construo formativa dos conhecimentos

 acumulados pelo aluno em todas as suas dimenses .
 A prtica da avaliao

 escolar contribui para o desenvolvimento acadmico , devendo ser rejeitada

 qualquer tipo de classificao discriminatria como a criao de turmas de

 baixo rendimento e turmas de alto rendimento .

 A avaliao tambm oportuniza o crescimento e o desenvolvimento do prprio

 professor que , atravs dos resultados obtidos na avaliao , poder averiguar se

 os contedos e atividades desenvolvidos com os futuros profissionais esto

 sendo entendidos e assimilados da forma esperada para , a partir disso , avaliar

 o seu prprio desempenho .
 Desta forma , o ideal  a adoo de uma avaliao em

 que a atribuio de notas e a meno aos alunos sejam informaes teis que

 possibilitem a eliminao ou a reduo da distncia entre o desempenho

 demonstrado e o esperado .

 Assim , no que se refere ao processo ensino e aprendizagem , a avaliao aplicada

 junto aos alunos desta Instituio , para que no se restrinja  mera atribuio

 de notas e conceitos , o que significa a sua utilizao apenas como instrumento

 classificatrio e nunca como instrumento diagnstico , deve orientar os

 professores para que procurem extrair da avaliao acadmica a verdadeira

 condio do aluno em seu estgio de construo do conhecimento .

 Embora sem pretender anular a autonomia didtico-pedaggica do professor ,

 tem-se orientado o quadro docente no sentido de que apliquem no seu sistema de

 avaliao critrios que possibilitem diagnosticar , verdadeiramente , o

 aprendizado dos alunos .
 Portanto , para evitar que o processo avaliativo apenas

 classifique o educando num certo estgio de desenvolvimento , o que , obviamente ,

 no auxilia na construo dos resultados esperados , o processo de avaliao

 desta Instituio , procura pautar seus resultados sobre diferentes formas de

 avaliao , tais como , realizao de trabalhos individuais ou em grupo ,

 psteres , papers , participao em seminrios , provas dissertativas , objetivas e

 orais , assiduidade dos alunos , participao e interesse em sala de aula e

 estgio supervisionado .
 Logo , a instituio procura no extrair os seus

 resultados apenas sobre uma forma de avaliao , mas sim do conjunto aplicado ao

 aluno que deve envolver , pelo menos , duas formas de avaliao bimestrais e

 registrar no dirio de classe trs avaliaes semestrais , para que seja

 extrada a nota final .

 Assim , convm ressaltar que , conforme estabelece a nova lei de Diretrizes e

 Bases da Educao Nacional , Lei N  .
 9.394/96 , no seu artigo 24 , Alnea A , a

 avaliao da aprendizagem , enquanto elemento bsico para a obteno de um

 ensino de qualidade , deve observar os seguintes critrios :

 a ) a avaliao do desempenho do aluno deve ser contnua e cumulativa , com

 prevalncia dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados

 obtidos ao longo do perodo sobre os de eventuais provas finais .

 b ) que o processo avaliativo sirva de instrumento de realimentao do esforo

 do aluno .

 Para tanto , faz-se necessrio que os resultados obtidos no sejam apenas

 comunicados ao aluno , mas que sejam , efetivamente , discutidos , a fim de que

 possam orientar o processo ensino-aprendizagem , indicando possibilidades e

 limites do aluno , sugerindo rumos e advertindo sobre os riscos que podem

 apresentar .
 Desta forma , tem-se despendido esforo para que todos os

 professores desta Instituio de Ensino Superior assimilem a importncia e o

 real objetivo do sistema de avaliao , para que , ao final , alcancem os

 objetivos almejados e previstos pela lei de Diretrizes e Bases da Educao

 Nacional .

 Relativamente  transparncia do sistema de avaliao , uma vez que este no tem

 um fim em si mesmo , deve-se implantar junto ao professor o hbito , salutar e

 pedagogicamente correto , o procedimento de discutir com os seus alunos os

 resultados do processo de avaliao para que estes e os prprios professores

 possam compreender os seus erros e acertos e retirar concluses positivas e

 negativas da avaliao realizada .

 Ressaltamos que a avaliao do desempenho escolar  feita por disciplina ,

 incidindo sobre a freqncia e o aproveitamento escolar , de modo que a

 freqncia s aulas e demais atividades escolares  obrigatria e permitida

 apenas aos alunos matriculados .
 Assim , independentemente dos demais resultados

 obtidos ,  considerado reprovado na disciplina o aluno que no obtiver

 freqncia de , no mnimo de 75 % das aulas e demais atividades realizadas ,

 ressaltando que se o aluno comprovar como sendo portador de alguma deficincia

 fsica , portador de doenas infecto-contagiosas e gestantes tm direito a

 atendimento especial na forma de legislao em vigor .

 A aferio do rendimento escolar de cada disciplina  feita atravs de notas de

 zero a dez permitindo-se o arredondamento para 0,5 ( meio ) ponto ou para o

 nmero inteiro imediatamente anterior ou posterior de acordo com os critrios

 previamente estabelecidos em Portaria pela Diretoria da Faculdade , devendo ,

 obrigatoriamente ser abordado pelo professor , contedos interdisciplinares nas

 suas atividades , nas suas avaliaes , que devero ser em um nmero mnimo de

 duas por bimestre .

 Matriz curricular

 Perodo

 Disciplinas Obrigatrias

 Carga HorriaSemanal

 Carga HorriaSemanal

 Pr-Requisito

 1

 LNGUA PORTUGUESA I PRTICA DE REDAO

 04

 72

 -

 LNGUA INGLESA I

 04

 72

 -

 LINGSTICA I

 04

 72

 -

 TEORIA DA LITERATURA

 04

 72

 -

 METODOLOGIA CIENTFICA

 04

 72

 -

 PRTICA PEDAGGICA I

 02

 60

 -

 Total

 20

 420

 Perodo

 Disciplinas Obrigatrias

 Carga HorriaSemanal

 Carga HorriaSemanal

 Pr-Requisito

 2

 LNGUA PORTUGUESA II - HISTRIA DA LNGUA PORTUGUESA

 02

 36

 -

 LNGUA INGLESA II

 04

 72

 LNGUA INGLESA I

 LINGSTICA II

 04

 72

 LINGSTICA I

 LNGUA PORTUGUESA III - FONTICA E FONOLOGIA

 02

 36

 -

 LNGUA LATINA I

 04

 72

 -

 LITERATURA BRASILEIRA I

 04

 72

 TEORIA DA LITERATURA

 PRTICA PEDAGGICA II

 -

 60

 Total

 20

 420

 Perodo

 Disciplinas Obrigatrias

 Carga HorriaSemanal

 Carga HorriaSemanal

 Pr-Requisito

 3

 LNGUA PORTUGUESA IV MORFOLOGIA

 02

 36

 -

 LNGUA PORTUGUESA V SEMNTICA

 02

 36

 -

 LNGUA INGLESA III FONTICA E FONOLOGIA

 02

 36

 LNGUA INGLESA I E II

 PSICOLOGIA DA EDUCAO

 02

 36

 -

 LITERATURA BRASILEIRA II

 04

 72

 LITERATURA BRASILEIRA I

 LITERATURA PORTUGUESA I

 04

 72

 TEORIA DA LITERATURA

 LINGUA LATINA II

 04

 72

 LNGUA LATINA I

 PRTICA PEDAGGICA III

 -

 60

 Total

 20

 420

 Perodo

 Disciplinas Obrigatrias

 Carga HorriaSemanal

 Carga HorriaSemanal

 Pr-Requisito

 4

 LNGUA PORTUGUESA VI SINTAXE

 04

 72

 -

 LNGUA INGLESA IV LISTENING

 02

 36

 LNGUA INGLESA III FONTICA E FONOLOGIA

 FILOSOFIA

 02

 36

 -

 LITERATURA BRASILEIRA III

 04

 LITERATURA BRASILEIRA II

 LITERATURA PORTUGUESA II

 04

 72

 LITERATURA PORTUGUESA I

 ORGANIZAO E FUNCIONAMENTO DA EDUCAO BSICA

 04

 72

 -

 PRTICA PEDAGGICA IV

 -

 60

 -

 Total

 20

 420

 -

 Perodo

 Disciplinas Obrigatrias

 Carga HorriaSemanal

 Carga HorriaSemanal

 Pr-Requisito

 5

 LNGUA PORTUGUESA VII - ESTILISTICA

 02

 36

 -

 SOCIOLOGIA GERAL

 02

 36

 -

 LNGUA INGLESA V MORFOSSINTAXE

 04

 72

 LNGUA INGLESA II

 DIDTICA

 04

 72

 METODOLOGIA DO ENSINO DAS LNGUAS PORTUGUESA E INGLESA

 04

 72

 LITERATURA PIAUIENSE

 02

 36

 TEORIA DA LITERATURA

 TICA E CIDADANIA

 02

 36

 -

 PRTICA PEDAGGICA V

 -

 60

 -

 Total

 20

 420

 -

 Perodo

 Disciplinas Obrigatrias

 Carga HorriaSemanal

 Carga HorriaSemanal

 Pr-Requisito

 6

 LITERATURA INGLESA

 04

 72

 -

 LNGUA INGLESA VI - SPEAKING

 02

 36

 LNGUA INGLESA III E IV

 LITERATURA INFANTO-JUVENIL

 02

 36

 TEORIA DA LITERATURA

 LITERATURA NORTE-AMERICANA

 04

 72

 -

 ESTGIO SUPERVISIONADO

 400

 -

 PRTICA PEDAGGICA VI

 100

 -

 Total

 716

 -

 ATIVIDADES ACADMICO-CIENTFICO-CULTURAIS - 200 horas

 CARGA HORRIA TOTAL ...............
 3.016 h

 Professores

 Professores do Curso de Licenciatura em Letras

 Nome

 Disciplina

 Titulaao

 Brbara Olmpia R. de Melo

 Coordenao

 Mestra / Doutoranda

 Francisco de Assis Carvalho

 Sociologia Geral

 Especialista

 Maria Odete Pereira Moura

 Estgio Supervisionado

 Especialista

 M  Inez Brando Vsconcelos

 tica e cidadania

 Especialista

 Raimunda das Dores Santos

 Lngua Portuguesa VII / Literatura Piauiense

 Mestra

 Cristina M  de Arajo Moura

 Lngua Inglesa V / Lngua Inglesa VI

 Especialista

 Lina M  Santana Fernandes

 Metodologia do ensino da Lngua Inglesa / Estgio Superviosionado

 Especialista

 Evaldino Canuto de Sousa

 Literatura Norte-Americana II / Literatura Inglesa

 Mestra

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